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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Qualidade de vida também é missão da escola







Entendemos que, diante da problemática envolvendo alto índice de sedentarismo, de doenças causadas pela falta de alimentação balanceada, de descuido consigo mesmo e estresse, a escola não pode fechar os olhos. Devemos também nos preocupar com a qualidade de vida dos nossos estudantes.

     Achamos impossível um aluno estar durante anos da sua vida, num ambiente de cultura e informação, sem saber como ir ao supermercado e fazer uma compra correta para ter uma alimentação mais saudável ou não saber da importância da atividade física para seu bem-estar e não ter nenhum conhecimento de como prevenir o estresse e suas maiores conseqüências.

Teoria e prática

     Os alunos já trazem consigo uma carga enorme de trabalho e uma realidade de vida bastante difícil. A escola atende alunos de diferentes níveis sociais e a faixa etária é diversificada. Portanto o aprendizado para essa realidade é urgente, e sua aplicabilidade imediata.

     Procuramos no projeto contemplar três áreas que julgamos indispensáveis quando tratamos de qualidade de vida: atividade física, nutrição e estresse.

     As atividades aconteceram no período de uma semana, sempre contemplando teoria e prática, ou seja, conhecer o assunto e saber sua aplicabilidade. Na noite sobre nutrição houve ampla explanação da nutricionista sobre os grupos alimentares, os alimentos maléficos e alternativas para pequenas mudanças no nosso dia-a-dia. Na merenda foi servida uma salada de frutas, sendo as frutas trazidas pelos próprios alunos. No final, os alunos receberam um caderno de receitas com produtos naturais, elaborado por eles próprios.

     Quando o tema estresse foi tratado, um especialista fez ampla abordagem sobre o assunto. Foi oferecida uma alternativa prática para combater o mal. Todos tiveram uma aula de biodança e puderam constatar, na prática, o bem que as atividades simples podem trazer para a vida. Com relação à atividade física, a professora abordou a importância, seus benefícios, as complicações do sedentarismo e atitudes simples que podemos tomar para o nosso bem-estar. 

     Também foi calculado na escola, com os alunos, o IMC (Índice de Massa Corporal) e foi medida a pressão arterial com pessoas especializadas. Cada oficina teve atividades variadas (dança, ginástica e jogos) e cada um dos participantes fez uma opção, de acordo com seu gosto pessoal. Todas as atividades tiveram caráter lúdico e recreativo, pois podemos nos divertir durante uma atividade esportiva.

     Segundo pesquisas, sabe-se que o percentual de pessoas sedentárias no mundo chega a 60%. Por isso a escola tem obrigação de alertar seu público sobre a conseqüência de tanto descuido consigo mesmo. Nosso objetivo, enquanto educadores, além de oferecer ferramentas com relação à vida profissional dos alunos, também é fazer deles cidadãos mais saudáveis e, com isso, mais felizes. 




Dinâmica
O corpo fala

Desenvolvimento:

1) Grupo espalhado pela sala. Colocar música instrumental.

2) Relaxar todo o corpo. Permanecer em silêncio e de olhos fechados.

3) Sentir cada parte do corpo na medida em que o facilitador as enumera. O facilitador deve nomear as partes do corpo, começando pela cabeça, indo até os pés, solicitando que os participantes façam contato com as mesmas e relaxem.

4) Entregar a cada participante um objeto, alertando que os olhos permaneçam fechados e, através do tato, sintam o que é o objeto.

5) No paladar, levar algo para degustação e proceder da mesma maneira que a anterior. Com os olhos fechados, sintam o que estão comendo ou bebendo.

6) No olfato, levar perfume ou algo com cheiros diferentes para que também sintam o que irão cheirar e identificar (sempre com os olhos fechados).

7) Solicitar para que fiquem em total silêncio e, após alguns segundos, desligar o som para que todos percebam a diferença.

8) Finalizando, solicitar para que abram os olhos e sintam a visão.

9) Plenário: compartilhar com o grupo os sentimentos vividos:
- Como cada um está se sentindo?
- Qual o sentimento mais forte que você vivenciou?
- O que lhe chamou a atenção sobre si mesmo?
- Como seria a vida de cada um se não possuísse algum dos sentidos?
- Qual seria a pior perda, entre os sentidos?
- Como devemos proceder para mantermos sempre os nossos sentidos em pleno funcionamento? Conversar sobre todos os sentidos.

Colaboração: Henrique Cavalcante Franco, Lauro de Freitas, BA.
Endereço eletrônico: hcfranco1@yahoo.com.br

Um comentário:

Anônimo disse...

Excelente!