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segunda-feira, 30 de março de 2009

Curiosidades sobre a camisinha

12 CURIOSIDADES SOBRE A
CAMISINHA


Imagine só: em Londres, num leilão da conceituada joalheria Christie's, um modelo de camisinha foi arrematado por 5.200 dólares! Uau!

E na França, ergueu-se um museu em homenagem a ela. Tá importante, né?
 

Já na Colômbia, inventaram a calcinha-camisinha. Peraí, como assim...
 

Abaixo, divirta-se com essas e outras extravagâncias sobre essa pequena peça, mas de grande importância nos dias atuais.

CURIOSIDADES

 
Em 1564, o anatomista
italiano Gabriel Fallopius
criou a primeira camisinha. Era uma peça feita de linho
e tripa que se mantinha 
presa ao pênis por uma
faixa cor-de-rosa fixada diretamente na base.

A camisinha de borracha
vulcanizada só apareceu
por volta de 1840. 

Em Londres, no século 
XVIII, comerciantes 
vendiam preservativos lavados, de segunda
mão, com desconto.

As camisinhas descartáveis
só foram inventadas nos 
anos 30.

Um operário de Akron,
em Ohio, Estados Unidos,
chamado Alfred Trojan, 
num acidente de trabalho
em 1921, mergulhou seu membro ereto em um barril
de borracha vulcanizada. 
Foi ele quem acabou por 
fundar a maior companhia
de camisinhas do mundo.

Ossos do ofício, o pobre 
do pênis de Alfred ficou
irremediavelmente 
deformado depois
da ocorrência.

Conta-se que, durante a
Segunda Guerra Mundial,
a Força Aérea americana
jogou milhares de camisinhas do tamanho extragrande
sobre o Japão - todas elas vinham propositadamente 
com a etiqueta "média". A intenção era derrubar o 
moral do inimigo.

Uma lei de 1873 proibiu o
envio de materiais "obscenos,
libertinos e lascivos" pelo
correio americano, incluindo
contraceptivos. Com isso,
65.000 camisinhas foram
apreendidas em depósitos e
médicos corriam o risco de
ficar presos por dez anos se
citassem o item em sua
correspondência. Essa lei
vigorou até 1965.

Na frança, há uma cidade 
com o nome de Condom -
camisinha, em inglês -, que
é motivo de piada entre os
turistas americanos. Os
franceses, que chamam o
item de "préservatif", não vêem graça na gozação.
Recentemente, porém, o 
povo de Condom entrou na onda: abriu um museu da camisinha e uma fábrica de borracha com sabor de armanhaque, um tipo
de conhaque produzido
na região.

Um provérbio japonês diz
que uma boa dona-de-casa deve sempre guarnecer a bagagem
do marido com uma
caixa de camisinhas quando ele viaja.

Em maio do ano passado,
um fabricante colombiano
de preservativos lançou a
calcinha-camisinha. Em 
vez de algodão ou tecido
sintético no gancho, ela 
tem uma fina membrana de resina capaz de esticar
como um preservativo na
hora da penetração.

Em 1992, uma camisinha
feita de membrana
animal, com 180 anos,
alcançou o valor de 
5.200 dólares em um leilão da Christie's de Londres. Cor-de-rosa, 
a embalagem exibe a
imagem de uma freira
"medindo" três sacerdotes seminus e
um texto que diz: 
"Vou ficar com este".

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