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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Akrit Jaswal: o mais jovem cirurgião do mundo

Cirurgião com 7 anos de idade. O mais jovem cirurgião do mundo. Assim foi que recebi um email falando dessa pessoa. Resolvi pesquisar à respeito por julgar que estava sendo alvo de algum gozador de plantão. Encontrei informações surpreendentes sobre Akrit.

Akrit Jaswal, nascido em 23 de abril de 1993, é uma criança prodígio que ganhou fama como médico na Índia, onde nasceu, apesar de nunca ter feito o curso de medicina. Gênio, avançou a fase de bebê e começou a andar.

Começou a falar com 10 meses de idade e com 5 anos já lia Shakespeare. Os professores da sua Aldeia descobriram que possuía a formidável capacidade da memória fotográfica (coisa que a neurociência duvida existir), jamais esquecia nada e possuía uma voracidade fantástica em aprender cada vez mais. Com 6 anos fazia discursos altamente complexos sobre temas de Medicina, Biologia e Cirurgia, e debatia com médicos adultos qualquer tipo de tema ligado à Ciência Médica.

Memorizou dezenas de tratados médicos de Medicina, Anatomia, Fisiologia e Cirurgia, que são difíceis de ler até mesmo para os Especialistas veteranos destas áreas. Aos 7 anos executou uma cirurgia de sucesso em uma menina de 8 anos que ficou com os dedos colados após terem sidos queimados. A cirurgia foi filmada e resultou num convite para se tornar o mais jovem universitário da Índia, com 11 anos de idade.

Estudou na Universidade de Punjab, em Chandigarh, na Índia, e é estudante da Universidade de Harvard, nos EUA, onde cursa Bacharelado em Zoologia e Botânica; ao mesmo tempo continua com seus estudos autodidatas sobre Medicina e outras áreas da Saúde.

Possui livros como "Gray's Anatomy" e manuais de cirurgia, anestesia, anatomia, fisiologia, câncer e outros. Akrit declarou tê-los dominado com o seu hábito diário de estudar uma hora por dia.

Seu Q.I. foi estimado em 146 através de um único teste. Na sua localidade, Akrit Jaswal é considerado uma reencarnação. Ele é consultado pelos seus vizinhos e por pessoas de áreas adjacentes relativamente a doenças, receitas médicas e métodos de tratamento.

O Sonho de Akrit é encontrar a cura definitiva para o câncer e a AIDS. Declarou já estar trabalhando na cura do cancer há váriosanos baseando-se em teorias de terapia genética oral. Declara nas suas palestras que já possui milhares de ideias extremamente criativas para a renovação completa da Medicina atual e para o tratamento do cancro.

Akrit surpreendeu o mundo ao dizer no programa televisivo da apresentadora Oprah que, com sua Superinteligência, ele leu todos os tratados atuais de Oncologia e descobriu as falhas e limitações da atual pesquisa do cancer; afirmou que possui a solução do problema e que pode criar novos medicamentos e novas tecnologias de tratamento oncológico, mas que para isso precisa antes formar-se oficialmente como médico e criar um centro filantrópico de estudos para tratar gratuitamente os milhares de doentes da Índia. Com estas afirmações, tornou-se uma celebridade nos EUA, conseguindo grandes doações e apoios para as suas pesquisas.

Mas a genialidade exige dedicação. A maior parte do tempo, Akrit devora tratados da medicina.


Os livros são presentes do pai, que dedicou a vida para investir nos interesses do filho. E conseguiu até que o menino acompanhasse dezenas de cirurgias nos hospitais da região. O que era um hobby virou obsessão.

“Quero acabar com os gritos, a dor e o sofrimento humanos,” diz ele.

Aos doze anos, Akrit foi aceito na universidade de Chandigar, uma cidade industrial no Norte da Índia.

Para que o menino pudesse estudar, mãe e filho passaram a dividir um cômodo pequeno na casa de um parente.

O pai de Akrit sumiu quando ele tinha onze anos. Segundo a mãe do menino, o ex-marido não aguentou a frustração de não conseguir recursos para as pesquisas do filho. Entrou em depressão e abandonou a família.

A mãe, no entanto, dedica o ar que respira ao filho. E ele percebe o sacrifício.

Como reconhecimento por tanta dedicação, o pequeno indiano está determinado a entrar pra história.

Quer encontrar a cura do câncer, da Aids, ganhar um prêmio Nobel e acabar com todas as doenças humanas.

“É tudo o que eu quero, nada mais,” diz.

Apesar de não ter prática alguma em estudos de laboratório, Akrit tem uma memória impressionante.

Com essa bagagem, o menino garante ter criado o que chama de "supermecanismos de ataque" contra a Aids e o câncer.

Entre as pessoas mais simples, Akrit é considerado um guru. Elas vêm pedir conselhos, diagnósticos. Como os indianos acreditam em espíritos, o menino é tratado por muitos como a reencarnação de um Deus.

Mas será que Akrit Jaswal vai ser o responsável pela próxima grande revolução científica?

O menino prodígio foi chamado para conversar com autoridades do governo indiano.
Tempos depois, Akrit recebeu o convite que sempre sonhou: conhecer um dos institutos de pesquisa médica mais respeitados do mundo: o Imperial College, em Londres.

O indiano finalmente vai poder explicar suas teorias para estudiosos de ponta, como o conceituado professor Mustafá Jamgôz.

Akrit revela que estudou a fundo as pesquisas mais recentes sobre o câncer e discorda de tratamentos já consagrados. Deixa o cientista de boca aberta.

Não demora muito e aparece outro colega do professor curioso em conhecer as aptidões do indiano.

Para os cientistas, a cura genética do câncer proposta por Akrit até faz sentido, mas com as tecnologias de hoje, parece apenas um sonho mirabolante.

Com muita paciência e didática, os professores mostram que o caminho para a cura exige a superação de muitos outros obstáculos da ciência. Com a teimosia típica das crianças, Akrit não se intimida.

Na avaliação dos médicos, o endeusamento de Akrit na índia pode atrapalhar um futuro promissor.

“Sua proposta é quase uma missão impossível”.

“A doença impossível precisa de uma cura impossível. E eu vou encontrá-la”.

Alguém precisa dar limites aos impulsos do menino. Falta a figura paterna.

“Meu pai me disse pra procurá-lo só depois que eu encontrar a cura do câncer,” diz o menino.

Akrit fez novos testes de inteligência na Inglaterra.

Nos exercícios orais, o indiano de fato teve um desempenho genial. Arrasou em conhecimentos gerais. A surpresa ficou nas provas de lógica.

Akrit sofreu para encaixar os blocos e encontrar padrões em desenhos. A performance do menino prodígio foi pior do que a média esperada para sua idade. Ele tenta disfarçar a decepção.


Para os psicólogos, as habilidades de Akrit não acompanham a capacidade mental dele. Isso porque o menino não viveu todas as etapas do desenvolvimento escolar. Agora elas fazem falta.


Os cientistas não querem que Akrit perca o entusiasmo pela medicina, mas é hora de aprender a aproveitar a vida.


Hoje aos 16 anos, Akrit Jaswal já se formou em ciências biológicas e vai fazer mestrado na área.


Se o menino prodígio vai realmente encontrar a cura do câncer, o mundo vai ter que esperar.


“Pode levar 10, 20 anos, mas eu vou conseguir,” conclui.

O que pensar? Sem comentários!

A reflexão depende de cada um, segundo seus critérios, suas profissões, etc.. mas fica o exemplo de dedicação, no mínimo

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