Mensagem do dia

Estude! Saber é o maior diferencial que existe!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Cidadão do terceiro milênio






     Um ser humano autônomo e solidário – eis o ideal de ser humano deste milênio. Esse ideal representa e retrata as novas tendências do mundo em todas as áreas, inclusive no mercado de trabalho. O surgimento de uma cultura planetária de natureza massiva e caráter pluralista se aproxima. Para sobreviver nos novos tempos é preciso atender a essas exigências, o que implica numa nova postura perante si mesmo, o outro e a realidade.

     Num projeto de desenvolvimento pessoal e social, tendo como objetivo geral a construção da cidadania, é preciso definir que homem/mulher e que sociedade queremos formar. Dentro da visão do ser humano autônomo e solidário, algumas atitudes e características devem ser desenvolvidas para que essas qualidades possam ser atingidas.

     Os Códigos da Modernidade, apresentados a seguir, enumeram as competências que serão necessárias para que as pessoas possam enfrentar mais adequadamente os desafios do milênio.

Códigos da modernidade

• Domínio da leitura e da escrita: Para se viver e trabalhar na sociedade altamente urbanizada e tecnificada do século XXI, será necessário um domínio cada vez maior da leitura e da escrita. As crianças, adolescentes e jovens terão de saber comunicar-se usando palavras, números e imagens. Saber ler e escrever já não é um simples problema de alfabetização, é um autêntico problema de sobrevivência.

• Capacidade de fazer cálculos e de resolver problemas: Na vida diária e no trabalho, é fundamental saber calcular e resolver problemas. Calcular é fazer contas. Resolver problemas é tomar decisões fundamentadas, em todos os domínios da existência humana. Na vida social, é necessário dar solução positiva aos problemas e às crises. Uma solução é positiva quando produz o bem comum.

• Capacidade de analisar, sintetizar e interpretar dados, fatos e situações: Na sociedade moderna, é fundamental a capacidade de descrever, analisar e comparar fatos e situações. Não é possível participar ativamente da vida da sociedade global, se não somos capazes de manejar símbolos, signos, dados, códigos e outras formas de expressão lingüística, buscando causas e possíveis conseqüências, colocando o fato no curso dos acontecimentos, dentro da história.

• Capacidade de compreender e atuar em seu entorno social: Compreender o entorno social é saber explicar acontecimentos do ambiente onde estamos inseridos. Atuar como cidadão é ser capaz de buscar respostas, de solucionar problemas, de operar, alterar e modificar o entorno. Significa ser sujeito da história.

• Receber criticamente os meios de comunicação: Um receptor crítico dos meios de comunicação é alguém que não se deixa manipular como pessoa, como consumidor, como cidadão. Os meios de comunicação produzem e reproduzem novos saberes, éticas e estilos de vida. Ignorá-los é viver de costas para o espírito do nosso tempo.

• Capacidade para localizar, acessar e usar melhor a informação acumulada:Num futuro bem próximo, será impossível ingressar no mercado de trabalho sem saber localizar dados, pessoas, experiências e, principalmente, sem saber como usar essa informação para resolver problemas. Será necessário consultar rotineiramente – muitas vezes pela internet – bibliotecas, hemerotecas, videotecas, centros de informação e documentação, museus, publicações especializadas etc.

• Capacidade de planejar, trabalhar e decidir em grupo: Saber associar-se, trabalhar e produzir em equipe são capacidades estratégicas para a produtividade e fundamentais para a democracia. Essas capacidade se formam cotidianamente através de um modelo de ensino-aprendizagem autônomo e cooperativo, em que o professor é um orientador e um motivador para a aprendizagem.

Como preparar novas lideranças

Como pensar a formação de lideranças e de acompanhamento num contexto de mudança cultural? Considerando que essa mudança é algo mais profundo, que altera o modo de construir-se como humano, estamos frente a novos modos de relacionar-nos conosco, com o outro, com o planeta, com Deus.

     Essas mudanças podem ser percebidas a partir de um olhar atento ao nosso redor, desde a forma da construção e organização das casas. Aqueles(as) que possuem alguma propriedade isolam-se em condomínios ou atrás de muros com proteção, segurança e outros fatores que contribuem para o isolamento. Nas residências “com alguma possibilidade” há uma televisão em cada cômodo, ou ainda, computadores. Está na moda a construção de redes e grupos virtuais.

     Observe-se o mundo do trabalho: as pessoas não se relacionam do mesmo modo, não há segurança e nem interesse em se manter por muito tempo no mesmo lugar. Mesmo na família. Antes o homem tinha um domínio sobre a mulher e filhos. Hoje as relações são mais próximas e já se avançou muito no respeito e no cuidado. O que todas essas mudanças significam? Que alterações provocam em nosso modo de ser e viver? Como deve ser a liderança deste tempo? Como essas lideranças se organizam? Como acompanhar lideranças jovens que estão vivendo mergulhadas nesta cultura?

Críticos, criativos e cuidantes

     Essas mudanças geram tendências de comportamento. Uma delas é voltar-se para o ninho, ou seja, para o seu mundo particular. Estamos preocupados(as) conosco mesmos(a), com a minha felicidade, da minha família, da minha escola, da minha Igreja. Neste ambiente onde enxergamos a nós mesmos e os nossos interesses, como educar para olhar a outra pessoa, a sociedade e o mundo no qual estamos inseridos?

     Para o acompanhamento, o(a) educador(a) precisa, em primeiro lugar, educar o olhar. Como nos provoca Leonardo Boff, para sermos críticos, criativos e cuidantes. Críticos quando olhamos a realidade, criativos quando as propostas que fazemos aos jovens são atraentes e os envolvem, e cuidantes quando esses jovens nos interessam, isto é, quando exercitamos a dimensão ética do cuidado do planeta desde as relações mais próximas até o cuidado com nossa casa comum.

     Falamos de liderança quando preparamos sujeitos com capacidade de posicionar-se frente a questões de sua vida, do seu projeto de pessoa, da comunidade eclesial e da sociedade onde vive e atua. Essa formação e esse acompanhamento estão cercados de muitos desafios. Nossa tarefa é compreender o fenômeno juvenil a partir do lugar onde atuamos para encontrar respostas para esta tarefa. Não há uma fórmula mágica num contexto marcado pelo consumo, classificados de incluídos ou, então, de excluídos da possibilidade de consumir. Como despertar pessoas, num contexto assim, com atenção ao outro(a)?

Assessoria e acompanhamento

     Ainda mais complexo será pensar em liderança juvenil com um acompanhamento adulto. Há, entre esses dois mundos, abismos de visão de mundo, provocadores de arrogâncias que geram distanciamentos na realidade que nos toca viver.

     Quando pensamos em lideranças, supõe-se pessoas autônomas, felizes, capazes de ter direção, ou seja, projetos de sociedade por onde se pode apontar caminhos. O mesmo vale para pessoas adultas, vestidas com a utopia de um “outro mundo possível”, dispostas a superar seus limites pessoais e contribuir na construção de gente que possa superar a si mesmo.

     Assessores, ou seja, educadores de adolescentes e jovens, com a tarefa de acompanhar são aqueles(as) que estão centrados no outro, um diferente de si mesmo, com o desejo de vê-los superando-nos através de todas as suas potencialidades, ajudando-os a romper barreiras que ainda guardam, mas que sejam capazes de romper.

     O acompanhamento na formação de lideranças está vinculado com a capacidade de planejamento a partir e desde os interesses dos sujeitos e com eles organizar um caminho, um processo que não se resume em reflexões, mas em práticas novas.

Qualidade de vida também é missão da escola







Entendemos que, diante da problemática envolvendo alto índice de sedentarismo, de doenças causadas pela falta de alimentação balanceada, de descuido consigo mesmo e estresse, a escola não pode fechar os olhos. Devemos também nos preocupar com a qualidade de vida dos nossos estudantes.

     Achamos impossível um aluno estar durante anos da sua vida, num ambiente de cultura e informação, sem saber como ir ao supermercado e fazer uma compra correta para ter uma alimentação mais saudável ou não saber da importância da atividade física para seu bem-estar e não ter nenhum conhecimento de como prevenir o estresse e suas maiores conseqüências.

Teoria e prática

     Os alunos já trazem consigo uma carga enorme de trabalho e uma realidade de vida bastante difícil. A escola atende alunos de diferentes níveis sociais e a faixa etária é diversificada. Portanto o aprendizado para essa realidade é urgente, e sua aplicabilidade imediata.

     Procuramos no projeto contemplar três áreas que julgamos indispensáveis quando tratamos de qualidade de vida: atividade física, nutrição e estresse.

     As atividades aconteceram no período de uma semana, sempre contemplando teoria e prática, ou seja, conhecer o assunto e saber sua aplicabilidade. Na noite sobre nutrição houve ampla explanação da nutricionista sobre os grupos alimentares, os alimentos maléficos e alternativas para pequenas mudanças no nosso dia-a-dia. Na merenda foi servida uma salada de frutas, sendo as frutas trazidas pelos próprios alunos. No final, os alunos receberam um caderno de receitas com produtos naturais, elaborado por eles próprios.

     Quando o tema estresse foi tratado, um especialista fez ampla abordagem sobre o assunto. Foi oferecida uma alternativa prática para combater o mal. Todos tiveram uma aula de biodança e puderam constatar, na prática, o bem que as atividades simples podem trazer para a vida. Com relação à atividade física, a professora abordou a importância, seus benefícios, as complicações do sedentarismo e atitudes simples que podemos tomar para o nosso bem-estar. 

     Também foi calculado na escola, com os alunos, o IMC (Índice de Massa Corporal) e foi medida a pressão arterial com pessoas especializadas. Cada oficina teve atividades variadas (dança, ginástica e jogos) e cada um dos participantes fez uma opção, de acordo com seu gosto pessoal. Todas as atividades tiveram caráter lúdico e recreativo, pois podemos nos divertir durante uma atividade esportiva.

     Segundo pesquisas, sabe-se que o percentual de pessoas sedentárias no mundo chega a 60%. Por isso a escola tem obrigação de alertar seu público sobre a conseqüência de tanto descuido consigo mesmo. Nosso objetivo, enquanto educadores, além de oferecer ferramentas com relação à vida profissional dos alunos, também é fazer deles cidadãos mais saudáveis e, com isso, mais felizes. 




Dinâmica
O corpo fala

Desenvolvimento:

1) Grupo espalhado pela sala. Colocar música instrumental.

2) Relaxar todo o corpo. Permanecer em silêncio e de olhos fechados.

3) Sentir cada parte do corpo na medida em que o facilitador as enumera. O facilitador deve nomear as partes do corpo, começando pela cabeça, indo até os pés, solicitando que os participantes façam contato com as mesmas e relaxem.

4) Entregar a cada participante um objeto, alertando que os olhos permaneçam fechados e, através do tato, sintam o que é o objeto.

5) No paladar, levar algo para degustação e proceder da mesma maneira que a anterior. Com os olhos fechados, sintam o que estão comendo ou bebendo.

6) No olfato, levar perfume ou algo com cheiros diferentes para que também sintam o que irão cheirar e identificar (sempre com os olhos fechados).

7) Solicitar para que fiquem em total silêncio e, após alguns segundos, desligar o som para que todos percebam a diferença.

8) Finalizando, solicitar para que abram os olhos e sintam a visão.

9) Plenário: compartilhar com o grupo os sentimentos vividos:
- Como cada um está se sentindo?
- Qual o sentimento mais forte que você vivenciou?
- O que lhe chamou a atenção sobre si mesmo?
- Como seria a vida de cada um se não possuísse algum dos sentidos?
- Qual seria a pior perda, entre os sentidos?
- Como devemos proceder para mantermos sempre os nossos sentidos em pleno funcionamento? Conversar sobre todos os sentidos.

Colaboração: Henrique Cavalcante Franco, Lauro de Freitas, BA.
Endereço eletrônico: hcfranco1@yahoo.com.br

domingo, 29 de novembro de 2009

Celular na escola? Sou contra


Usufruo e bendigo a tecnologia que veio para melhorar em muito nossa vida, mas daí a tornar sua escrava existe uma grande distância.

Evoluímos do telegrama ao telefone fixo, ao móvel, ao e-mail, ao skype, ao MSN, mas, não obstante tamanho progresso, fico a pensar no que sentiriam os grandes inventores se pudessem assistir ao desvirtuamento de seus inventos.

No caso do celular, em especial, ele não foi concebido para a aplicação de golpes, articulação de crimes ou passar cola na sala de aula...

Argumentos psicológicos e psicopedagógicos justificam minha posição contra o uso de celular nas escolas.

Emocionalmente, ele pode funcionar como um cordão umbilical invisível, que impede a criança de treinar sua independência do ambiente familiar. Como pode uma criança crescer ligando para a mamãe diante de qualquer dificuldade ou imprevisto para ela resolver seus problemas?

Psicopedagogicamente, se a atenção e a concentração são funções mentais imprescindíveis para a aprendizagem, como pode um aluno permanecer atento estando ligado permanentemente ao “lá fora” com todos os seus atrativos?

Isso, sem falar no tipo e volume de toques existentes e a indiscrição de quem atende, desconcentrando todos os demais, inclusive o professor.

Numa sala com trinta alunos, todos usando o celular, onde ficam as condições necessárias para se resolver problemas e produzir textos?

Como serão as crianças de hoje como adultos de amanhã, se os adultos de hoje que não tiveram celular na infância são dependentes do mesmo, a ponto de comprometer sua atuação profissional.

Imagine uma sala de trabalho com pessoas ao telefone o tempo todo. Como podem se desligar dos problemas familiares e se concentrar para produzir?

Os exageros estão em todos os ambientes. Já vi Marília Pêra interromper a peça Chanel por causa de um telefone, que tocava sem parar, e Rubem Alves, aqui no CEA da UFTM, atender uma chamada diante de setecentas pessoas, rir, desligar e continuar sem nenhum pedido de desculpa.

É por situações como as descritas que sou contra o celular na escola e peço aos pais e alunos que analisem a questão do ponto de vista educacional e a importância de se estar por inteiro nos diferentes ambientes que frequentamos.

sábado, 28 de novembro de 2009

Caso Geyse: SOS universidades brasileiras





Já faz alguns dias que o caso da aluna  do Curso de Turismo de uma instituição de Ensino Superior no grande ABC – SP,  que foi hostilizada e maltratada pelos colegas por estar usando roupa curta (o vestido rosa da foto acima), repercute intensamente na mídia nacional e até internacional. A universitária foi realmente ao campus onde estuda com um vestido pouco ortodoxo e bastante instigador, mas o fato é muito comum no corpo de violão das moças desse país tropical. O assunto toma conta da imprensa. Esqueceram a gripe suína e o José Sarney. Esqueceram até o Barack Obama. Só andam falando, contra ou a favor, da aluna loira que já está inclusive sendo cortejada para posar nua nas principais revistas nacionais do gênero. Até o MEC andou dando as caras nessas paragens, o que certamente contribuiu para a readmissão da ex-expulsa aluna. Tal fato, por ridículo, banal e enfadonho que pareça, serve para mostrar umas feias verdades.


Inicialmente, é espantosa e assombrosa a incompetência como a referida instituição de Ensino Superior tratou o caso. Conseguiu que uma bolinha de gude se transformasse em uma bola de neve graúda, gigante. Ainda permitiu que se formasse em torno do assunto uma propaganda demasiadamente negativa. Anos de publicidade serão necessários para consertar o estrago feito. Bom para os bolsos da turma do marketing. Esse tipo de infelicidade foi certamente fruto da falta de humildade e da arrogância dos gestores da instituição. Agiram como reizinhos-mandões e se lascaram.


Outro fato que podemos evidenciar é a triste situação da mentalidade de  parte dos universitários desse país. Vaiaram e gritaram insultos à moça com a mesma atmosfera barbárica dos tempos do Coliseu. Esse tipo de comportamento doentio é provável consequência da indisciplina extrema e caótica que assola os meandros educacionais brasileiros, sobretudo e mais intensamente na última década. E já que tocamos no quesito educação pública e de berço, podemos constatar facilmente que a Educação Básica nacional começou a dar seus primeiros sinais de falência com a implementação da Nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira, Lei Nº 9.394/96, que até é excelente instrumento legislativo, tendo apenas a infelicidade de ter sido tão mal interpretada e mal executada durante esses mais de doze anos. Outras tragédias foram as experiências com o sistema de ciclos implementado no Ensino Fundamental há aproximadamente onze anos – que  apodreceu relevantes camadas da Educação Básica. Era a famosa época da progressão continuada automática escalafobética. Uma outra tragédia “bem trágica” foi o tratamento dado ao novo ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente. O que era para ser um meio de inclusão e proteção só atuou em prol da libertinagem, da anarquia e da formação da sensação de constante impunidade. Para piorar, meninos de treze e quatorze anos não podem mais trabalhar com carteira assinada e ajudar os pais como em áureos tempos de outrora. Saudades!!


Não é de se assustar, portanto, que a clientela do Ensino Superior comece a dar indícios de falência de valores e princípios éticos. Essa parcela de alunos descompromissados, indisciplinados,  irresponsáveis e anarquistas é fruto de graves falhas que começaram a ocorrer, por conseguinte, há mais de uma década. A bola de incompetência em gestão e de asneiras sócio-pedagógicas veio rolando nesses últimos anos e cresceu. Os aluninhos impunes, “protegidos” e “abandonados” da 5ª série ginasial são hoje alguns dos crescentes delinquentes universitários sem causa e  de ideologias vazias. Os universitários sérios e bem-intencionados desse Brasil, que são felizmente ainda a maioria, devem-se precaver contra essas banalizações do sagrado processo de ensino-aprendizagem.


Os gestores das instituições de Ensino Superior desse país é que abram os olhos e se cuidem, reforçando e redimensionando seus esquemas táticos de fiscalização e orientação educacional. Ninguém precisa de talibans, nazistas, fascistas e demais manifestações dementes, aliás, é necessário distância de toda ação extremista, mas se a coisa descambar – o que já está acontecendo por aí, como é o caso da IES de São Paulo, sentiremos saudades do AI-5. E poderão ser muitas saudades. Evoluir ou involuir. Eis a questão.



quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Jogos e brincadeiras antigas

Alguém de fora dos grupos dá um sinal para começar a partida. Ele será também o juiz que fiscalizará o jogo de forças.
Os participantes devem puxar a corda, até que uma das equipes ultrapasse a linha no chão.

Serão vencedores aqueles que puxarem toda a equipe adversária para o seu espaço.

Alguém de fora dos grupos dá um sinal para começar a partida. Ele será também o juiz que fiscalizará o jogo de forças.
Os participantes devem puxar a corda, até que uma das equipes ultrapasse a linha no chão.

Serão vencedores aqueles que puxarem toda a equipe adversária para o seu espaço.

Barra-manteiga
Brincar é bom, então chame sua turma para participar dessa brincadeira!

Vocês podem brincar de "barra-manteiga" em um quintal, uma praça ou o pátio da escola. O espaço precisa ser dividido em três partes conforme o desenho ao lado.

As crianças devem ser divididas em duas equipes, sendo que uma equipe fica de frente para a outra. Os participantes de cada equipe ficam um ao lado do outro e com a palma de uma das mãos virada para cima.

As equipes ficam posicionadas nos campos 1 e 3 e o campo 2 é o espaço para correr.
A brincadeira começa quando um participante vai até a equipe adversária e bate com uma mão na mão de um dos participantes da outra equipe. A criança que bateu sai correndo para a sua equipe enquanto é perseguida pelo adversário. Caso o que bateu seja pego passa a jogar na outra equipe.

Vence o time que pegar todos os adversários.




Batata-quente
Você algum dia segurou uma "batata-quente" na mão? Nem tente, porque é perigoso e pode queimar você! É essa a idéia dessa brincadeira. Uma bola vai ser a "batata-quente" que ninguém quer segurar por muito tempo.

Vocês precisam arranjar a bola e formar uma roda, deixando uma criança do lado de fora.

Os participantes, então, devem ir passando a bola para a pessoa que estiver do seu lado direito. É melhor passar a bola bem rápido, você vai perceber por quê.
Quem está do lado de fora diz: "Batata-quente, quente, quente, quente...queimou". Quando for dito "queimou", aquele que estiver com a bola na mão é desclassificado. A brincadeira continua até que sobre apenas uma pessoa, que é o vencedor.

Para recomeçar a brincadeira, as crianças devem formar o círculo novamente e o vencedor da rodada anterior deve ficar do lado de fora.



Jogo de bolinha de gude
É muito bom brincar de bolinha de gude. Reuna seus colegas para essa diversão!
Há muitas maneiras de jogar. Aqui, vocês aprenderão uma delas.

Primeiro, façam um círculo no chão com aproximadamente trinta centímetros de diâmetro. A partir dele dê um passo e risque uma linha. A seguir, dividam as bolinhas de gude entre os jogadores. Todos devem receber a mesma quantidade.

Sorteie quem será o primeiro jogador. Com a mão sobre a linha marcada, ele deve jogar uma de suas bolinhas tentando deixá-la bem perto do círculo, mas sem que ela pare dentro dele. Esta rodada acaba quando todos jogarem uma bolinha.

Nas rodadas seguintes cada jogador poderá tentar jogar suas bolinhas o mais próximo possível do círculo ou empurrar as bolinhas dos adversários para longe dele.

O jogo termina quando todas as bolinhas forem arremessadas e o ganhador é aquele que tiver deixado a sua mais perto do círculo.
OBS: Para jogar a bolinha, vocês devem segurá-la com o dedo indicador e impulsioná-la por baixo com o polegar, conforme a figura ao lado.




Cabo-de-guerra
Você conhece uma expressão que diz: " A união faz a força"? Com esta brincadeira você e seus amigos vão testar quem tem mais força e mais união.

Para brincar de "cabo-de-guerra", vocês precisarão de uma corda.

Primeiro, escolham um espaço e tracem uma linha no chão para dividi-lo ao meio.

As crianças devem ser separadas em dois times, sendo que cada time fica com um lado do espaço. Os participantes ficam em fila e todos seguram na corda. Posicionem a corda conforme o desenho ao lado.


Alguém de fora dos grupos dá um sinal para começar a partida. Ele será também o juiz que fiscalizará o jogo de forças.
Os participantes devem puxar a corda, até que uma das equipes ultrapasse a linha no chão.

Serão vencedores aqueles que puxarem toda a equipe adversária para o seu espaço.










Jogo da bexiga

Sugestão enviada por: Talita Sabrina de Souza , 12 e Ynaiã Leal Rupert, 12.
Hora de se divertir e de se molhar! Essa brincadeira é muito divertida para se fazer na praia ou em algum lugar onde possa cair água.
Façam uma roda e encham bexigas com água.
As crianças devem ir passando a bexiga bem rápido para o colega que estiver do lado direito, este deve pegar a bexiga com cuidado para que ela não estoure.
Quem estourar a bexiga sai do jogo. A brincadeira continua até que sobre uma criança, que é a vencedora.


Mordida na maçã
Que tal morder uma maçã bem gostosa?

Cada participante deve encher uma bacia com água e colocar três maçãs dentro.
Antes da brincadeira começar, todos devem colocar as mãos para trás e ficar diante de sua bacia. Quando for dado o sinal para começar, cada um deve tentar morder qualquer uma de suas maçãs. Se alguém usar as mãos, será desclassificado.

Vence quem morder a maçã primeiro.


Passa-anel
Há muito tempo crianças brincam de "passa-anel". Essa brincadeira fica mais divertida quando tem bastante gente participando. Para brincar vocês precisarão de algum objeto pequeno, que pode ser um anel, uma pedrinha, uma moeda, etc.

Antes de começar a brincadeira, vocês precisam escolher uma criança para ser o passador do anel e outra para ser o adivinhador. Todas as crianças, menos o passador, devem formar uma fileira e unir as mãos, palma com palma.

O passador pega o anel, esconde-o entre as palmas das mãos e vai passando-as no meio das mãos dos outros. Depois de fazer isso com todas as crianças da fila, o passador pergunta ao adivinhador: "Com quem está o anel?"

Se o adivinhador acertar com quem está, ele será o próximo passador e deverá escolher quem será o adivinhador.

Uma dica: quando o passador finge que está deixando o anel com uma pessoa e, na verdade, deixa-o na mão de uma outra, a brincadeira fica muito mais divertida. As pessoas que estão na fila também podem fingir que receberam o anel, pois assim fica mais difícil de adivinhar com quem ele realmente está.


Queimada
Você já brincou de "queimada"? Chame sua turma, mas não vale machucar ninguém!
Primeiro, escolham um espaço grande e tracem linhas conforme o desenho ao lado. As crianças devem ser divididas em dois times, sendo que cada um fica em um lado do espaço. Atrás de cada time, fica o cemitério do time adversário.

Para começar a brincadeira, os jogadores de um grupo atiram a bola no outro lado, usando apenas as mãos e sem pisar na linha do meio. Se a bola acertar alguém do outro grupo, o participante foi "queimado", então ele deve ir para o cemitério de seu time.

Os jogadores que estiverem no cemitério também podem pegar a bola e tentar queimar os adversários.

Um detalhe muito importante: nenhum jogador pode atravessar as linhas para pegar a bola no campo adversário.

Lembre-se de que cabeça é região neutra, ou seja, se alguém for atingido nessa parte do corpo não vai para o cemitério. Caso algum participante apenas rebata a bola com as mãos sem segurá-la ele deve ser considerado "queimado".

A equipe vencedora será aquela que queimar todas as crianças da outra equipe.





Quente e frio
Agora vamos brincar de "quente e frio"!

Para começar, vocês precisam escolher um espaço relativamente pequeno: um cômodo da casa, uma pracinha pequena, uma sala de aula, etc. Depois, escolham um líder, que deve esconder um objeto em algum lugar do espaço escolhido, sem que ninguém esteja olhando.
Em seguida, o líder deve chamar uma outra criança para tentar achar o objeto.
Conforme a criança vai andando, o líder vai dando pistas. Por exemplo, se a criança estiver mais ou menos perto do objeto, o líder diz: "Está quente". Se estiver muito perto, ele diz: "Está fervendo!". Se a criança estiver longe, o líder diz: "Está frio" e se estiver muito longe, ele diz: "Está congelando!"

Vence quem encontrar o objeto.



Vivo ou morto
Divirta-se e agite a sua turminha brincando de "vivo ou morto".
A primeira coisa a fazer é escolher alguém para ser o chefe. As outras crianças devem ficar em pé, uma ao lado da outra, olhando para o chefe. Ele vai dar ordens e os outros vão seguí-las.

Quando o chefe diz "vivo", todos ficam em pé. Quando ele diz "morto", todos agacham. Aqueles que errarem, saem da brincadeira.

Para deixar a brincadeira mais difícil e mais engraçada o chefe pode dar ordens bem depressa e alternar a seqüência das palavras como: "vivo, vivo, morto, vivo".

Vence quem ficar até o final sem errar.
O vencedor será o chefe da próxima vez.



Esconde-esconde

Sugestão enviada por: Pedro Paulo, 11 e Nathália Gonçalves Raposa, 9.

Esta é uma brincadeira legal que deve ser feita ao ar livre. Jardins, praças e parques são lugares ideais, porque neles pode-se descobrir muitos esconderijos. Outra coisa gostosa do esconde-esconde é que a gente pode brincar com poucos ou muitos amigos.

Para começar, é preciso escolher quem vai ser o pegador e onde será o pique. Esse lugar pode ser uma árvore ou uma parede.

O pegador fica de olhos fechados e, com o rosto encostado no pique, deve contar de 1 até 30 enquanto as outras crianças se escondem. Após a contagem, o pegador sai procurando quem está escondido. Caso encontre alguém, ele retorna ao pique, bate três vezes, diz "Um, dois, três" e o nome da criança encontrada.

Enquanto isso, quem está escondido tem de chegar até o pique antes do pegador. Chegando lá, bate três vezes com a mão e diz "Um, dois, três, salva". Isso quer dizer que ele não pode mais ser pego.

O primeiro que for encontrado será o próximo pegador, mas, se o último que estiver escondido chegar ao pique e bater três vezes dizendo "Um, dois, três, salva todos", a brincadeira recomeça com o mesmo pegador.



Corre-cotia
Sugestão enviada por: Manuela Geraldo Gimenez, 6.
Muitas crianças brincam de "corre-cotia"! Agora é a sua vez.

Esta brincadeira é legal para fazer na escola. Junte um grupo de amigos. Todos devem ficar sentados no chão, formando um círculo.

Escolha uma pessoa para ser o corredor. Enquanto ele anda do lado de fora do círculo com um lenço na mão, todos cantam:

"Corre-cotia na casa da tia.
Corre cipó na casa da vó.
Lencinho na mão, caiu no chão.
Moça bonita do meu do meu coração".
Em seguida, vocês devem fazer o seguinte diálogo:
CORREDOR - Pode jogar?
TODOS - Pode, sim.
CORREDOR - Ninguém vai olhar?
TODOS - Não!
Ao dizer "Não!", todos devem abaixar a cabeça, tampando os olhos.
corredor coloca o lencinho atrás de uma criança que está sentada e continua andando.

Cada criança da roda deve verificar se o lenço foi deixado atrás de si logo após a passagem do corredor. Quem estiver com o lenço deve segurá-lo e , por fora do círculo, tentar pegar o corredor. Este tenta chegar e sentar-se no local de onde saiu a criança com o lenço. Veja a figura ao lado.

A brincadeira recomeça com aquele que ficou de pé ou com o mesmo corredor, caso ele tenha sido pego.



Cabra-cega
Sugestão enviada por: Thabata de Carvalho Tikhomiroff , 6.

Você conhece a brincadeira "cabra-cega"? É uma brincadeira muito divertida para ser feita em grupo. Para começar, é preciso fazer um sorteio para decidir quem vai ser a cabra-cega.
O escolhido deve ficar com os olhos vendados. Para isso, é preciso amarrar na altura dos olhos um lenço, uma faixa, um pano grande ou qualquer outro tecido que o impeça de ver.

Vocês devem fazer o seguinte diálogo:
TODOS - Cabra-cega, de onde vieste?
CABRA-CEGA - Do quartel.
TODOS - O que trouxeste: ouro ou prata?
CABRA-CEGA - Prata.
TODOS - Coma casca de barata!
Depois disso, um de vocês dá uma batida na cabra-cega e diz: "Vai procurar quem te bateu!". Então, todos correm e a cabra-cega tenta pegá-los. O primeiro que for pego será a cabra-cega na próxima vez.










Dicas para projetos de educação e ação ambiental


O debate mundial desperta um chamado ante a degradação do planeta. Professores e coordenadores de grupos são convidados a pensar a questão num processo em que aprender junto é melhor que aprender sozinho. Para isso, uma das boas alternativas é desenvolver um projeto ecológico comunitário.

     Organizar um projeto desafia muita gente. No entanto, devido à multiplicidade de aspectos do tema, é preciso pensar bem a questão, o que exige tempo e paciência. O planejamento deve considerar que vai envolver um bom tempo. Evite restringir o trabalho a um único dia. Por melhor que sejam as intenções, o evento pode gerar mais lixo e perturbação ambiental que a contribuição pretendida pelos envolvidos.

Cuidar do que está próximo

     Temos a ensinar que a questão ambiental pede um envolvimento para toda a vida em gestos, modo de pensar e na nossa relação com as pessoas e seres ao nosso redor. O projeto pode mexer com conceitos arraigados do grupo e da comunidade. Também pode contrariar interesses econômicos e políticos e questionar valores, gerando reações inesperadas dos envolvidos.

     É preciso estar preparado quanto às expectativas de resultados. Nem sempre se vai mudar o mundo de forma radical. Se o trabalho contribuir para mudar os envolvidos já terá um grande mérito e êxito. Mas isto não significa que não se deva tentar.

     Embora haja muito apelo para tratarmos dos temas globais, é importante perceber que os grandes temas têm reflexos bem perto de nós. Podemos usar tais questões mundiais, mas o assunto ganhará mais interesse se for algo próximo dos envolvidos. A poluição das águas do planeta aparece no arroio, igarapé, lago ou baía próximo e permite atividades concretas que são mobilizadoras.

Tema, pesquisa, ação...

     Pode-se começar com um encontro para definir o foco da ação. É importante considerar o que mobiliza as pessoas. A liderança do trabalho deve ser de humildade para não impor seu tema, sendo sensível para reconhecer o que motiva o grupo. O tema pode ser muito variado, mas a definição deve ser bem amadurecida.

     Definido o tema, é preciso prever um período mínimo de algumas semanas de ação. Comece reconhecendo o terreno e registrando a situação por vários meios. Em seguida é interessante avaliar esta primeira impressão para começar a aprofundar a questão. Nesse momento, podemos ir em busca do conhecimento acumulado sobre o assunto. Pesquisa com pessoas da comunidade para saber a origem da situação, literatura, internet, órgãos públicos, universidades e escolas especializadas podem ser consultados.

     Um evento, com pessoa de notório saber (da comunidade ou convidada), é interessante para tirar dúvidas. Em alguns casos, um projeto pode encerrar nesta etapa.

     Se o grupo sentir necessidade de buscar soluções para os problemas verificados, surge a possibilidade de um segundo momento do processo. Às vezes o problema é tão gritante que dispensa a etapa de motivação e há grande ansiedade para resolver a questão. Mesmo nestes casos, nunca se deve esquecer a etapa de reconhecimento para que equívocos não sejam cometidos.

     É bom avaliar se o grupo quer prosseguir. Pessoas podem querer sair, outras entrar. Uma ação frente à realidade verificada é mais difícil e tem maior risco de frustração. O grupo deve preparar-se para este fato. A ação resolutiva começa pela identificação de soluções. O projeto pode evoluir para a conscientização da comunidade. Pode-se valer de uma passeata, produzir um jornal, um programa de rádio, um seminário ou visitas domiciliares.

     Neste momento, a equipe deve ensinar e saber ouvir o que as pessoas têm a dizer. Nem sempre é falta de consciência, mas de meios ou estratégias para envolver as pessoas na solução da questão. Pode haver histórico de frustrações para o problema que levam ao imobilismo de alguns.

     Também é possível que surja a compreensão de que será preciso um trabalho envolvendo outros atores de fora da escola ou comunidade, tais como prefeituras, ONGs, universidades, órgãos públicos e privados. É preciso construir uma agenda com esses órgãos na busca da solução.

     Pressão organizada tem mais força quando a solução depende de iniciativa maior. Nestes casos é bom buscar apoio da mídia para divulgar o trabalho. Isto fortalece a auto-estima das pessoas e aumenta as chances de resolver a questão.

     Se o trabalho tornar-se perene, é preciso estar atento para a renovação das pessoas envolvidas na ação. Numa escola, os alunos passam e novos grupos devem ser iniciados para absorver a experiência dos mais velhos, buscando seus próprios caminhos no processo. Pode-se criar um grupo de defesa da causa, que assume a tarefa ao longo do tempo.

     O trabalho tende a ser permanente e a desdobrar-se por rumos difíceis de serem previstos. Mas é capaz de oportunizar processos de crescimento pessoal e comunitário, decorrentes tanto dos sucessos quanto dos fracassos. São desafios que mexem com os envolvidos e têm potencial de transformar a vida de todos, o que engrandece e dá certeza de que se está fazendo algo para o bem de todo o planeta.

Eu tenho orgulho de ser brasileira e você...

 

Escrito por uma escritora holandesa:

Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.

Só existe uma companhia telefónica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.

Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.

Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.

Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.

Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de 'Como conquistar o Cliente'.

Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.

Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.

Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.

Os dados são da Antropos Consulting:

1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.

2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.

3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.

4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.

5.. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.

6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.

7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.

8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.

Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas
instaladas.

10. Das empresas brasileiras, 6..890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.

11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.

Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?

1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é
maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?

2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?

3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?

4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?

5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?

6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?

7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?

Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.

É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.

Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada Brasil!!

domingo, 22 de novembro de 2009

Textinhos de amor

Feche os olhos, e αpenαs sintα! O vento bαtendo no rosto,
o cαlor de um αbrαço, α vibe positivα no αr, α brisα do inverno,
o poder de umα αmizαde verdeirα, α exαltαção do αmor,
um simples toque dα pessoα αmαdα, o poder de um olhαr,
sintα α vidα, e VIVA dα melhor mαneirα possível! 


Ser forte é tentαr esquecer, mesmo te αmαndo . é ter que fαlαr com você sem olhαr nos seus olhos pαrα nαo trαnspαrecer o meu αmor . é ver você com outrα e ter que ficαr cαlαdα, é nαo correr pαrα seus brαços e implorαr pαrα que fique comigo . é nαo deixαr cαir umα lαgrimα sαbendo notíciαs suαs, e se αlguém me perguntαr ' você αindα gostα dele ? ', ser forte é responder que NÃO sinto nαdα por você, mesmo que minhα vontαde sejα gritαr pαrα o mundo que αindα te αmo . ser forte é chorαr escondido e sorrir nα suα frente, é sonhαr com você e αcordαr descobrindo que tudo nαo pαssou de um sonho,
É tentαr tirαr você dα minhα cαbeçα, sαbendo que nuncα tirαrei você do meu corαção !


'Nós vivemos e aprendemos a dar
um passo de cada vez, não há razão para correr
é como aprender a voar, ou se apaixonar
vai acontecer quando tiver que acontecer
aí nós descobrimos por que,um passo de cada vez.'



' Não importa o tempo que levamos
para cativar o coração de alguém,
O importante é marcarmos o nosso
lugar para que mesmo ausentes,
nos façamos sempre presentes '


Estava olhando para o mar, tentando entender o que é amar. Talvez procurando alguma solução, uma saída, alguma inspiração. Quando te vejo assim tão triste e tão só, sem vontade de viver, talvez entenda que o seu coração, está cansado de sofrer. Só o tempo faz passar, como o vento faz mudar, um dia de sol pra uma noite de chuva. Eu quero paz no seu coração, olhar pro mar não pra chorar... Vou te ensinar direito o que é amar. Comigo está tudo bem, suas lágrimas não precisam me esconder. Uma pessoa que te entende como eu, sabe exatamente o que fazer: uma chance para te mostrar que o mundo não acabou, que o coração não congelou... E uma hora você vai lembrar, só resta então eu esperar...


, se você estα triste porque perdeu seu αmor, lembre-se dαquele que não teve um αmor pαrα perder. se você se decepcionou com αlguém, lembre-se dαquele cujo nαscimento já foi umα decepção. se você está cαnsαdo de trαbαlhαr, lembre-se dαquele que αngustiado perdeu seu emprego. se você reclαmα dα comidα mαl feitα, lembre-se dαquele fαminto que morre definhαndo, sem um pedαço de pão. se você αndα αborrecido com α vidα, lembre-se dαquele que esperα um sorriso seu. se você teve um αmor pαrα perder, um trαbαlho pαrα cαnsαr, um sonho desfeito, umα tristezα pαrα sentir, umα comidα pαrα reclαmαr, lembre-se que você tem um Deus pαrα αgrαdecer & eu pαrα te αjudαr, pois, existem muitos que dαriαm tudo pαrα estαr em seu lugαr ! *-*




Fácil&Difícil

Fácil é olhar nos seus olhos
Difícil é saber o que se passa dentro deeles
Fácil é olhar nos teus lábios
Difícil é traduzir tuas palavras
Fácil é te beijar
Difícil é saber se meus beijos são correspondidos
Fácil é tocar no teu corpo
Difícil é toocar no teu coração
Fácil é sentir saudade
Difícil é saber se voltarás
Fácil é querer você a cada momento
Difícil é esse momento chegar
Fácil é terminar um naamoro
Difícil é ficar só na amizade
Fácil é se desfazer dos presentes
Difícil é apagar você dos meus pensamentos
A coisa mais fácil foi te AMAR
A mais dificil te esquecer. ~*



Histórias Infantis - Maria vai com as outras...





Sylvia Orthof


A ovelha Maria era mesmo uma Maria-vai-com-as-outras.
Até o dia em que descobriu que cada um pode ter o seu próprio caminho, basta querer.


Tema: Influência Espiritual 


Era uma vez uma ovelha chamada Maria. Onde as outras ovelhas iam, Maria ia também. As ovelhas iam para baixo Maria ia também. As ovelhas iam para cima, Maria ia também.
Um dia, todas as ovelhas foram para o Pólo Sul. Maria foi também. E atchim! Maria ia sempre com as outras.
Depois todas as ovelhas foram para o deserto. Maria foi também.
- Ai que lugar quente! As ovelhas tiveram insolação. Maria teve insolação também. Uf! Uf! Puf!
Maria ia sempre com as outras.
Um dia, todas as ovelhas resolveram comer salada de jiló.
Maria detestava jiló. Mas, como todas as ovelhas comiam jiló, Maria comia também. Que horror!
Foi quando de repente, Maria penso
“Se eu não gosto de jiló, por que é que eu tenho que comer salada de jiló?”
Maria pensou, suspirou, mas continuou fazendo o que as outras faziam.
Até que as ovelhas resolveram pular do alto do Corcovado pra dentro da lagoa. Todas as ovelhas pularam.
Pulava uma ovelha, não caía na lagoa, caía na pedra, quebrava o pé e chorava: mé! Pulava outra ovelha, não caía na lagoa, caía na pedra e chorava: mé!
E assim quarenta duas ovelhas pularam, quebraram o pé, chorando mé, mé, mé! Chegou a vez de Maria pular. Ela deu uma requebrada, entrou num restaurante comeu, uma feijoada.
Agora, mé, Maria vai para onde caminha seu pé.
Sylvia Orlof














































































































culpa não é minha!




Ouvimos e proferimos a exclamação do título desde pequenos. Parece ser um dos atos mais humanos sentir culpa. Contudo, ninguém gosta de senti-la, tanto é assim que os ataques mais fortes da psicologia no século XX tiveram como alvo a culpa.

Entretanto, como pude observar em meu trabalho de mestrado, que teve como objeto a poesia do açoriano Vitorino Nemésio (1901-1978), a culpa não é, a priori, um mal que deva ser extirpado, já que por vezes pode ser um alarme de incêndio. Negá-la seria uma sandice, pois se a casa está pegando fogo, o melhor é agir para evitar danos piores. Na voz do poeta, a culpa assume por vezes tons amargos para depois apresentar um ressurgimento, como no belo poema O pão e a culpa. Após relembrar um passado feliz, vê com desgosto o presente e escreve:

Se não parto na mesa o pão que posso 
É minha a culpa

Contudo, a segunda parte do poema, após a confissão de culpa, assume um tom de resgate da existência. Invoca o nome de uma mulher que foi sua mestra na infância (dizem alguns ter sido sua professora de catecismo):

LUCINA! 
Nas coisas simples te vejo 
Com a presença divina 
Que foi teu fito e desejo

Após essa lembrança, diz o poeta a essa interlocutora que perdeu os valores da infância e hoje sua vida é vazia:

Bem traçaste a portada 
Que os meus versos teriam... 
Enchi o livro de nada! 
Mundo e carne mais podiam.

E, no fim dessa “confissão” a uma pessoa que já partiu, escreve, criando uma bela imagem de mulher delicada e santa:

Mas a silêncio um dedo 
Levas à boca fina 
No Céu, e eu creio. É cedo 
Em Deus sempre, Lucina.

A culpa, para o poeta, foi o ponto de partida para uma renovação, expressa nas palavras: “É cedo/ em Deus sempre”, ou seja, a culpa que sentia foi apagada pela percepção que, para recomeçar, para se viver a felicidade, não há passado, apenas presente.

A culpa só esmaga a pessoa quando ela tenta enganar a sua consciência. Essa tentativa é real, pois, como explica a etimologia da palavra, consciência é “estar ciente”, “ter conhecimento”. Mal comparando, a culpa é como uma gastrite, que é a inflamação do estômago. No caso, é uma inflamação da nossa consciência, que “armazena” nossas ações passadas e nossos valores. Caso os atos do presente não correspondam ao que aspirávamos e víamos como certo, a consciência inflama-se. Se não tratada, transforma-se em uma úlcera. 

O tratamento, como bem sabemos e como o poema manifesta é “retificar-se”, ou seja, tornar reto, corrigir, reparar. Note o leitor que deixei propositalmente de lado os casos mais particulares como, por exemplo, quando uma pessoa, por ser escrupulosa, culpa-se por tudo. Quis apenas demonstrar os mecanismos de um sentimento comum e que pode ser curado.

O problema não está em sentir culpa, como afirmam alguns, pois é um sentimento humano. O que pode ser grave para uma pessoa é não retificá-la, não apagar essa culpa, já que a úlcera da consciência é o remorso. A culpa, na verdade, está ligada à responsabilidade. Quando ela passa de sentimento a culpa concreta, ou seja, sinto-me mal em um primeiro momento e depois vejo que agi mal em alguma coisa, a pessoa que a sofre entende ser responsável por seus atos.

Talvez em campos como política e educação, por exemplo, um pouco mais de culpa não faria mal a ninguém...






Casamento: MAIS QUE UM FERRARI



Ao empreender uma viagem, escolhe-se o transporte adequado de acordo com as intempéries que se irá enfrentar. Um bom sistema de iluminação e sinalização anti-neblina; sistema de aquecimento ou refrigeração para manter agradável o ambiente interno seja em nevascas ou em calor escaldante; sistema de suspensão adequado e tração nas quatro rodas para terrenos esburacados e enlameados.

O casamento é uma viagem sem retorno por terrenos acidentados, razão pela qual os cônjuges têm que estar também devidamente equipados e virtuosamente qualificados.

O que são qualidades senão virtudes e bons hábitos que de início podem custar esforço, mas que quando entram em nosso sangue são aditivos que nos potencializam a grandes empreendimentos!! Que bons hábitos conclamam a vida conjugal, senão a sinceridade, generosidade e flexibilidade!

Estas três não são as únicas qualidades que temos que lutar para adquirir, mas são fundamentais no relacionamento a dois.

Sistema de iluminação: a sinceridade supõe que cada um é capaz, primeiramente, de captar a própria realidade... a sua e a do outro. E se esforça por querer manifestar ao cônjuge, no momento oportuno, o que faz, o que vê, o que sente, o que pensa.

Quando se falsifica a realidade, o que se aporta na vida a dois perde valor. E muitos o fazem inconscientemente por não se esforçarem por se auto conhecerem por dentro, para serem honestos consigo mesmos, para terem ações e palavras consistentes e para estarem dispostos a se abrir, a se comunicar com o outro.

Se não escolhemos o momento adequado, nossas palavras podem se perder aos quatro ventos por encontrar o receptor distraído, disperso em atividade paralelas ou inapto para recebê-las. Podem nossas idéias ser adicionalmente mal interpretadas se não nos preparamos para comunicá-las, o fazemos com precipitação, impacientes, ou afetados pela emoção.

Sistema de refrigeração: para manter o ambiente familiar nas condições ideais de temperatura e pressão, a generosidade. Relaciona-se com a sinceridade à medida que comunica e atua desinteressadamente a favor da outra pessoa, tendo em conta a necessidade do outro e não as próprias, e o quanto aquela comunicação será útil para que a relação a dois se fortaleça.

Parte do que se entrega e se comunica diz respeito à intimidade própria e a do casal. O pudor e a prudência são qualidades que capacitam ao cônjuge a valorizar adequadamente esta intimidade, e a entregá-la delicadamente e no momento adequado.

Sistema de suspensão: a flexibilidade é a virtude que permite a cada um adaptar-se às necessidades do cônjuge e às diversas circunstâncias, sem abandonar as convicções fundamentais próprias.

Não se trata de um anular-se continuo frente à vontade do outro, mas sim da adaptação e flexibilização contínuas e criativas, para viabilizar a complementaridade da vida a dois. Trata-se de sermos tolerantes com o que é trivial, com o dia a dia, sabermos dar tempo ao tempo, mantendo e cultivando os valores fundamentais da vida a dois.

A sinceridade, a generosidade e a flexibilidade são a base para o bom relacionamento, e seu aprendizado é dinâmico. O exercício contínuo nos fará mais habilidosos, não apenas nestas, mas nas demais qualidades e virtudes que a partir destas provêem ou que trabalham entremeados a elas. Cada um de nós pode, de fusquinha, chegar a ser um Ferrari para o cônjuge, e se assim o for, estará se reafirmando preciosidade de valor incontestável.





OS IRMÃOS -


"Os amigos eu escolho, os parentes eu tolero"... alguns já devem ter visto esta frase em uma camiseta. Vamos aproveitar este gancho que, embora carregada de uma ironia à toda prova, traz dois pontos fundamentais de crescimento pessoal. O primeiro deles é que efetivamente temos que saber escolher os nossos amigos, mas com critérios centrados no valor que eles possam trazer dentro si. Há muito a ser dito sobre a amizade, o que faremos oportunamente.


O segundo ponto, totalmente distinto do primeiro, e no qual nos estenderemos mais, é que os parentes, incluindo os irmãos, efetivamente não fomos nós que escolhemos, e sim Deus. Este fato faz da família um tesouro imensurável.


Os pais por vezes não entendem, não aceitam e não suportam as brigas entre irmãos. Pois aí está um dos grandes potenciais educacionais da família, que termina desperdiçado, pois os pais teimam em resolver todas as dificuldades dos filhos, a começar pelo natural conflito entre eles. Os irmãos se divertem, disputam, brincam e brigam, e todos estes aspectos têm uma relevância fundamental na formação de cada um deles. Se os pais tivessem mais paciência, perceberiam como os irmãos aprendem muito uns com os outros. Embora muitas vezes os filhos recorram à intermediação dos pais, na grande maioria delas seria mais eficaz em termos educacionais deixá-los, eles próprios, resolverem seus conflitos.


Alguns pais, que optam por uma família pequena, procuram minimizar o problema da melancolia familiar com a exposição do filho aos companheiros da escola. Os amigos são importantíssimos na formação, mas têm um papel educacional totalmente distinto daquele que um irmão é capaz. É o que retrata inversamente aquele chavão que comentamos no início do artigo. Um amigo pode facilmente ser descartado se nos incomoda, basta não mais procurá-lo... mas permanecemos intolerantes. Aos nossos irmãos, não há como evitá-los, e por esta razão eles nos ensinam efetivamente o que significa conviver.


Em uma família numerosa, como são muitos os seus membros, os pais não precisam se desdobrar muito em esquemas que desenvolvam o sentido de cooperação. A repartição de encargos familiares é natural. E com encargos aprendemos a ter responsabilidade, a ser generosos com os demais membros da família, a nos sentirmos úteis e laboriosos. Com os irmãos aprendemos a compartilhar e a valorizar os brinquedos, as roupas e o espaço, pois os recursos têm que ser divididos. Os filhos de família numerosa são mais autônomos, resistentes e adaptáveis ao mundo. Não há nada na vida que substitua um irmão, nem mesmo a oportunidade de se estudar em uma faculdade particular por serem poucos os filhos.
Todas as arestas rugosas de nossa personalidade, nossos irmão as poliram, pelo simples fato de existirem e de tornarem a nossa vida uma pequena amostra do que encontraríamos como adultos. Os irmãos efetivamente se preparam mutuamente para a vida. A relação fraternal é uma panela efervescente que borbulha alegria e virtude.




eu irmão Júnior e sua família


Há quem não entenda porque, quando amadurecem, apesar dos anos anteriores de entrevero, os irmãos se entendem e se respeitam tanto. Não seria por simples reconhecimento? Pois se chegamos a crescer como seres humanos e a desenvolver virtudes quando crianças, temos que ser muito gratos aos nossos irmãos, qualquer que tenha sido a diferença de idades em relação à nossa, pois foram protagonistas indispensáveis em nossa formação.