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terça-feira, 5 de maio de 2009

A arte de educar através de histórias - seleção das melhores-

Corrida dos Sapinhos

sapos, sapinhos, frogs

Era uma vez uma corrida de sapinhos.  
Eles tinham que subir uma grande torre e, atrás havia uma multidão, muita gente que vibrava com eles. 
Começou a competição.
A multidão dizia:
Não vão conseguir, não vão conseguir!
Os sapinhos iam desistindo um a um, menos um deles que continuava subindo. 
E a multidão continuava a aclamar: 
Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir
E os sapinhos iam desistindo, menos um, que subia tranqüilo, sem esforços. 
Ao final da competição, todos os sapinhos desistiram, menos aquele. 
Todos queriam saber o que aconteceu, e quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até o fim, descobriram que ele era SURDO. 
Quando a gente quer fazer alguma coisa que precise de coragem não deve escutar as pessoas que falam que você não vai conseguir. 
Seja surdo aos apelos negativos. 
Autor desconhecido 

 O Pardal e a águia


O sol anunciava o final de mais um dia e lá, entre as árvores, estava Andala, um pardal que não se cansava de observar Yan, a grande águia. 
Seu vôo preciso, perfeito, enchia seus olhos de admiração. 
Sentia vontade em voar como a águia, mas não sabia como o fazer. 
Sentia vontade em ser forte como a águia, mas não conseguia assim ser. 
Todavia, não cansava de segui-la por entre as árvores só para vislumbrar tamanha beleza... 
Um dia estava a voar por entre a mata a observar o vôo de Yan, e de repente a águia sumiu da sua visão. 
Voou mais rápido para reencontrá-la, mas a águia havia desaparecido. 
Foi quando levou um enorme susto: deparou de uma forma muito repentina com a grande águia a sua frente. 
Tentou conter o seu vôo, mas foi impossível, acabou batendo de frente com o belo pássaro. 
Caiu desnorteado no chão e quando voltou a si, pode ver aquele pássaro imenso bem ao seu lado observando-o. 
Sentiu um calafrio no peito, suas asas ficaram arrepiadas e pôs-se em posição de luta. 
A águia em sua quietude apenas o olhava calma e mansamente, e com uma expressão séria, perguntou-lhe:
Por que estás a me vigiar, Andala?
Quero ser uma águia como tu, Yan. 
Mas, meu vôo é baixo, pois minhas asas são curtas e vislumbro pouco por não conseguir ultrapassar meus limites.
E como te sentes amigo sem poder desfrutar, usufruir de tudo aquilo que está além do que podes alcançar com tuas pequenas asas?
Sinto tristeza. Uma profunda tristeza. A vontade é muito grande de realizar este sonho... - O pardal suspirou olhando para o chão... E disse:
Todos os dias acordo muito cedo para vê-la voar e caçar. 
És tão única, tão bela. 
Passo o dia a observar-te. E não voas? Ficas o tempo inteiro a me observar? Indagou Yan.
Sim. A grande verdade é que gostaria de voar como tu voas... Mas as tuas alturas são demasiadas para mim e creio não ter forças para suportar os mesmos ventos que, com graça e experiência, tu cortas harmoniosamente...
Andala, bem sabes que a natureza de cada um de nós é diferente, e isto não quer dizer que nunca poderás voar como uma águia. 
Sê firme em teu propósito e deixa que a águia que vive em ti possa dar rumos diferentes aos teus instintos. 
Se abrires apenas uma fresta para que esta águia que está em ti possa te guiar, esta dar-te-á a possibilidade de vires a voar tão alto como eu. 
Acredita! - E assim, a águia preparou-se para levantar vôo, mas voltou-se novamente ao pequeno pássaro que a ouvia atentamente:
Andala, apenas mais uma coisa: Não poderás voar como uma águia, se não treinares incansavelmente por todos os dias. 
O treino é o que dá conhecimento, fortalecimento e compreensão para que possas dar realidade aos teus sonhos. 
Se não pões em prática a tua vontade, teu sonho sempre será apenas um sonho. 
Esta realidade é apenas para aqueles que não temem quebrar limites, crenças, conhecendo o que deve ser realmente conhecido. 
É para aqueles que acreditam serem livres, e quando trazes a liberdade em teu
coração poderás adquirir as formas que desejares, pois já não estarás apegado a nenhuma delas, serás livre! 
Um pardal poderá, sempre, transformar-se numa águia, se esta for sua vontade. 
Confia em ti e voa, entrega tuas asas aos ventos e aprende o equilíbrio com eles. 
Tudo é possível para aqueles que compreenderam que são seres livres, basta apenas acreditar, basta apenas confiar na tua capacidade em aprender e ser feliz com tua escolha! 
Autor desconhecido 

Assembléia na Carpintaria

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Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembléia. Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças. 

Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar. A causa?
Fazia demasiado barulho; e além do mais, passava todo o tempo golpeando.
O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.
Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos. 
A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito.
Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. 
Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel. Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia reativou a discussão.
Foi então que o serrote tomou a palavra e disse: 
"Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, e concentremo-nos em nossos pontos fortes."
A assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar asperezas, e o metro era preciso e exato.
Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade.
Sentiram alegria pela oportunidade de trabalhar juntos.Ocorre o mesmo com os seres humanos. Basta observar e comprovar.Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa; ao contrário, quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas.
É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo. Mas encontrar qualidades... isto é para os sábios!!!!
Autor desconhecido 


Os três Leões

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Numa determinada floresta havia 03 leões. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e disse: 
Nós, os animais, sabemos que o leão é o rei dos animais, mas há uma dúvida no ar: existem 03 leões fortes. 
Ora, a qual deles nós devemos prestar homenagem? Quem, dentre eles, deverá ser o nosso rei? 

Os 03 leões souberam da reunião e comentaram entre si: 

- É verdade, a preocupação da bicharada faz sentido, uma floresta não pode ter 03 reis, precisamos saber qual de nós será o escolhido. Mas como descobrir? 
Essa era a grande questão: lutar entre si eles não queriam, pois eram muito amigos. 
O impasse estava formado. De novo, todos os animais se reuniram para discutir uma solução para o caso. Depois de usarem várias técnicas de reuniões, eles tiveram uma idéia excelente. O macaco se encontrou com os 03 felinos e contou o que eles decidiram: - Bem, senhores leões, encontramos uma solução desafiadora para o problema. A solução está na Montanha Difícil. 
- Montanha Difícil? Como assim? 
- É simples, ponderou o macaco. Decidimos que vocês 03 deverão escalar a Montanha Difícil. O que atingir o pico primeiro será consagrado o rei dos reis. 
A Montanha Difícil era a mais alta entre todas naquela imensa floresta. O desafio foi aceito. No dia combinado, milhares de animais cercaram a Montanha para assistir a grande escalada. 
O primeiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado. 
O segundo tentou. Não conseguiu. Foi derrotado. 
O terceiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado. 
Os animais estavam curiosos e impacientes, afinal, qual deles seria o rei, uma vez que os 03 foram derrotados? Foi nesse momento que uma águia sábia, idosa na idade e grande em sabedoria, pediu a palavra: 
- Eu sei quem deve ser o rei!!! Todos os animais fizeram um silêncio de grande expectativa. 
- A senhora sabe, mas como? Todos gritaram para a águia. 
- É simples, confessou a sábia águia, eu estava voando entre eles, bem perto e, quando eles voltaram fracassados para o vale, eu escutei o que cada um deles disse para a montanha. 
O primeiro leão disse: Montanha, você me venceu! 
O segundo leão disse: Montanha, você me venceu! 
O terceiro leão também disse: Montanha, você me venceu, por enquanto! Mas você, montanha, já atingiu seu tamanho final, e eu ainda estou crescendo. 
A diferença, completou a águia, é que o terceiro leão teve uma atitude de vencedor diante da derrota e quem pensa assim é maior que seu problema: é rei de si mesmo, está preparado para ser rei dos outros. 
Os animais da floresta aplaudiram entusiasticamente ao terceiro leão que foi coroado rei entre os reis. 
MORAL DA HISTÓRIA: Não importa o tamanho dos problemas ou dificuldades que você tenha; seus problemas, pelo menos na maioria das vezes, já atingiram o clímax, já estão no nível máximo, mas você não. Você ainda não chegou ao limite de seu potencial e performance. A Montanha das Dificuldades tem tamanho fixo, limitado. Você não!

Vida de Elefante


Você já observou elefante no circo? Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais. Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo. A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia, com facilidade, arrancá-la do solo e fugir. 
Que mistério! Por que o elefante não foge? 
Há alguns anos descobri que, por sorte minha, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: o elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno. Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar. E, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele. E o elefantinho tentava, tentava e nada. Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo. 
Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode. Para que ele consiga quebrar os grilhões é necessário que ocorra algo fora do comum, como um incêndio por exemplo. O medo do fogo faria com que o elefante em desespero quebrasse a corrente e fugisse.
Isso muitas vezes acontece conosco! Vivemos acreditando em um montão de coisas ? que não podemos ter? que não podemos ser? que não vamos conseguir..., simplesmente porque, quando éramos crianças e inexperientes, algo não deu certo ou ouvimos tantos nãos que a corrente da estaca? ficou gravada na nossa memória com tanta força que perdemos a criatividade e aceitamos o "sempre foi assim..." 
Poderia dizer que o fogo para nós seria: a perda de um emprego, ou algum Outro problema ou algo que nos fizesse sair da zona de conforto. 
A única maneira de tentar de novo é não ter medo de enfrentar as barreiras, colocar muita coragem no coração e não ter receio de arrebentar as correntes! Não espere que o seu "circo" pegue fogo para começar a se movimentar. Vá em frente! 

O Anel


"Venho aqui , professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Me dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais? 
O professor, sem olha-lo, disse: - Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois. E fazendo uma pausa falou: 
- Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar. 
C...Claro, professor, gaguejou o jovem, mas se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor. 
O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse: 
- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível. 
O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. 
Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas. 
Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação de seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos. 
Entrou na casa e disse: - Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir duas ou três moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel. 
- Importante o que disse meu jovem, contestou sorridente. 
- Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vender o anel e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda Volte aqui com meu anel. 
O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o anel e disse: - Diga ao seu professor, se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel. 
- 58 MOEDAS DE OURO!!! Exclamou o jovem. 
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas , mas se a venda é urgente... 
O jovem correu emocionado a casa do professor para contar o que ocorreu. 
- Senta. Disse o professor e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou disse: 
- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor??? E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo. 
- Todos somos como esta jóia: Valiosos e únicos e andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem." 



Autor desconhecido  

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