Mensagem do dia

Estude! Saber é o maior diferencial que existe!

domingo, 31 de maio de 2009

Como avaliar o caso Suzane von Richthofen? Ela passará por exame criminológico.

O juiz solicitou que os profissionais responsáveis pelo exame respondam às seguintes perguntas sobre Suzane:

1 - A sentenciada tem consciência da moral social? Em caso positivo, qual o grau de consciência desse valor?
2 - A sentenciada apresenta valores éticos ou os têm preservados? Em caso positivo, qual o grau de desenvolvimento de tais valores?
3 - Quais os conceitos que a sentenciada apresenta sobre o trabalho, a justiça, a família e a sociedade?
4 - Qual é o juízo ou a explicação que a sentenciada apresenta para o(s) crime(s) praticado(s)?
5 - A sentenciada aceita a prática do(s) crime(s) e mostra resignação, ou arrependimento, ou remorso por nele(s) se envolver?
6 - A sentenciada apresenta sinais ou traços de agressividade e/ou impulsividade? Em caso positivo, como esses sinais ou traços estariam se manifestando atualmente?
7 - Há sinais de repúdio ou outros que demonstram não ser conveniente a sua transferência para um regime de cumprimento menos rigoroso?
8 - A sentenciada está apta a ser transferida para o regime semiaberto?


Mas, o caso não é tão simples assim. A cada pergunta subjetiva como essa, caberá uma interpretação por parte dos avaliadores, no caso, psicologos e psiquiatras. Mas, todas as teorias e conhecimentos da ciência pode ser facilmente manipulados por uma mente doentia. Ela poderá se sair bem na avaliação escondendo seus reais juízos de valores.

Eu não estou julgando aqui se ele deve ser ou não condenada a ficar em regime aberto ou fechado. Quem cabe a isso são os doutores em leis. Mas, vejo o caso na ótica educacional.

Suzane foi uma menina amada por seus pais. Tinha um padrão de vida muito bom. E ao ser contrariada com a proibição do namoro se mostrou vulnerável as drogas e a violência. Isso demonstra claramente que ela não tinha esses valores consolidados dentro de si. Não é portanto, uma pessoa confiável.

Uma filha que respeita seus pais não se resignaria, mas, não chegaria a ponto de assassiná-los. Até os sete anos a criança ainda não sabe muito bem o que é eterno ou não, quanto tempo dura para sempre, mas, ela sabia que seria definitivo para seus pais, sabia mensurar que eles perderiam a vida. Uma criança de oito anos já é capaz de fazer essa análise.

O promotor da VEC (Vara de Execuções Criminais) de Taubaté (140 km de São Paulo) Paulo José de Palma enviou à Justiça parecer contrário à concessão de pena de regime semiaberto, ele considera que os advogados de Suzane precisam provar que ela pode viver em sociedade novamente, além de bom comportamento na prisão. Ela é  condenada a 38 anos de prisão em regime fechado por participar da morte dos pais.

"O advogado não conseguiu provar que ela experimenta ressocialização, que ela melhorou, que ela se arrepende. Por enquanto não temos nada disso nos autos, só o bom comportamento. Para a sociedade é muito pouco nós recebermos uma pessoa como ela de volta sem que haja prova indiscutível de que ela está melhor", afirmou Palma.

Em uma reportagem do fantástico, suzane foi flagrada, simulando comportamentos infantis e atuando como atora de sua própria história.

Talvez se ela não tivesse direito a herança dos pais, não existiria por parte dos advogados tanto interesse em mantê la em liberdade. A única avaliação que posso fazer dado a repercussão que teve esse caso no Brasil, que conceder esse benefício a uma pessoa que foi capaz de permitir e ficar imóvel diante do assassinato dos pais éno minimo uma falta de moralidade da nossa justiça. Nossos jovens e adolescentes estão se tornando pessoas sem escrúpulos e sem valores morais. E a culpa é deles? Não só deles, mas, tyambém, fruto do mundo em que vivem, cercados de impunidade e de falsos conceitos.

Precisamos ser mais exigentes na educação de nossos filhos e alunos. Cobrar mais compromisso e atitude norteadas por valores imprescindíveis ao convivio em sociedade: amor, solidariedade, ética, companheirismo, caridade, amor ao próximo, verdade e justiça.

Existe no sul do país uma grande campanha contra o crack, estive lendo sobre ela. Mas, por ser um assunto abrangente, merece que seja tratado a parte, mas, em muitos depoimentos de pais, são relatados casos de agressões e de intimidação moral pelos filhos usuários. e aqui cabe um alerta: o mal nasce pequenininho. Ninguém que nunca gritou com um pai e uma mãe passa para o estágio da violência física pulando essa etapa. Fica a dica de um dito popular aqui de Minas Gerais: "É de menino que se torce o pepino." Não podemos permitir e nem nos iguarlarmos com nossos filhos. Somos pais e por isso, mesmo sendo muito amigos, mesmo com todo diálogo necessário, temos que exigir o respeito de nossos filhos e os respeitá los também.

Um pai e uma mãe que gritam, batem, agridem verbalmente seu filho não será respeitado, jamais.Cuidem para que as crianças desde pequeninas sejam filhos e não se descuidem jamis de seus deveres de ser educadores.

Bjux e sucesso!

Nenhum comentário: