Mensagem do dia

Estude! Saber é o maior diferencial que existe!

sábado, 12 de dezembro de 2009

As Conseqüências de Ser Mãe Ausente

Não é toda a mãe que tem o privilegio de participar ativamente da criação dos filhos. Há também aquelas que têm o privilegio mas não estão muito predispostas a abdicar de sua vida em prol de criar filhos. Afinal de contas ela tem o trabalho dela, a vida dela, a vida social dela, e outras coisas mais que a impedem de  se ater a educação dos filhos. Obviamente que não estamos generalizando, estamos citando um tipo especifico de comportamento materno que vemos com frequência na sociedade em que vivemos, seja no Brasil, em Portugal, nos Estados Unidos, França ou outro país qualquer.


Apesar da criação de um filho não ter manual de instruções e nem seguir uma regra certa, alguns fatores influenciam no comportamento e determinam que tipo de adolescente e adulto ele vai ser no futuro. E a ausência da mãe, muitas vezes recompensada com mimos e prendas não ajuda em nada a criação.



Você é como um espelho para o seu filho ou filha. Suas atitudes, pensamentos emoções e desejos serão copiados por ele (ela) e é isso que fará com que ele crie a personalidade dele ou dela; tudo baseado no seu jeito de ser e falar, seja com ele (ela), ou com qualquer outra pessoa. Suas atitudes como mãe influenciam o tempo todo a criação da personalidade dele ou dela.
E se os pais estão ausentes, como fica a criação dos filhos? Ele certamente vai se sentir sozinho e sem ter alguém em que se espelhar. Se você for ausente por causa do trabalho, por ter outras ocupações ou por não achar o papel de mãe muito interessante, saiba que isso pode causar males ao seu filho futuramente.
Uma mãe ausente não sabe nada sobre o filho ou sobre sua filha, não tem tempo para conversar e não se interessa às vezes, pelo o que os filhos ou filhas fazem, pensam ou dizem. São meras figuras decorativas. O que acontece é que o filho não vê a casa como um lar, onde se sente seguro e querido, mas vê o local como apenas um lugar onde ele mora e nada mais.
E por serem ausentes, muitas mães tentam compensar os filhos de forma errada. A correria do dia a dia faz com que muitas mulheres não consigam conciliar trabalho e maternidade e na busca por agradar o filho e mostrar que se importa com ele, acaba sendo permissiva demais e muitas vezes mimando, dando presentes ao invés de atenção.
Elas mimam muito os filhos, oferecem roupas caras, presentes caros e fazem todas as vontades e caprichos. Mas as crianças precisam de limites, caso contrário elas se tornaram adolescentes intolerantes, intratáveis e até mesmo egoístas e frustrados quando não conseguem aquilo que querem.
E tudo isso pode ter sérios reflexos. Por várias vezes, essa criança filho ou filha de mãe ausente acaba achando na violência a válvula de escape para suas frustrações por não conseguir tudo aquilo que quer. Tudo isso é culpa e fruto de mimar ao invés de dar atenção.
Essa falta de afecto, atenção e até desinteresse pela vida do filho ou da filha, pode fazer com que ele se retraia, fique afastado das outras crianças e esteja sempre triste. Essas crianças apresentam sérios problemas de relacionamento, tanto na infância, quanto na fase adulta porque não tem referência ou base do que é afecto ou um relacionamento.
Geralmente tornam-se adultos individualistas, egoístas e preocupados somente como seu prórpio universo. Afinal, se a mãe o pai lhes deram tudo materialmente, porque é que o mundo lá fora não lhe dá? Eis então o surgimento dos problemas de convivio social, e em grupo; afinal o mundo lá fora não anda muito disposto a suportar chiliques e devaneios de todo mundo.
Por isso esteja atenta a educação dos seus filhos, crie seres humanos generosos, bondosos, sinceros, afetivos e que quando adultos estarão dispostos a devolver à humanidade o amor, o carinho e o bem querer que receberam dos pais.


 Pense nisso! 
Você é uma mãe presente ou ausente? ;)

8 comentários:

Principe Encantado disse...

É as consequencias são sérias pois os filhos ficam a mercê de informações outras, que fogem ao controlhe das mães.
Abraços forte

Maria Souza disse...

Ainda estou sem internet em casa, vindo a uma lan.
Mas não poderia me furtar de opinar sobre esse texto.
Sempre fui uma mãe ultra presente e protetora da única filha que tenho.
Se não tivesse lhe dado toda essa estrutura afetiva, tenho certeza de que não seria a Maria Julia de hoje: linda, generosa, educada e resoluta.
O amor sempre será como uma bússola na vida e formação dos indivíduos.
beijos, Maria Souza - Porto Alegre - RS

Isabel Ruiz, disse...

A mãe inaugura o emocional da criança e o pai é a lei. Imagine uma criança criada sem essas referências.
As vezes nas falta dos pais, uma avó ou avô dedicados podem compensar a ausência, mas de qualquer forma é a existência da imagem de cuidadores fortes e presentes que faz com que a criança se torne um adulto equilibrado. Infelizmente essas mães e pais também vivem sob a falta, a angústia e o medo, acreditando que Ter é mais importante que Ser.
Beijos
Bel

Isabel Ruiz, disse...

A mãe inaugura o emocional da criança e o pai é a lei. Imagine uma criança criada sem essas referências.
As vezes nas falta dos pais, uma avó ou avô dedicados podem compensar a ausência, mas de qualquer forma é a existência da imagem de cuidadores fortes e presentes que faz com que a criança se torne um adulto equilibrado. Infelizmente essas mães e pais também vivem sob a falta, a angústia e o medo, acreditando que Ter é mais importante que Ser.
Beijos
Bel

Isabel Ruiz, disse...

A mãe inaugura o emocional da criança e o pai é a lei. Imagine uma criança criada sem essas referências.
As vezes nas falta dos pais, uma avó ou avô dedicados podem compensar a ausência, mas de qualquer forma é a existência da imagem de cuidadores fortes e presentes que faz com que a criança se torne um adulto equilibrado. Infelizmente essas mães e pais também vivem sob a falta, a angústia e o medo, acreditando que Ter é mais importante que Ser.
Beijos
Bel

Isabel Ruiz, disse...

A mãe inaugura o emocional da criança e o pai é a lei. Imagine uma criança criada sem essas referências.
As vezes nas falta dos pais, uma avó ou avô dedicados podem compensar a ausência, mas de qualquer forma é a existência da imagem de cuidadores fortes e presentes que faz com que a criança se torne um adulto equilibrado. Infelizmente essas mães e pais também vivem sob a falta, a angústia e o medo, acreditando que Ter é mais importante que Ser.
Beijos
Bel

Belly disse...

E qud a mãe é viúva e ausente, mas este filho é praticamente criado pela avó? E ainda se este filho tiver a sensação de a avó não gostar dele?

Belly disse...
Este comentário foi removido pelo autor.