Mensagem do dia

Estude! Saber é o maior diferencial que existe!

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Vida escolar


Nem sempre estudar horas a fio é suficiente para 
reverter as notas vermelhas. Além de dedicação, 
o aluno precisa desenvolver um método de estudo
adequado. O apoio dos pais também é fundamental.

Qual o segredo para que um estudante melhore seu rendimento escolar? O drama da nota vermelha numa matéria ou o fiasco generalizado, daqueles de fazer o aluno esconder o boletim dos pais, podem ter várias explicações. A mais comum – faltou estudar mais – é relativamente simples de reverter. Basta um pouco mais de seriedade e dedicação para que os resultados apareçam. A questão é mais complexa quando o aluno passa horas debruçado sobre os livros e, mesmo assim, não consegue melhorar suas notas. Uma dica sugerida pelos que já deram a volta por cima é reavaliar o método de estudo. Henrique Copelli Zambon, de 16 anos, viu aumentar suas médias depois que se engajou na construção de um carro movido a energia solar. Com o trabalho escolar, ele passou a adotar nas outras disciplinas a mesma estratégia usada em física. Hoje, Zambon concentra-se ao máximo na hora de estudar, não leva mais dúvidas para casa e evita decorar a matéria.

Foi-se o tempo em que os jovens encaravam os estudos com desinteresse, como se fossem apenas mais uma imposição dos pais. Levantamento com 2 098 adolescentes de sete capitais indicou que, para 95% dos entrevistados, estudar é a coisa mais importante da vida deles. A pesquisa mostrou ainda que a maioria é crítica em relação à qualidade de ensino, o que demonstra a determinação da nova geração de estudantes. Mesmo assim, há várias armadilhas no caminho da formação escolar – como as notas baixas.

Elas costumam surgir com maior freqüência na puberdade, quando o jovem passa por modificações significativas, como a transformação do corpo, o aumento do interesse pelo sexo oposto e a construção da identidade. O adolescente não entende por que tem de estudar tanto se existem coisas mais interessantes a sua volta. A participação dos pais pode ser decisiva nesse momento crucial do jovem. Cabe a eles manter um ambiente em casa que valorize o conhecimento e permita ao estudante estabelecer ligação entre os conteúdos aprendidos na escola e o mundo real. Tudo isso ajuda a despertar a curiosidade e o prazer de aprender. O bom desempenho dos alunos depende mais de motivação que de sua capacidade intelectual ou da qualidade da escola. Ou seja, basta um empurrão. 

Dez dicas para melhorar nos estudos
 

1. Participe da aula, preste atenção, tome nota e não tenha vergonha de fazer perguntas.

2. Monte um plano de estudo, prevendo o que vai estudar ao longo da semana.

3. Faça as lições de casa no dia e deixe um tempo para revisar o que aprendeu na aula.

4. Estude no horário em que está mais atento e disposto. Não deixe para as horas em que tem sono ou está cansado.

5. Descubra qual técnica de memorização funciona para você: falar em voz alta, fazer resumos, montar esquemas, exercícios, dramatização ou estudar em grupo.

6. Procure outras referências sobre o assunto que está aprendendo para ampliar seus conhecimentos, como livros, revistas e filmes.

7. Aproxime-se de um professor, pesquisador ou profissional que domine o assunto de seu interesse.

8. Tenha o hábito de refazer os exercícios que errou nas provas e entenda por que errou.

9. Prepare na véspera a mochila da escola. Verifique os cadernos e livros de que vai precisar e se todas as lições estão feitas.

10. Reconheça seus pontos fortes e fracos, as áreas em que tem mais habilidade.

 

Como os pais podem ajudar
 

• Envolvendo-se na vida escolar do filho. Pergunte o que ele aprendeu e como isso pode ser importante na vida dele.

• Dê o exemplo. Leia livros, jornais, ouça música, veja filmes e espetáculos de qualidade.

• Mostre a seu filho que ele é capaz de solucionar problemas, em lugar de resolver por ele.

• Não pressione. Pai fiscal não funciona.

• Fique atento às datas de provas. Leve-as em conta na hora de programar viagens e atividades familiares.

• Seja tolerante com erros. Tente fazer com que seu filho aprenda com eles.

• Tire proveito do vínculo de seu filho com os amigos. Convide-os para assistir a um filme ou a um show que possa ser relacionado aos assuntos escolares.

• Antes de recorrer a aulas de reforço escolar, veja se o jovem é capaz de superar a deficiência sozinho.




Revista veja Jovem : Edicção especial

Sexo - Cada vez mais cedo -

Artigo retirado da revista Veja Jovens: Edição Especial

Comportamento dos Jovens

Os jovens nunca foram tão bem informados e precoces em relação ao sexo. Nem por isso estão menos confusos sobre o assunto


Pedro Rubens

Os adolescentes de hoje são a geração mais bem informada sobre sexo de todos os tempos. Eles têm aulas de educação sexual na escola, lêem a respeito nas revistas, vêem os reality shows da televisão e, se restar algum vestígio de dúvida, há sites na internet que respondem a qualquer questão sobre o tema. Os jovens não apenas sabem muito como não há amarras sociais nem familiares que verdadeiramente os impeçam de passar da teoria à prática no momento escolhido por eles próprios. Nada disso, vale dizer, impede que estejam confusos e divididos sobre temas como virgindade, fidelidade, namoro e casamento. O conhecimento também não é suficiente para evitar descuidos, como sexo sem camisinha. Por ano, nasce 1 milhão de bebês de mães solteiras adolescentes no Brasil. "O início da vida sexual é um processo extremamente complexo para qualquer pessoa, de qualquer geração", diz Paulo Bloise, psiquiatra da Universidade Federal de São Paulo, especialista em adolescência.

A persistência das angústias em relação à vida amorosa, apesar do conhecimento e das liberdades atuais, tem uma explicação óbvia. "Sexo não é só uma questão de informação, mas também de maturidade", pondera o psicólogo Mauricio Torselli, do Instituto Kaplan, centro de estudos da sexualidade em São Paulo. Esta é a primeira geração que não conta com a orientação de um guia socialmente rígido para a sexualidade. Pais e mães estão igualmente confusos, preocupados e tão carentes de parâmetros quanto os próprios filhos. Muitos deles tentam estabelecer paralelo entre o que está acontecendo e sua própria geração. Os dois momentos são diferentes. O desejo de romper estruturas sociais esclerosadas fez da liberdade sexual uma das bandeiras dos jovens nos anos 60 e 70. Quando chegou a vez deles, deram liberdade aos filhos, mas não incluíram no pacote um modelo de comportamento sexual. O que se observa na sexualidade da atual geração não tem nem vestígio daquela energia rebelde e transformadora. O debate agora não é mais a presença de limites e sim, eventualmente, a ausência deles.

A precocidade e a ousadia dos primeiros relacionamentos são uma característica de hoje. A idade da primeira vez das meninas é 15 anos, de acordo com pesquisa da Unesco nas principais capitais do país. A dos meninos, 14. O surpreendente é que muitos jovens que têm vida sexual ativa não começaram com um namoro firme, mas com alguém com quem "ficava" – ou seja, com um quase desconhecido. Ficar é o nome dado a sessões de beijos e abraços mais ousados. A diferença entre essa relação e o namoro tradicional é que a primeira é descompromissada e passageira. Uma menina que fica com um colega numa festa não precisa tratá-lo como alguém especial ao vê-lo no colégio no dia seguinte. A pressão sobre os adolescentes para que iniciem a vida sexual ativa deve fazer com que os jovens se sintam num túnel de vento. Como tomar a decisão? A única resposta é: pense bem se você está preparado e se é isso mesmo o que quer. "Um risco é o jovem, de tanto ouvir falar de sexo, ter a falsa idéia de que crescer significa ter quanto antes uma relação sexual", diz o psicólogo paulista Antonio Carlos Egypto, do Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orientação Sexual. Nesse assunto, os pais podem ajudar bastante. Muitos deixam de perguntar sobre a vida dos filhos quando eles chegam à adolescência. É um erro. Os especialistas aconselham a continuar a falar sobre comportamento, expectativas e valores. Só é preciso evitar pronunciamentos solenes. Adolescentes odeiam sermões – especialmente sobre sexo. 


 

 O pai deve ter "aquela" conversa 
com o filho?
 
Gustavo Lacerda

Já foi costume o pai chamar o filho, logo que este entrava na puberdade, para uma conversa "de homem para homem". Ele então explicava o que é a relação sexual entre um casal, com o objetivo de preparar o filho para essa experiência. Hoje em dia, os adolescentes aprendem tudo o que é possível sobre sexo na escola, com os amigos, com as namoradas, nas revistas, nos programas de TV e na internet. Os pais ficam angustiados e se perguntam se essa conversa ainda faz sentido. A resposta é: sim e não. Os filhos não precisam de informação, mas de formação. Ou seja: cabe aos pais dizer a eles o que acham certo e o que consideram errado e incentivá-los a formar a própria opinião sobre o assunto.

"É necessário falar sobre sexo com os filhos, mas não transformar esse assunto numa solenidade", diz a psicóloga paulista Rosely Sayão, especialista em adolescentes. "Os pais também não precisam entrar em detalhes com os filhos. Além de constranger os dois lados, isso não acrescenta nada de útil ao rapaz ou à garota." Em lugar da conversa formal, funciona melhor tocar no assunto em situações do cotidiano, da forma mais natural possível. Se pai e filho estiverem assistindo a um programa na TV e aparecerem cenas de sexo, o pai pode dizer o que pensa sobre isso e comentar como era na época de sua juventude.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Frases engraçadas, vamos rir um pouco que ninguém é de ferro.

Achei pela net umas frases e coloquei aqui pra aliviar um pouco a gravidade dos assuntos que tenho abordado, rrss. A grande maioria é de domínio popular e desconheço os seus autores.
 Boas risadas, moçada!!!



Se você não pode ajudar, atrapalhe, porque o importante é participar!

O chifre é como consórcio, quando você menos espera é comtemplado.

Deus dai me paciência para aguentar meu chefe, porque se me der força eu bato nele!

Não almocei pensando em você, não jantei pensando em você, agora não consigo dormir, porque estou com fome!

É nois no DVD, porque fita é coisa de pobre!

Se pra você o dinheiro não traz felicidade, então me dê o seu e viva feliz!

Uma vantagem dos sem-teto é de nunca levar desaforo pra casa.
A humanidade está perdendo seus maiores gênios... Aristóteles faleceu, Newton bateu as botas, Einstein morreu, e eu não estou passando muito bem hoje.

Tem dias que você está triste mas ninguém repara sua lágrima. Tem dias que você está feliz mas ninguém repara seu sorriso. Experimente soltar um pum...

Quando estiver sem esperança, converse com o cimento, pois nessa vida só devemos confiar naquilo que um dia será concreto.


Trate bem seus filhos, pois são eles que escolheram o asilo.

Se você estiver procurando algo na vida que seja justo, lembre-se do sutiã: oprime os grandes, protege os pequenos e levanta os caídos.

Eu acredito em tudo o que os políticos dizem, principalmente o que eles dizem uns dos outros.

Devo tanto, que se eu chamar alguém de meu bem, o banco me toma!

A preguiça é a mãe de todos os vícios, e como mãe, deve ser respeitada!

O álcool é o pior inimigo do homem. Mas na Bíblia diz que devemos amar nossos inimigos.

Você sabe que está ficando velho quando o trabalho começa a dar prazer, e o prazer começa a dar trabalho.


Todo mundo quer salvar o mundo, mas ninguém quer ajudar a mãe a lavar a louça.

Existem duas palavras que abrem várias portas: Puxe e Empure.

Qualquer idiota é capaz de pintar um quadro, porém só um gênio é capaz de vendê-lo.

Tudo é relativo. O tempo que dura, muito depende de que lado da porta do banheiro você está.

Se chiar resolvesse, sal de fruta não morria afogado.

É tolice arrancar os cabelos por estar sofrendo, como se a dor diminuísse com a calvície.

Os psiquiatras dizem que uma em cada quatro pessoas tem alguma deficiência mental. Fique de olho em três dos seus amigos. Se eles parecerem normais, o retardado é você!

Se você consegue se manter calmo quando todos perderam a cabeça, provavelmente não entendeu a gravidade da situação.

A internet não te deixa idiota. Só deixa a tua idiotice mais acessível aos outros.

A diferença entre o ladrão e o político é que um eu escolho, o outro me escolhe.

A verdadeira felicidade está nas pequenas coisas: um pequeno iate, um pequeno Rolex, uma pequena mansão, uma pequena fortuna.

Se você está se sentindo sozinho, abandonado, achando que ninguém liga para você... atrase um pagamento.

Tem gente que até depois de perder os braços, continua falando pelos cotovelos.

Eu sempre deixo as vagas de empregos para os mais jovens, e venho adotando essa nobre atitude desde os meus 15 anos! (Seu Madruga)

Feliz é o dono de sex shop que pode dizer: Pegue suas coisas e vá se f. E o cliente ainda sai feliz.

Todo mundo quer ir pro céu, mas ninguém quer morrer.

O cúmulo da seca é a vaca dar leite em pó.

Mais vale uma pedra no sapato que um grão de areia na camisinha.

24 horas num dia, 24 cervejas numa caixa. Coincidência?

Já que mulher de amigo meu pra mim é homem, logo os meus amigos são bichas.

O uísque é o melhor amigo do homem. É o cachorro engarrafado. (Vinícius de Moraes)

Hoje acordei querendo demais trabalhar... Deitei na rede e esperei a vontade passar!

Malandro é o curupira que só faz gol de calcanhar.

Antes eu tinha amnésia, hoje não me lembro.

Eu nunca peço desculpas. Me desculpe, mais eu sou assim. (Homer Simpson)

Homens casados vivem mais que homens solteiros, mas em compensação os homens casados são os que tem mais vontade de morrer.

O pára-quedas é o único meio de transporte que, quando enguiça, você chega mais depressa.

O arroto é um pum que subiu na vida.

Herói é o covarde que não conseguiu escapar.

Dizem que TV engorda, mas isso depende de quantas TVs você come!

Dívida velha eu não pago e a nova eu deixo envelhecer.

Oportunidade é aquilo que você não tinha notado da primeira vez.

Deus fez o mundo em 6 dias porque não tinha ninguém lhe perguntando quando ia ficar pronto.

Fiado só para maiores de 99 anos e acompanhados da mãe.

Dou um boi pra não entrar numa briga, mas se eu entrar, não quero nem saber, quero meu boi de volta!

O cúmulo da burrice é tirar zero no exame de fezes.

Quando ver a luz no fim do túnel, certifique-se de que não é um trem.

O cúmulo da paciência é assistir corrida de caramujos em câmera lenta.

Os políticos são como fraldas. São trocados constantemente e sempre pelo mesmo motivo.

O cúmulo da sacanagem é dar um patinete pra um saci.

Amigo meu não tem defeitos. Inimigo, se não tiver, eu ponho.

O cúmulo da paciência é limpar o bumbum de um elefante com o cotonete.

Se você é capaz de sorrir quando tudo deu errado, é porque já descobriu em quem pôr a culpa.

O cúmulo da avareza é olhar por cima dos óculos para não gastar lente.

Amigos são como sutiãs: perto de seu coração e estão lá para apoiar.

O cúmulo da confiança é jogar par ou ímpar por telefone.

Toda panela tem sua tampa. O problema é quando se nasce pra ser frigideira!

O cúmulo da baixura é sentar em uma moeda e ainda balançar os pés.

Dinheiro não traz felicidade, mas ajuda a sofrer em Paris.

O cúmulo da mentira é um cego dizer que viu um surdo ouvindo a conversa de dois mudos.

O cumulo da magreza é ter que correr atrás do pingo quando vai tomar banho.

Cavei, cavei, cavei e continuarei cavando. Isso não é romântico mas é muito profundo.

O cúmulo da burrice é dar rasteira em cobra.

Existem três frases que vão levar sua vida em diante: "Não diga que fui eu", "Já estava assim quando cheguei" e "Oh que boa idéia chefe". (Homer Simpson)

O cumulo do azar no futebol é fazer o gol no jogo e errar no replay.

Se um dia você perder o controle, levante-se e mude de canal manualmente.

O cúmulo da maldade e colocar tachinhas na cadeira elétrica.

Casamento é a única instituição onde se conquista a liberdade por mau comportamento.

O cúmulo da força é fazer tricô com linha de trem.

Eu bebo porque sou egoísta. Gosto que o mundo gire em torno de mim!

A inveja é que nem pirataria, se você está bem te copiam, se está mal não presta mais.

Só não crio juízo, porque não sei o que ele come.

A culpa é minha e eu ponho em quem eu quiser! (Homer Simpson)

O natal é injusto, o peru morre e a missa é do galo.

Mini-saia é igual cerca de arame, protege a propriedade mais não tira a visão.

Cada dia que passa sobra mais mês no fim do dinheiro.

Malandro é o dono da sauna, que ganha dinheiro com o suor dos outros.

Casamento é como um carro novo. Demora pra amaciar e quando isso acontece começa a apresentar defeitos.

Eu bebo pouco, mais o pouco que eu bebo me transforma em outra pessoa e essa outra pessoa sim bebe pra cct.

É preciso Continuar Navegando

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Nossa existência lembra o riacho buscando o mar. Surgem pedras, barreiras e obstáculos.

Riacho inteligente contorna, assimila, passa por cima, passa por baixo, sempre encontrando um jeito de prosseguir. Porque o mar chama, convida. Porque o mar é seu endereço final.

Riacho bobo fica rodeando a pedra, o desafio, a barreira. O rio atinge suas metas, porque aprende a superar dificuldades.

Continuar navegando é perseverar quando a maioria desiste. É sulcar as águas, quando outros já ancoraram. É chutar longe a tristeza, fazendo um pacto sagrado com a paz.

Continuar navegando é embeber-se de infinitos, na coragem de quem enfrenta o impossível. É o mergulho fundo de quem atravessa a casca. É insistir no válido e nobre, quando outros desalentam. É colher trigo bom, num campo atapetado de joio. É ser jovial face aos problemas, indulgente com os menos prendados, afável com os mais velhos e irmãos de todos.

Continuar navegando é construir templos de fraternidade, com as pedras que jogam em nossos telhados. É suar a camiseta quando a maioria já saiu de campo. É recomeçar, cada dia, mesmo que seja sobre ruínas e cinzas. Fixando as flores, esquecendo os espinhos. Fazendo da vida uma prece.

Continuar navegando é falar palavras mansas, florir ternura, onde outros praguejam. É dar voto de confiança, onde a maioria descrê e se acovarda. É divinizar o humano e espiritualizar o terreno, pendurando sorrisos de alegria e gratidão até nos galhos secos do cotidiano. É retornar às fontes da simplicidade, cultivando o silêncio como se fosse um oratório, sempre e em tudo, com a profunda vontade de ser. Cantar, crescer, servir e amar.

Autor: Roque Schneider

O Sapo e a Cobra- Lenda Africana - O valor da amizade-



Era uma vez um sapinho que encontrou um bicho comprido, fino, brilhante e colorido deitado no caminho.

- Alô! Que é que você está fazendo estirada na estrada?

- Estou me esquentando aqui no sol. Sou uma cobrinha, e você?

- Um sapo. Vamos brincar?

E eles brincaram a manhã toda no mato.

- Vou ensinar você a pular.

E eles pularam a tarde toda pela estrada.

- Vou ensinar você a subir na árvore se enroscando e deslizando pelo tronco.

Eles subiram. Ficaram com fome e foram embora, cada um para sua casa, prometendo se encontrar no dia seguinte.

- Obrigada por me ensinar a pular.

- Obrigado por me ensinar a subir na árvore.

Em casa, o sapinho mostrou à mãe que sabia rastejar.

- Quem ensinou isso para você?

- A cobra, minha amiga.

- Você não sabe que a família Cobra não é gente boa? Eles têm veneno. Você está proibido de brincar com cobras. E também de rastejar por aí. Não fica bem.

Em casa, a cobrinha mostrou à mãe que sabia pular.

- Quem ensinou isso para você?

- O sapo, meu amigo.

- Que besteira! Você não sabe que a gente nunca se deu bem com a família Sapo? Da próxima vez, agarre o sapo e... Bom apetite! E pare de pular. Nós cobras não fazemos isso.

No dia seguinte, cada um ficou na sua.

- Acho que não posso rastejar com você hoje.

A cobrinha olhou, lembrou do conselho da mãe e pensou: "Se ele chegar perto eu pulo e devoro ele. "

Mas lembrou-se da alegria da véspera e dos pulos que aprendeu com o sapinho.

Suspirou e deslizou para o mato.

Daquele dia em diante, o sapinho e a cobrinha não brincaram mais juntos.

Mas ficavam sempre no sol, pensando no único dia em que foram amigos.

 

terça-feira, 28 de abril de 2009

Por Favor, Por Favor

 História escrita para todas as crianças, principalmente aquela que mora dentro de nós...

Havia uma vez uma pequena expressão chamada "Por Favor" que morava na boca de um garotinho. Os Por Favor moram na boca de todo mundo, ainda que as pessoas se esqueçam com freqüência que eles estão ali.

Mas para ficarem forte e felizes, todos os Por Favor devem ser tirados das bocas de vez em quando, para tomar um pouco de ar. Sabe, eles são como peixinhos de aquário, que sobem à tona para respirar.

O Por Favor do qual irei falar morava na boca de um menino chamado Duda. Só uma vez, em muito tempo, o tal Por Favor teve oportunidade de sair; pois Duda, lamento dizer; era um menininho muito malcriado; que quase nunca se lembrava de dizer "Por Favor".

- Dê-me um pedaço de pão! Quero água! Dê-me aquele livro! - era deste jeito que ele pedia as coisas.

Seus pais ficavam muito tristes com isso. Já o coitado do Por Favor ficava na ponta da língua do menino, aguardando uma oportunidade para sair. Estava cada dia mais fraco.

Duda tinha um irmão mais velho, chamado João. Tinha quase dez anos; e era tão educado quanto Duda era malcriado. Por isso, o seu Por Favor recebia muito ar e era forte e bem-disposto.

Um dia, no café da manhã, o Por Favor de Duda sentiu que precisava tomar ar, mesmo que para isso tivesse de fugir. Foi o que fez - fugiu da boca de Duda, e inspirou longamente. Depois, arrastou-se pela mesa e pulou para a boca de João.

O Por Favor que morava lá ficou muito zangado.

- Saia! - ele gritou. - Aqui não é o seu lugar! Esta boca é minha!

- Eu sei - respondeu o Por Favor de Duda. - Eu moro na boca do irmão do seu senhor. Mas, meu Deus! Não sou feliz lá. Eu nunca sou usado. Nunca recebo ar puro! Pensei que você me deixaria ficar aqui por um dia ou dois, até eu me sentir mais forte.

- Mas é lógico - disse gentilmente o outro Por Favor. - Eu compreendo. Fique; quando o meu senhor me utilizar, sairemos juntos. Ele é bom, e eu tenho certeza de que não se importará em dizer "por favor" duas vezes. Fique o tempo que desejar.

Ao meio-dia, no almoço, João quis um pouco de manteiga e falou assim:

- Papai, pode me passar a manteiga, por favor - por favor?

- Pois não -, disse o pai. _ Mas por que tanta polidez?

João não respondeu. Voltou-se para a mãe, e disse:

- Mamãe, dê-me um bolinho, por favor - por favor?

A mãe sorriu.

- Vou lhe dar o bolinho, querido; mas porque você diz "por favor" duas vezes?

- Eu não sei -, respondeu João. - As palavras apenas saem.

Tita, por favor - por favor, me dê um pouco d'água!

Nesse momento, João ficou um pouco assustado.

- Tudo bem -, disse o pai. - Não há problema nenhum. Mas não se deve dizer tanto "por favor" neste mundo.

Enquanto isso, o pequeno Duda continuara gritando daquele seu jeito mal-educado:

- Quero um ovo! Quero um pouco de leite! Me dá uma colher! - Mas, então, ele parou e escutou o irmão. Achou que seria engraçado falar como João; por isso, começou: - Mamãe, dê-me um bolinho, m-m-m?

Ele estava tentando dizer "por favor" - mas como?

Ele não sabia que o seu pequenino Por Favor estava sentado na boca de João. Tentou outra vez, pedindo a manteiga:

- Manteiga, passe a manteiga, m-m-m?

E só conseguiu dizer isto.

A coisa continuou o dia inteiro, e todos ficaram imaginando o que havia de errado com os dois meninos. Quando anoiteceu, ambos estavam muito cansados, e Duda estava tão aborrecido que a mãe os mandou mais cedo para cama.

Mas na manhã seguinte, logo que se sentaram para o café, o Por Favor de Duda correu de volta para casa. Ele tinha tomado tanto ar puro no dia anterior que estava se sentindo bastante forte e feliz. E, no momento seguinte, ele foi outra vez arejado quando Duda falou: - Papai, por favor, corte a minha laranja! Meu Deus! A expressão saiu fácil, fácil! Soava tão bem como quando João a pronunciava - e João estava falando somente um "por favor" naquela manhã. E daquele dia em diante, o pequeno Duda tornou-se tão educado quanto o irmão.


Autora: Alicia Aspinwall, Extraído do "Livro das Virtudes para Crianças" - de William J. Bennett

 

 


Criação!



Você sabe como foi que Deus criou os "pais"?Quando o bom Deus estava criando o pai, ele começou com um molde alto.

Um anjo feminino que estava por perto disse:

- Que tipo de pai é este? Se o senhor vai fazer a criança pequena, perto do chão, porque tem que fazer o pai tão alto? Ele não será capaz de ajoelhar-se, ou colocar a criança na cama sem ter que curvar-se, até para beijar vai ter que levantar a criança.

Deus sorriu e disse:

- Sim, mas se o fizer do tamanho de uma criança, em quem as crianças vão se mirar?

E quando Deus fez as mãos do pai, elas eram largas e fortes.

A anja sacudiu a cabeça e disse:

- Mãos largas não podem manejar bem fraldas, alfinetes, pequenos botões, fitas ou mesmo remover sujeirinhas causadas pelo futebol.

Deus sorriu de novo e disse:

- Eu sei, mas elas serão grandes o suficiente para carregar tudo que um pequeno garoto tirar de seus bolsos, e ao mesmo tempo poderão reter um rosto de criança dentro delas.

Então Deus moldou as pernas, longas e os ombros largos.

Você reparou que acabou de fazer o pai sem busto para servir de colo? - falou a anja.

Deus disse:

- A mãe precisa ter colo. O pai precisa ombros fortes para puxar um carrinho, para equilibrar um garoto na bicicleta, para carrega-lo adormecido no caminho de volta do circo.

Deus estava para criar os maiores pés que alguém já viu, quando a anja não se conteve:

- Isto não é justo. O senhor honestamente pensa que essas galochas vão pisar manso saindo da cama quando a criança chorar de madrugada? Ou caminhar por uma festa de aniversário sem pisar pelo menos três dos pequenos convidados?

Deus sorriu e disse:

- Vão funcionar. Você vai ver. Eles agüentarão uma criança enquanto ela monta em um cavalo, ou vão assustar um rato no acampamento de verão.

Deus trabalhou toda a noite, dando ao pai poucas palavras, mas uma voz firme e com autoridade; olhos capazes de ver tudo, mas ainda assim manterem-se calmos e tolerantes. Finalmente, quando estava praticamente terminando, ele acrescentou lágrimas. Então, voltou-se para a anja e disse:

- Agora, você está satisfeita? Eu fiz o pai ser capaz de amar tanto quanto uma mãe!

E a anja não disse mais nada.

 Quando o bom Deus estava criando o pai, ele começou com um molde alto.

Um anjo feminino que estava por perto disse:

- Que tipo de pai é este? Se o senhor vai fazer a criança pequena, perto do chão, porque tem que fazer o pai tão alto? Ele não será capaz de ajoelhar-se, ou colocar a criança na cama sem ter que curvar-se, até para beijar vai ter que levantar a criança.

Deus sorriu e disse:

- Sim, mas se o fizer do tamanho de uma criança, em quem as crianças vão se mirar?

E quando Deus fez as mãos do pai, elas eram largas e fortes.

A anja sacudiu a cabeça e disse:

- Mãos largas não podem manejar bem fraldas, alfinetes, pequenos botões, fitas ou mesmo remover sujeirinhas causadas pelo futebol.

Deus sorriu de novo e disse:

- Eu sei, mas elas serão grandes o suficiente para carregar tudo que um pequeno garoto tirar de seus bolsos, e ao mesmo tempo poderão reter um rosto de criança dentro delas.

Então Deus moldou as pernas, longas e os ombros largos.

Você reparou que acabou de fazer o pai sem busto para servir de colo? - falou a anja.

Deus disse:

- A mãe precisa ter colo. O pai precisa ombros fortes para puxar um carrinho, para equilibrar um garoto na bicicleta, para carrega-lo adormecido no caminho de volta do circo.

Deus estava para criar os maiores pés que alguém já viu, quando a anja não se conteve:

- Isto não é justo. O senhor honestamente pensa que essas galochas vão pisar manso saindo da cama quando a criança chorar de madrugada? Ou caminhar por uma festa de aniversário sem pisar pelo menos três dos pequenos convidados?

Deus sorriu e disse:

- Vão funcionar. Você vai ver. Eles agüentarão uma criança enquanto ela monta em um cavalo, ou vão assustar um rato no acampamento de verão.

Deus trabalhou toda a noite, dando ao pai poucas palavras, mas uma voz firme e com autoridade; olhos capazes de ver tudo, mas ainda assim manterem-se calmos e tolerantes. Finalmente, quando estava praticamente terminando, ele acrescentou lágrimas. Então, voltou-se para a anja e disse:

- Agora, você está satisfeita? Eu fiz o pai ser capaz de amar tanto quanto uma mãe!

E a anja não disse mais nada.

 

 Quando o bom Deus estava criando o pai, ele começou com um molde alto.

Um anjo feminino que estava por perto disse:

- Que tipo de pai é este? Se o senhor vai fazer a criança pequena, perto do chão, porque tem que fazer o pai tão alto? Ele não será capaz de ajoelhar-se, ou colocar a criança na cama sem ter que curvar-se, até para beijar vai ter que levantar a criança.Deus sorriu e disse:

- Sim, mas se o fizer do tamanho de uma criança, em quem as crianças vão se mirar?

E quando Deus fez as mãos do pai, elas eram largas e fortes.

A anja sacudiu a cabeça e disse:

- Mãos largas não podem manejar bem fraldas, alfinetes, pequenos botões, fitas ou mesmo remover sujeirinhas causadas pelo futebol.

Deus sorriu de novo e disse:

- Eu sei, mas elas serão grandes o suficiente para carregar tudo que um pequeno garoto tirar de seus bolsos, e ao mesmo tempo poderão reter um rosto de criança dentro delas.

Então Deus moldou as pernas, longas e os ombros largos.

Você reparou que acabou de fazer o pai sem busto para servir de colo? - falou a anja.

Deus disse:

- A mãe precisa ter colo. O pai precisa ombros fortes para puxar um carrinho, para equilibrar um garoto na bicicleta, para carrega-lo adormecido no caminho de volta do circo.

Deus estava para criar os maiores pés que alguém já viu, quando a anja não se conteve:

- Isto não é justo. O senhor honestamente pensa que essas galochas vão pisar manso saindo da cama quando a criança chorar de madrugada? Ou caminhar por uma festa de aniversário sem pisar pelo menos três dos pequenos convidados?

Deus sorriu e disse:

- Vão funcionar. Você vai ver. Eles agüentarão uma criança enquanto ela monta em um cavalo, ou vão assustar um rato no acampamento de verão.

Deus trabalhou toda a noite, dando ao pai poucas palavras, mas uma voz firme e com autoridade; olhos capazes de ver tudo, mas ainda assim manterem-se calmos e tolerantes. Finalmente, quando estava praticamente terminando, ele acrescentou lágrimas. Então, voltou-se para a anja e disse:

- Agora, você está satisfeita? Eu fiz o pai ser capaz de amar tanto quanto uma mãe!

E a anja não disse mais nada.

 

 Autor: Antoine de Saint-Exupery, aviador e escritor francês. 

Ética e Mochila Escolar



É quando o discípulo está pronto que o mestre aparece. É um velho ditado hindu. Muitas vezes o mestre não é uma pessoa, mas um episódio do cotidiano. A Psicologia Educacional está presente nos pequenos atos, que podem passar despercebidos.

Venha comigo observar, à porta de uma escola qualquer, a hora da chegada das crianças com as respectivas mães. Observe: quem carrega a mochila escolar? Na maioria das vezes é a mãe. Essa mãe, por hipersolicitude e num gesto de amor, carrega a mochila do filho para poupá-lo desse esforço. Há mãe exagerada: leva três mochilas nas costas, segura ou carrega o filho menor, enquanto vai cuidando para que os outros filhos não fiquem se matando pelo caminho.

E, quando chegam ao portão da escola, o que acontece?

O filho foge para dentro da escola, e a mãe tem de correr atrás dele para entregar-lhe a mochila e, já com os lábios estendidos, dar-lhe um beijinho de despedida...

Por que um filho, nessa despedida, não beija sua mãe?

Qualquer ser humano, ao se separar de alguém, pelo menos por educação se despede dele. Os enamorados beijam-se tão demoradamente que é impossível saber se estão se despedindo, ou "ficando", ou até mesmo se chegando... Somente quando não usufruímos a companhia é que "saímos de fininho", isto é, sem nos despedir dela. Portanto, se um filho não beija sua mãe é porque não usufruiu prazerosamente sua companhia. Significa também que o filho não reconheceu a ajuda que a mãe lhe deu.

Ajudar é muito nobre e um gesto de amor, ao qual mãe nenhuma se furta. Mas, se não ficar claro que a mãe o está ajudando, o filho pode entender que é responsabilidade dela carregar sua mochila. Assim se perpetua que quem vai à escola é ele, mas quem deve carregar a mochila é a mãe.

Para que carregar sua mochila se, até então, isso é obrigação da mãe? Essa é uma das melhores maneiras de um filho não adquirir responsabilidade pela própria vida. Mas o pior é quando o filho acredita que é obrigação dos pais carregar as "mochilas da vida" e que a ele só cabe viver o prazer. O filho se deforma transformando-se em "folgado", enquanto os pais se "sufocam".

Assim vai se organizando uma falta de ética em que o respeito a quem o ajuda passa a não existir e a responsabilidade pelos próprios compromissos a se diluir. Quem não respeita a própria mãe não tem por que respeitar outras pessoas: pai, professores, autoridades sociais ou qualquer ser vivente, seja mendigo, seja índio... Quem não se responsabiliza pelos próprios atos não tem por que se preocupar com o que faz ou deixa de fazer... Tudo isso pode ocorrer se carregar a mochila do filho for extensão social do que a mãe faz dentro de casa, isto é, se ela carrega também a casa toda...

Carregar a mochila do filho é um erro de amor. Cometido por amor, pode ser até aceitável, mas não se justifica. O maior amor é criá-lo e educá-lo para a vida. E a vida exige qualidade, ética, liberdade e responsabilidade. Ainda bem que nossa psique é plástica e os comportamentos podem ser mudados a qualquer momento, desde que estejamos realmente mobilizados para isso.

Na primeira oportunidade esta mãe deveria fazer o esforço sobrematerno, que é maior que o sobre-humano, para não carregar a mochila do filho. Vai ser uma briga interna muito grande contra a sensação de estar sendo má, incompetente e omissa... Mas a mãe tem de saber que o que sempre fez, pensando estar ajudando, na realidade prejudicou o filho e acreditar que pode mudar. Portanto, essa mudança de atitude tem a finalidade de educar saudavelmente o filho, porque só o amor não é suficiente para uma boa educação.

O filho tem de sentir todo o peso de sua mochila. Cabe à mãe oferecer ajuda. Se ele, por birra, já que nunca carregou peso algum, recusar a ajuda, ótimo! A mãe não deve sentir-se inútil. Pelo contrário, deve usufruir o filho, que está começando a assumir a própria responsabilidade, e curtir essa felicidade. A mãe não deve incomodar-se com os olhares indignados de outras mães, querendo dizer: "Que mãe desnaturada, que deixa o filho soterrado sob a mochila". A mãe precisa devolver os olhares dizendo "quão cegas e submissas elas estão sendo aos próprios filhos, que logo irão chamá-las de "escravas", e perceber nelas já uma pontinha de inveja por alguém estar conseguindo o que elas sempre desejaram... É bem provável que já no dia seguinte essa mãe encontre algumas parceiras para sua felicidade.

Chegará uma hora em que o próprio filho, não agüentando mais carregar a mochila, dirá, com aquele ar de súplica que desmonta qualquer coluna vertebral materna: "Manhêêê, me ajuda?" Esta é a hora sagrada que Deus arrumou para a mãe tentar reparar as falhas educativas anteriores. Portanto, não a deve perder de forma alguma. Carregar todo o peso da mochila outra vez, jamais! Mesmo que tenha de lutar com todas as forças contra o "determinismo do instinto materno". É chegada a hora de efetivamente ajudar o filho no que ele precisa. Portanto, nesse exato momento cabe à mãe abrir a mochila, que ele mesmo deve, ou deveria, ter arrumado, e deixá-lo pegar o que consegue carregar. Se ele quiser levar a mochila com menos cadernos, ótimo! Se quiser carregar alguns cadernos, ótimo também! Mesmo que seja pouco, se o filho começar a carregar alguma coisa, já é ótimo. Até agora o que ele aprendeu é que levar a mochila é obrigação da mãe. Portanto, vamos devagar, até ele reaprender que essa obrigação é dele, e a sua mãe só o está ajudando. Se de pequenino o filho carrega alguns cadernos, à medida que vai crescendo pode levar mais cadernos, até chegar o dia em que conseguirá carregar toda a mochila. Educar é preparar o filho para a alegria da liberdade sem depender de ninguém para "carregar suas mochilas".

Nesse novo processo, o mais importante é que o filho, ao chegar ao portão da escola, sente na própria pele a ajuda de sua mãe, medida e quantificada pelo peso da mochila que deixou de carregar. Nessa hora, seu coraçãozinho se enche de gratidão, e vem espontaneamente o tão desejado beijo do qual ela tanto correu atrás. É um sentimento de reconhecimento do esforço que sua mãe sempre fez e ao qual ele nunca deu valor. Esse reconhecimento dá ao filho o sinal da existência da mãe. Se existe, a mãe deve ser respeitada.

Assim, o filho, carregando a própria mochila, sendo auxiliado pela mãe nessa pesada tarefa, cria dentro de si respeito pela pessoa que o ajuda. Essa gratidão entra em seu quadro de valores e penetra fundo em seu modo de ser. Quem tem respeito à própria mãe também respeita seus semelhantes. É dessa maneira que um filho pequeno adquire a ética que vai torná-lo um cidadão na sociedade.

 

 

Destaques:

1.Quem não se responsabiliza pelos próprios atos não tem por que se preocupar com o que faz ou deixa de fazer...

2.A vida exige qualidade, ética, liberdade e responsabilidade. Ainda bem que nossa psique é plástica e os comportamentos podem ser mudados a qualquer momento, desde que estejamos realmente mobilizados para isso.

3.Só o amor não é suficiente para uma boa educação.

4.Quem tem respeito à própria mãe também respeita seus semelhantes. É dessa maneira que um filho pequeno adquire a ética que vai torná-lo um cidadão na sociedade.

Autor: Içami Tiba, Psiquiatra, Psicodramatista, Especialista em Adolescentes, Orientador Educacional.  

MAU COMPORTAMENTO E AGRESSIVIDADE NA INFÂNCIA

Você sabia...


Muitas crianças agressivas ou com mau comportamento apresentam, na verdade, um sofrimento psíquico.

Ao contrário do que se pensava, os transtornos mentais podem iniciar-se já na fase infantil, sendo então bastante devastadores na vida do indivíduo. A alteração comportamental é uma das maneiras mais comuns da criança manifestar tristeza, medo, ansiedade, inveja, baixa auto-estima, ou sofrimentos psíquicos de outra natureza. É incomum que a criança consiga verbalizar seu sofrimento.

Ela ainda não possui linguagem e pensamento amadurecidos para isso. Isto acontece porque a criança encontra-se ainda em DESENVOLVIMENTO e, a imaturidade dos seus sistemas nervoso e emocional faz com que ela tenha muito mais manifestações comportamentais do que verbais. As crianças podem tornar-se agressivas, terem queda de seu rendimento escolar ou mesmo mudarem sua "personalidade" em decorrência de um estresse emocional ou até mesmo um transtorno psiquiátrico mais sério. O mau-comportamento deve servir de alerta aos pais, para procurarem ajuda para seus filhos. O diagnóstico e tratamento precoces podem evitar isto!

Costumamos graduar o mau-comportamento de crianças e adolescentes segundo a seguinte escala:

  1. desobediência

  2. mentira

  3. roubo

  4. cabular aula

  5. fuga

  6. destruição

  7. incendiarismo

  8. abuso de drogas

  9. crueldade

  10. violência.

Esta escala descreve uma evolução do mau-comportamento em termos de gravidade e de evolução ao longo da vida, ou seja: crianças pequenas que começam a apresentar desobediência, e que não foram adequadamente orientadas pelos pais, poderão usar drogas e cometer atos violentos na adolescência.

DESOBEDIÊNCIA - desobedecer significa contrariar a autoridade do outro, quer sejam os pais, professor, etc. Ela pode se manifestar de diversas maneiras: " passividade: a criança ouve, fica quieta e faz o que quer; " enfrentamento pela negativa: "não quero"; "não vou"; " negativismo, ou seja, agir pelo não: faz exatamente o contrário do que lhe foi solicitado. Muitas crianças pequenas desobedientes apresentam, na verdade, o que chamamos Transtorno Opositor Desafiante: é um padrão constante e repetitivo de enfrentamento e desobediência, que acaba por interferir no desenvolvimento da personalidade da criança, tornando-a susceptível a desenvolver comportamentos mais sérios na adolescência/ vida adulta, como uso de drogas ou delinqüência.

MENTIRA - é uma atitude voluntária de falsificar a verdade. Começa a aparecer em geral, após os 3 anos de idade. Antes disso, o que temos são fantasias e não mentiras propriamente ditas. Existem 3 principais motivos que levam uma criança a mentir: " quando teme alguma coisa (apanhar, por exemplo): quando as crianças não têm muita liberdade para expressarem seus sentimentos ou ações (um ambiente muito repressor e/ou violento), acabam aprendendo a mentir como forma de receberem menos punições; " quando quer alguma coisa: ambientes que nunca gratificam a criança podem fazer com que ela passe a mentir ou até simular doenças, para conseguir o que quer; " quando quer mostrar que conhece a falsidade: pessoas que cuidam de crianças (pais, cuidadores, professores, etc) e que possuem o hábito de mentir, inventar histórias, prometer coisas que depois não cumprirão, podem fazer com que as crianças passem a apresentar este mesmo tipo de comportamento, como espécie de imitação.

ROUBO - a partir dos 2 anos, a criança passa a ter noção do "meu" e do "teu"; dos 3 para 4 anos, ela passa de fato a ter noção de propriedade e, portanto, todo roubo que ela passar a realizar a partir daí, será consciente e acompanhado da noção de culpa. Devemos avaliar o que a criança rouba: é menos grave roubar um objeto bonito e que lhe chame muito a atenção do que roubar um objeto do cotidiano, que não tenha nenhum atrativo visual. Assim, não devemos medir a gravidade do ato de roubar de uma criança pelo valor do objeto mas sim, pela compreensividade daquele objeto ter despertado o interesse e a curiosidade daquela criança. Assim, roubar um lápis pode ser mais grave do que roubar um enfeite qualquer de cristal.

CABULAR AULAS - mais comum em crianças maiores, a partir do 6º. ano (antiga 5ª. série) do ensino fundamental. Esta "transgressão" pode estar associada a uma série de fatores: impaciência em permanecer na sala de aula; não acompanhamento do conteúdo escolar; seguir o grupo; sentimentos de inadequação com relação aos outros colegas de classe, entre outros. O ato de cabular aula, isoladamente, pode não ser nada de mais. Faz parte do desenvolvimento normal, principalmente na fase da adolescência, apresentar este tipo de comportamento. Cabe aos pais e à escola investigar as possíveis causas do comportamento e impedir novos episódios. Muitas vezes, entretanto, esta é a exteriorização de algum sofrimento psíquico-emocional pelo qual a criança ou o adolescente estejam passando. A ajuda de profissionais especializados nestes problemas e nesta faixa etária, poderá minimizar possíveis conseqüências desastrosas para o futuro.

FUGA - uma criança de 2 ou 3 anos pode já apresentar "escapadas" de casa: sair para ir à algum lugar. Há uma finalidade consciente, mas não há ainda uma consciência plena de "transgressão". Na fuga propriamente dita, além de haver maior clareza, por parte da criança, sobre seu "ato transgressor", não há uma finalidade no comportamento em si. Neste sentido, ele é muito mais preocupante e pode indicar presença de doenças psíquicas ou emocionais na criança.

DESTRUIÇÃO - geralmente indica uma descarga de agressividade. A maneira como o adulto lida com isso será fundamental para a evolução deste comportamento, que poderá ser benigna, com sua extinção ou maligna, com evolução para comportamentos delinqüênciais. Algumas doenças neurológicas ou psiquiátricas podem estar envolvidas e, crianças que apresentam episódios de destruição muito intensos ou muito freqüentes deverão ser vistas por um especialista.

INCENDIARISMO - é a destruição pelo fogo. Pode iniciar-se numa criança, apenas como forma de ela "medir" o seu poder. Mas pode evoluir de uma maneira bastante negativa, como forma de ato vingativo, tornando-se assim um ato delinqüencial. Neste caso, estará sempre ligado a aspectos de afetividade intensa (ódio, inveja, etc) e poucos recursos para conter estes afetos.

ABUSO DE DROGAS - as drogas alteram nosso estado de consciência e, em geral, trazem sensações físicas agradáveis, razão pela qual seus usuários buscam repetir seus efeitos, tornando-se assim dependentes. Em nosso meio, é cada vez mais precoce a experimentação de substâncias ilícitas. No adolescente a experimentação, por si só, não constitui um comportamento patológico; ela está incluída numa atitude global de busca por novas experiências que lhe façam sentido, na construção de uma identidade. Entretanto, alguns fatores de risco estão associados à manutenção deste uso: " A curiosidade natural do adolescente é um dos fatores de risco mais importantes, posto ser o que o moverá para experimentar a substância, estando assim sob risco de desenvolver dependência; " O fácil acesso às drogas e as oportunidades de uso; " Ser do sexo masculino (meninos experimentam mais do que as meninas); " Influência de modismos; " Condições familiares, tanto pelo aspecto genético (filhos de pais dependentes apresentam 4 vezes mais chance de o serem também) quanto pelos aspectos ambientais, fortemente relacionados ao início do uso; " Uso de drogas por pais e/ ou amigos; " Relacionamento ruim com os pais; " Fatores internos do adolescente, como insatisfação e não-realização em suas atividades, insegurança, baixa auto-estima e sintomas depressivos; " Baixo desempenho escolar. O uso de drogas afeta diretamente o desenvolvimento da criança e do adolescente, principalmente com relação às funções cognitivas (capacidade de raciocinar, aprendizagem, etc), capacidade de julgamento, humor e os relacionamentos interpessoais. Quanto mais precoce o início do uso, maiores serão as deficiências nestas áreas.

CRUELDADE - aqui, o impulso destrutivo não é movido pela emoção violenta, mas sim pelo prazer que o indivíduo sente em ver o sofrimento alheio, quer seja de outra pessoa ou um animal. Quanto menor a idade da criança, mais grave serão as conseqüências deste tipo de atitude em seu desenvolvimento.

VIOLÊNCIA E CONDUTA ANTI-SOCIAL - crianças e adolescentes com comportamentos violentos e "anti-sociais" recorrentes apresentam o que chamamos "Transtorno de Conduta". Dentre suas características, destacam-se: o tendência permanente para apresentar comportamentos que incomodam e perturbam; o envolvimento em atividades perigosas e até mesmo ilegais; o não apresentam sofrimento psíquico ou constrangimento com as próprias atitudes; o não se importam em ferir os sentimentos das pessoas ou desrespeitar seus direitos; o não possuem capacidade de aprender com as conseqüências negativas dos seu próprios atos. O transtorno de conduta está geralmente associado ao baixo rendimento escolar e a problemas de relacionamento com colegas. É importante lembrar que crianças vítimas de violência podem apresentar comportamentos anti-sociais como reação de estresse.

O tratamento para todos estes transtornos acima citados requer, muitas vezes, as abordagens psicoterápica, medicamentosa ou ambas. Sua duração é, em geral, bem menor que o tratamento do adulto e, quanto mais cedo for iniciado, menor a chance de evoluir para um transtorno crônico na vida adulta, com necessidade de tratamento para o resto da vida.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Lixo: um problema e tanto!


Você sabia que no mundo todo são geradas 3,5 , milhões de toneladas de lixo POR DIA, o que significa cerca de 600 gramas de lixo por pessoa?

Uma pessoa que vive 70 anos produz, ao longo da vida, 15 toneladas de lixo. E aí? O que fazer com tanto entulho?

Muita gente não se preocupa com o lixo. afinal, basta jogar fora que ele some da nossa vida.

No entanto, muitas vezes, o lixo vai para aterros sanitários, que, no Brasil, são poucos e estão no limite de sua capacidade.

A verdade é que estamos ficando sem lugar para colocar todo o lixo que produzimos. por isso, o lixo se tornou uma das questões mais sérias do século 21.

Então o que devemos fazer? 


Reduzir

Diminuir o consumo de materiais,
 adotando práticas conscientes.

Reciclar

separar o material que pode ser reaproveitado.

Reutilizar

Aprender a reutilizar materiais,
diminuindo a quantidade de entulho descartado.

Vamos descobrir juntos práticas de consumo consciente que reduzem a quantidade de lixo e maneiras simples de reutilizar materiais.

Leia com atenção.
Compartilhe o que aprender.
O planeta agradece.

A primeira palavra mágica: REDUZIR.

O que acontece com o lixo?

No Brasil, 88% do lixo doméstico vai para aterros sanitários. Uma vez no aterro, normalmente, o lixo se decompõe.
O problema é que esse processo pode demorar muito, muito tempo!

Veja alguns exemplos:

Material

Tempo de 

decomposição

Papel

De 3 a 6 meses

Lata de aço

10 anos

Madeira pintada

13 anos

Nylon

Mais de 30 anos

Embalagem longa vida

100 anos

Sacola plástica

Mais de 100 anos

Lata de alumínio

De 200 a 500 anos

Plástico rígido(embalagens, equipamentos, etc.)

Até 450 anos

Vidro

1 milhão de anos

pneus

indeterminado



O lixo que produzimos hoje poderá ficar décadas em contato com o meio ambiente, trazendo consequências indesejáveis.
Por isso, REDUZIR é uma palavra chave hoje em dia.

Veja o que você pode fazer para diminuir 
a quantidade de lixo que produz.

ADOTE UM CONSUMO CONSCIENTE.
Compre apenas o que você precisa. evite os excessos.

FIQUE DE OLHO NAS DATAS.
Para evitar comprar algo que precisará ser descartado logo.

DIMINUA AS EMBALAGENS.
Dê preferência a produtos com poucas emabalgens ou vendidos a granel. Recuse sacolas e embrulhos desnecessários.

CUIDE DAQUILO QUE COMPRA.
Prolongue o uso dos materiais que comprar. Mantenha-os bem conservados para aumentar a durabilidade.



SEGUNDA PALAVRA MÁGICA: REUTILIZAR

Vida nova ao lixo

Nem tudo aquilo que você deseja descartar precisa acabar no lixo. Com criatividade e bom senso, muitos materiais podem ser reaproveitados.
o mais importante é perder o preconceito e lutar contra a cultura do desperdício.
Um caso grave é o lixo eletrõnico, que envolve aparelhos como TV, celulares e computadores, entre outros. No mundo todo, são produzidos 50 milhões de toneladas de lixo eletronico por ano.
O culto pelo novo, pelo mais rápido e moderno gera uma cultura que desperdiça equipamentos que poderiam ser aproveitados por outras pessoas.
peças de equipamentos usados tem serventia. 94% das peças de um computador, incluindo peças metálicas, plásticas ou de borracha, podem ser reaproveitadas.

VEJA COMO DAR VIDA NOVA AO LIXO

DOE OU VENDA
Passe adiante aquilo que você não quer mais. Livros velhos podem ser um verdadeiro tesouro para bibliotecas públicas ou sebos. Móveis velhos podem mobiliar outros lares. equipamentos usados podem ser úteis em ONGs.

CONSERTE E REFORME
Evite jogar algo apenas por que está quebrado. verifique se não é possível consertar ou recuperar com a troca de algumas peças.

VALORIZE A SUCATA
Existem empresas e pessoas que sobrevivem a partir da comercialização da sucata. Tem algo que não precisa mais? Pode ter certeza que alguém vai encontar uma nova finalidade para esse entulho. você ajuda o planeta e ainda garante o sustento de outras pessoas.

Você sabia que...
  • Se o lixo eletrônico produzido pela humanidade a cada ano pudesse ser carregado por um trem, ele teria o tamanho suficiente para dar uma volta completa em torno do planeta.
  • Em 2008, o Brasil ultrapassou o número de 135 milhões de usuários. 25% deles trocam de aparelho todo ano.7% simplesmente jogam fora o equipamento velhos.
TERCEIRA PALAVRA MÁGICA: RECICLAR

LIXO: UMA FONTE DE RIQUEZAS

Pode parecer estranho dizer isso, mas o lixo é mesmo uma fonte de riquezas. além de gerar dinheiro para milhares de pessoas envolvidas no ciclo da reciclagem, o hábito, em si, gera uma grande economia.
Diminuímos o consumo de matérias-primas e economizamos a energia gasta na produção de novos materiais.
Veja alguns exemplos:

  • Para produzir 1 tonelada de alúminio é necessário usar 5 toneladas de bauxita. Reciclar exige 5% da energia gasta para produzir alumínio novo. Uma ecomia de 95%.
  • Para produzir uma tonelada de papel é preciso derrubar 20 eucaliptos, àrvore que leva 7 anos para crescer até o tamanho ideal.
  • reciclar vidro reduz 32% de energia elétrica consumida para produzir vidro novo.

Por isso, reciclar é uma atitude benéfica para o meio ambiente. Infelizmente, o Brazil recicla muito pouco, apenas 2%.

Aumentar esse índice não é difícil:

  1. Procure informar para saber onde é possível depositar material reciclável.
  2. Separe o lixo recicláveis e dos restos orgânicos.
  3. Exemplos de lixo reciclável: papel(jornais, caixas de papelão, etc.) metal 9 latas, clipes, papel alumínio, etc.0 Plástico ( emabalgens, garrafas de refrigerante, copos plásticos, etc.) e vidro ( garrafas, potes, etc.).
Você sabia que...

  • Apenas 5% do vidro é reciclado no Brasil.
  • calcula-se que o Brasil desperdiça R$4,6 bilhões por ano por não reciclar tudo o que poderia.
Papel e plástico - Os reis do lixo.

Apesar de estarmos em plena era da informação, ainda usamos muito papel. Um brasileiro consome, em média, 30 kg de papel por ano! E o que falar do plástico? Todo dia nós voltamos para casa com pelo menos uma sacolinha. 
 
Que tal reduzir o consumo? Não é difícil. veja como:

  • Dê um descanso para a impressora;
Imprima apenas o que for estritamente necessário. Você não precisa ter uma cópia de todos os arquivos que estão armazenados no seu  computador.

  • Uma folha de papel tem 2 lados:
é comum as pessoas usarem apenas um dos lados de uma folha de papel, um enorme desperdício. sempre que possível, use os dois lados.

  • Diminua a quantidade de papel em circulação:
Priviegie a comunicação eletrônica, como e-mails, por exemplo. Evite o envio indiscriminado de bilhetes e documentos. E, recuse o recebimento de material que você nãopediu, como folhetos, etc.

  • Evite as sacolinhas descartáveis:
Mais de 90% das sacolas plásticas dos supermercados acabam no lixo. quando for as compras, leve suas próprias sacolas ou mochilas. Alguns mercados já fornecem sacolas de pano ou papel.

  • Evite as garrafas:
Em vez de comprar água engarrafada, compre um filtro. Você diminui o lixo e economiza dinheiro.
Você sabia que...

  1. 39% do lixo produzido nas cidades brasileiras constituem-se de papel e papelão.
  2. O plástico reciclado das garrafas PET tem muitas utilidades. Ele serve de matéria-prima para confecção de novas embalegens plásticas, fibras, cordas e até roupas!
O LIXO É MAIS TÓXICO DO QUE VOCÊ IMAGINA

O problema do lixo não se resume apenas à quantidade de material descartado. O tipo de material que vai parar nos aterros também traz preocupações.
Sem saber, muita gente descarta entulhos e resíduos que provocam graves impactos ao meio ambiente.

Veja alguns exemplos:
  1.  Pilhas e baterias de celular contêm metais altamente tóxicos. Uma pilha comum tem mercúrio, cádmio e chumbo. Quando depositada em aterros esses elementos "vazam" e podem contaminar o solo e lençóis freáticos.
  2. Medicamentos: muita gente joga fora medicamentos vencidos. Normalmente os remédios contem elementos químicos não biodegradaveis e que podem até provocar mutações em microorganismos!
  3. Òleos:você sabia que 1 litro de óleo jogado na pia ou no ralo pode contaminar 1 milhão de litros de água? Uma tremenda dor de cabeça para as agências de saneamento básico!

VEJA O QUE FAZER PARA DIMINUIR ESSE IMPACTO:

  • Recarregue: dê preferência a pilhas recarregáveis. você as utiliza por mais tempo e ainda economiza um bom dinheiro!
  • Reutilize: Alguns equipamentos exigem menos energia que outros. as pilhas que você usou na sua máquina fotográfica digital, por exemplo, podem ser usadas no controle remoto da sua T.V. que funciona muito tempo, mesmo com pilhas semiusadas.
  • Use pilhas alcalinas: elas não contêm metais pesados e podem ser descartadas no lixo comum.
  • Compre o suficiente: evite estocar grandes quantidades de medicamentos. Um dia você pode descobrir que muitos deles " ultrapassaram" o prazo de validade.
  • Ralo não é lixo: jamais jogue óleo de cozinha usado em ralos e vasos sanitários.
Tenha cuidado para descartar no lugar certo: existem entidades que fazem coleta de materiais como óleo usado, remédios, pilhas e baterias. Informe-se.

Você sabia que...

  • Brasileiros consomem 1,2 bilhões de pilhas e 400 milhões de baterias de celular por ano.
  • Calcula-se que 20% dos medicamentos adquiridos no Brasil são descartados.
Para saber mais:

- http:// www.ibge.gov.br
-http:// www.onu-brasil.org.br
-http://www.cempre.org.br
-http://planetasustentável.abril.uol.com.br
-http://www.abratas.com.br
-http://greenpeace.org.br
-http:// www.lixo.com.br
-http://reciclaveis.com.br