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domingo, 19 de julho de 2009

Você gostaria de morar em uma cidade grande ou em uma cidade pequena?

Tamanho não é documento!
Quem já não ouviu falar neste ditado popular? Você, querido leitor, gostaria de morar em uma cidade grande ou em uma cidade pequena?
Pois bem, se você optar por morar em uma cidade grande, prepare-se para deparar com uma série de problemas graves, que vão desde um trânsito caótico, aos altos índices de marginalidade e criminalidade, passando por dificuldades de oferta de empregos à vasta população economicamente ativa, e um déficit habitacional insustentável!
Já nas cidades pequenas, alguns problemas são semelhantes e outros mais sérios ainda, como a dificuldade de se encontrar um emprego digno, o déficit em investimentos de infraestrutura, e a penúria do poder municipal depender basicamente do repasse das verbas federais e estaduais para seu custeio e sobrevivência.
Pois bem, o ideal não é nem uma coisa nem outra, mais sim, residir nas cidades médias. Em 1940, o Brasil era uma sociedade rural. A nossa população era de aproximadamente 40 milhões e 70% dos brasileiros viviam no campo. Em 2000, 80% dos 170 milhões já viviam nas cidades grandes, com todas as dificuldades que isto significa.
Neste momento, surge a primeira mudança motivada pela classe média, com o sonho de se conseguir uma atividade laboral longe das capitais, preferencialmente em cidades com uma população entre 100 e 500 mil habitantes, porém, dotadas de boa infraestrutura, acesso à tecnologia, aos meios de comunicação e capazes de atrair investimentos da indústria e do comércio, aliando emprego com qualidade de vida e distribuição de renda. Hoje, existem no Brasil 235 cidades médias que estão crescendo a taxas populacionais bem acima da média nacional.
A segunda mudança acontece com os programas assistenciais criados pelo governo federal, como o bolsa-família, e o aumento do salário-mínimo e das aposentadorias. Enquanto a economia não aquece o suficiente para se ampliar o número de empregos, as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) ainda não decolam, estes programas cumprem um papel social importante, fazendo com que milhões de brasileiros comecem a consumir. O consumo chama a produção, que chama o emprego, que gera a renda. Desta forma, a economia gira, a cidade cresce e gera uma poupança interna capaz de fomentar os investimentos necessários ao seu autodesenvolvimento!
Vida significa existência, força, conjunto de propriedades e qualidades, graças; enquanto qualidade significa propriedade, atributo ou condição das coisas e das pessoas que se distingue das outras, excelência; e interior, quer dizer aquilo que se passa no íntimo de alguém, o âmago, toda a região de um estado, exceto a sua capital.
Se você é uma pessoa que dá valor ao seu íntimo, gosta de qualidade, e prima pela vida, você não quer morar no interior

3 comentários:

Ebrael Shaddai disse...

Isso que vc falou com certeza seria o ideal, mas apenas um consenso que não conta com unanimidade (não que eu discorde de). PO incrível que pareça, conheço pessoas que gostam mesmo é dos problemas da cidade grande, e outras que ficariam doentes com um trem passando do lado de casa. O importante é viver onde a pessoa se sinta em casa. Nosso coração é viajante, mas nopsso corpo é estranhamente caseiro. E como as pessoas são diferentes umas das outras...

Bjs!!

Francisco Castro disse...

Olá!

Sempre existem vantagens e desvantagens em morar numa cidade grande ou numa cidade pequena. Tudo depende que tipo de vida a pessoa que para si. Se quer uma vida calma e com bastante traquilidade, certamente irá escloher uma cidade pequena. Se quer mais agitação e muito mais oferta de muitos produtos e serviços, então irá escolher as grande cidades.

Entretanto, existem a questão do trânsito e a violência que cuja incidência é muito mais forte nas grandes cidades.

Abraços

Francisco Castro

Xênia da Matta disse...

Oi, obrigada por visitarem o blog e também por seus comentários. Voltem sempre!
Sucesso!