Rafael F. Scharf A vida de Janusz Korczak é tão tocante que, ao contá-la, é necessário evitar a ênfase patética que se impõe, a fim de permanecer-se fiel àquele sobre o qual falamos. |
Sou pedagoga, atuo como Diretora do Departamento Pedagógico da Secretaria Municipal de Educação de Sacramento, MG. "Como professores temos que acreditar na mudança, temos que saber que é possível, do contrário não estaríamos ensinando, pois a educação é um constante processo de modificação." ( LEO BUSCAGLIA )
Estude! Saber é o maior diferencial que existe!
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terça-feira, 31 de março de 2009
Janusz Korczak: Como amar uma criança...
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Augusto Cury
NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS
A capacidade de sonhar sempre foi o grande segredo daqueles que mudaram o mundo. Os sonhos alimentam a alma e dão asas a inteligência. É no solo fértil da memória onde semeamos os sonhos que farão grande diferença em nossa existência.
Os sonhadores mudaram a história da humanidade. Eles fizeram da derrota, o pódio para a vitória; das críticas, o palco, de onde receberam os aplausos.
O Mestre dos mestres foi o mais ousado dos sonhadores. Ele fez de homens simples e iletrados, arquitetos da vida. A estes, vendeu o sonho de um reino justo, em um mundo de injustiça, de liberdade em uma terra de escravidão, de vida eterna em um território onde imperava a morte, de felicidade em um país onde reinava o ódio.
Jesus Cristo tirou aqueles homens da platéia e os introduzir no palco da vida. Fez deles autores de sua própria história. Ao encantá-los com suas palavras e surpreendê-los com suas atitudes, ele tocou o inconsciente dos seus discípulos, reeditou novas janelas em sua memória e abalou os fundamentos da psicologia.
Abraham Lincoln superou os seus fracassos porque exerceu o direito de sonhar. Enquanto falia nos negócios, e consecutivamente era derrotado na política, soube mais do que ninguém exercer a liderança do ?eu?. Estava convicto de que contra traumas e frustrações que a vida nos impõe, o melhor remédio, é uma alma controlada por um grande sonho.
Embora o décimo sexto presidente dos EUA tenha tido mais derrotas do que vitórias em sua vida pública, do ponto de vista da psicologia foi o grande vencedor em todas as disputas. Ele venceu o preconceito com criatividade, as suas inseguranças com motivação, os seus medos com ousadia. Mas acima de tudo, foi sempre consciente que o destino é uma questão de escolha, não uma fatalidade, por isso, optou por continuar sonhando.
A discriminação, o preconceito, o racismo e a indiferença, foram porções que coube a outro sonhador: Martin Luther King. No entanto ele teve a capacidade de criticar a violência exercida contra os negros do seu país. E assim, reeditou sobre os traumas arquivados em sua memória, os sonhos que mudaria as gerações subseqüentes.
O autor da teoria da Inteligência Multifocal foi sem dúvida um sonhador. E como todos os outros, encontrou muitos desafios pelo cominho. Depois de 19 anos escrevendo sobre o processo como os pensamentos são construídos viu sua tese ser rejeitada por muitos e incompreendidas até mesmo por especialistas ligados às ciências humanas.
Não obstante a isto, Augusto Cury não se deixou vencer. Resolveu provar suas teses a luz de um personagem histórico. Escreveu uma coleção onde analisa a inteligência de Cristo. Foi incrível, com este ato ele democratizou a ciência, popularizou suas teses e surpreendeu o mundo ao entrar em uma área, até então, completamente dominada pela teologia.
Se pensar é o destino do ser humano, continuar sonhando é o seu grande desafio. E isto, é lógico, implica em trajetórias com riscos, em vitórias, com muitas lutas, e não poucos obstáculos pelo caminho. Apesar de tudo, seja ousado. Liberte sua criatividade. E NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS, pois eles transformarão sua vida em uma grande aventura.
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1° de Abril
Vergonha Nacional: vereadores ganham mal, enquanto professores recebem salários astronômicos
Os vereadores laboram de segunda à sexta, oito horas por dia, num ambiente turbulento, hostil e sem infra-estrutura. Apesar disso, recebem apenas um salário mínimo por mês. É uma das remunerações mais baixas entre todas as classes trabalhistas.
Enquanto os políticos reclamam, com razão, dos baixíssimos salários, os professores brasileiros – incluindo aqueles que lecionam para as séries iniciais – ostentam o contracheque mais gordo do País. Seus ordenados chegam a oito mil reais mensais. Por conta disso, o termo Mestre virou sinônimo contemporâneo de Marajá (já incorporado aos dicionários).
Muitos organismos sociais empreendem uma luta permanente para tentar combater essa astronômica disparidade. Eles já sugeriram aos deputados e senadores vários projetos de lei para redução dos salários colossais dos professores brasileiros. Entretanto, os documentos nem chegam a ser discutidos, em virtude da bancada da Educação no Congresso. Essa bancada formou um impiedoso lobby que insurge contra qualquer coisa que tente diminuir os privilégios dos professores.
João da Silva e Silva, coordenador de uma ONG, reclama que a alta remuneração dos docentes é desproporcional ao ambiente de trabalho em que eles atuam. “Nas escolas particulares ou publicas, todos os alunos são disciplinados e educados. Nunca respondem aos professores. Adicione-se a isso que as instituições de ensino são tão tranquilas e silenciosas que uma professora chegou a dormir dentro da sala de aula, diante dos alunos adolescentes do Ensino Médio”, diz o coordenador.
Para afirmar isso, João da Silva e Silva se respalda em dados concretos, que trazem outras revelações, como o fato de os professores não necessitarem desenvolver trabalhos extraclasses, conforme se imaginava. “Só seria trabalhoso se a realidade do alunado e de sua comunidade fossem totalmente diferentes da comunidade escolar. Mas, como as realidades são as mesmas, qualquer projeto é inútil”.
João revela também que os professores não precisam mais perder seus finais de semana corrigindo avaliações. Afinal, as provas foram extintas das escolas há muitos anos.
Este foi o sonho que a professora Maria José teve, enquanto ficou desacordada sobre uma cama de hospital.
Horas antes, a sala onde ela estava dando aula fora invadida por vândalos que estudavam na própria escola que depredavam. Maria José entrou em pânico, sofreu crise de convulsões e perdeu completamente os sentidos.
Agora – na sala do hospital – sentindo intensas dores físicas e emocionais, a professora conseguiu sorrir sarcasticamente de si mesma. Isso porque, após olhar o calendário na parede ao lado da cama, viu que aquele era dia 1º de Abril.
Com o sorrido ainda presente em seu rosto, ela falou:
“Bem que minha realidade poderia ser uma brincadeira, uma pegadinha do Dia da Mentira. Mas minha vida é uma verdade nua, crua e dolorosa”.
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Coragem é recomeçar...
Não quero defender as relações falidas e que só fazem mal, nem estou sugerindo que as pessoas insistam em sentimentos que não são correspondidos, em relacionamentos que não são recíprocos, mas quero reafirmar a minha crença sobre o quanto considero válida a coragem de recomeçar, ainda que seja a mesma relação, a coragem de continuar acreditando, sobretudo porque a dor faz parte do amor, da vida, de qualquer processo de crescimento e evolução. Pelos comentários que ouço, pelas atitudes que vejo, pela quantidade de pessoas depressivas que perambulam ocas pelo mundo, parece que temos escolhido muito mais vezes o "nada" do que a "dor". Quando você se perguntar "Do que adianta amar, tentar, entregar-se, dar o melhor de mim, se depois vem à dor da separação, do abandono, da ingratidão?", pense nisso: então você prefere a segurança fria e vazia das relações rasas? Então você prefere a vida sem intensidade, os passos sem a busca, os dias sem um desejo de amor? Você prefere o nada, simplesmente para não doer?
Não quero dizer que a dor seja fácil, mas pelo amor de Deus, que me venha a dor impagável do aprendizado que é viver!! Que me venha a dor inevitável à qual as tentativas nos remetem. Que me venha logo, sempre e intensa, a dor do amor...
Prefiro o escuro da noite, a nunca ter extasiado o brilho da lua.
Prefiro o frio da chuva, a nunca ter sentido o cheiro da terra molhada.
Prefiro o recolhimento cinza e solitário do inverno, a nunca ter me sentido inebriada pela magia acolhedora do outono, encantada pela alegria colorida da primavera e seduzida pelo calor provocante do verão.
E nesta exata medida, prefiro a tristeza da partida, a nunca ter me esparramado num abraço.
Prefiro o amargo do "não", a nunca ter tido coragem de sair da dúvida.
Prefiro o eco ensurdecedor da saudade, a nunca ter provado o impulso de um beijo forte e apaixonado, daqueles que recolocam todos os nossos hormônios no lugar.
Prefiro a angústia do erro, a nunca ter arriscado.
Prefiro a decepção da ingratidão, a nunca ter aberto meu coração.
Prefiro o medo de não ter meu amor correspondido, a nunca ter amado loucamente.
Prefiro a certeza desesperadora da morte, a nunca ter tido a audácia de viver com toda a minha alma, com todo o meu coração, com tudo o que me for possível.
Enfim, prefiro a dor, mil vezes a dor, do que o nada...
Não há, de fato, nada mais terrível e verdadeiramente doloroso do que a negação de todas as possibilidades que antecedem o "nada". E já que a dor é o preço que se paga pela chance espetacular de existir, desejo que você ouse, que você pare de se defender o tempo todo e ame, dê o seu melhor, faça tudo o que estiver ao seu alcance, e quando achar que não dá mais, que não pode mais, respire fundo e comece tudo outra vez, porque você pode desistir de um caminho que não seja bom, mas nunca de caminhar... Pode desistir de uma maneira equivocada de agir, mas nunca de ser você mesmo... Pode desistir de um jeito falido de se relacionar, mas nunca de abrir seu coração... Portanto, que venha o silêncio visceral que deixa cicatrizes em meu peito depois das desilusões e dos desencontros... Mas que eu nunca, jamais, deixe de acreditar que daqui a pouco, depois de refeita e ainda mais predisposta a acertar, vou viver de novo, vou doer de novo e, sobretudo, vou amar mais uma vez. E não somente uma pessoa, mas tudo o que for digno de ser amado!!
Amem, sempre, incondicionalmente!O amor é a única coisa que vale a pena...
Autor: Xênia da Matta
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segunda-feira, 30 de março de 2009
Curiosidades sobre a camisinha
Imagine só: em Londres, num leilão da conceituada joalheria Christie's, um modelo de camisinha foi arrematado por 5.200 dólares! Uau! E na França, ergueu-se um museu em homenagem a ela. Tá importante, né? Já na Colômbia, inventaram a calcinha-camisinha. Peraí, como assim... Abaixo, divirta-se com essas e outras extravagâncias sobre essa pequena peça, mas de grande importância nos dias atuais. |
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Quanta criatividade!!!

Autores do hino: Ricardo Pipo, Jovane Nunes,
Victor Leal, Adriano Siri e Welder Rodrigues
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Meninos X Meninas
Entenda a diferença de aprendizado entre meninas e meninos
O professor agiu corretamente?
Depende. Se os conversadores fossem rapazes, assim como os outros alunos, ele agiu acertadamente. Os rapazes, quando conversam, não conseguem prestar atenção no professor. Ou prestam atenção na conversa ou no professor. O professor também se atrapalha na sua explicação. Ou explica ou escuta. O cérebro masculino executa uma coisa de cada vez. Agora, a bronca na classe toda, isto é para mostrar quem manda naquele território...
Na mesma situação, na mesma classe, mas agora é uma professora que explica. Ela não se incomoda com as conversas paralelas, portanto não interrompeu a sua explicação nem deu bronca em ninguém.
A professora agiu corretamente?
Depende. Se quem conversava eram os rapazes, ela fez mal em não exigir silêncio deles, pois, com certeza, eles não estariam prestando atenção na explicação. Mas se fossem garotas, elas conseguiriam manter a atenção na explicação da professora e ainda fazer comentários paralelos sobre a roupa, sapatos, óculos que ela estivesse usando e comparar com o que ela usou "outro dia"... Para que dar bronca na classe, se ela não está incomodada com as conversas paralelas e nem querendo mostrar quem manda lá? Para ela basta cumprir a sua parte e não mostrar autoridade.
Um homem volta para casa. Ele precisa descansar. Então liga a TV e assiste a um jogo de futebol, a filmes de luta, briga ou guerra, a uma corrida de F1. Prefere ficar sozinho, em frente à telinha com jogos de computador. É a versão moderna do jurássico caçador cheio de testosterona.
Uma mulher volta para casa. Ela também precisa descansar. Então liga para uma amiga, se possível, encontra com ela, liga a TV para assistir a uma novela enquanto conversa com a empregada ou a um filme de amor, lê um romance, cuida da casa. São os jurássicos hormônios estrogênio e progesterona do relacionamento.
Hoje há homens assistindo novelas e mulheres indo a estádios de futebol. Estarão degenerando os gêneros a que pertencem? Muito propícia a comemoração de 200 anos do nascimento de Charles Darwin. Ele pôs em confronto a sua criação, o evolucionismo, com o criacionismo da Bíblia. Darwin afirmou na sua Teoria da Evolução publicada no seu livro "A Origem das Espécies": "há uma seleção natural ao longo das eras e sobrevive quem conseguir se adaptar às mudanças". O mundo está mudando. A sobrevivência não depende mais da força física, mas da capacitação profissional.
O homem era melhor do que a mulher na matemática, na orientação espacial, na força física, atributos de um exímio caçador. Hoje ele precisa saber também se comunicar e se relacionar com outras pessoas.
A mulher cuidava das crianças, usava todos os sentidos para perceber se um filho estava bem ou não. Sua capacidade relacional e afetiva eram atributos necessários para a perpetuação da espécie, e continuam sendo. Hoje ela precisa saber também dirigir carros e empresas, e suas áreas responsáveis pelas ciências exatas já estão sendo estimuladas.
Biologicamente as diferenças já existentes deverão permanecer, mas funcionalmente tanto o masculino quanto o feminino terão muito mais áreas em comum diminuindo bastante estas clássicas diferenças: masculino é bom nas exatas e feminino nas humanas.
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A exclusão e a inclusão de alunos
Os pais também estão sendo excludentes quando querem que seus filhos sejam aprovados mesmo que não tenham aprendido nada.
O governo contribuiu bastante com a exclusão dos seus alunos quando obrigou as escolas a adotarem a aprovação sistemática, pela qual nenhum aluno poderia ser reprovado, mesmo que nem ler soubesse.
Todos estes alunos que receberam diplomas sem merecer estão chegando ao mercado de trabalho sem qualificações necessárias para sequer escrever um relatório, e muito menos compreendê-lo.
O Brasil do trabalho reclama que falta competência aos candidatos às vagas existentes. Ao mesmo tempo sobram desempregados.
Minha orientação aos professores é que eles sejam inclusivos por meio da mudança de atitude no processo ensino-aprendizagem, pois atualmente ele está deturpado para processo aprovação-reprovação do aluno.
Método excludente: quando um aluno atrasa para chegar à aula pela terceira vez, o professor clássico não permite que ele entre na sala de aula. Dá uma suspensão para que o aluno aprenda a não se atrasar. Como se, ao excluir o aluno, ele aprendesse a chegar a tempo, a não se atrasar.
O princípio pedagógico desta suspensão é privá-lo de algo que lhe seja importante. Mas é importante para quem? Para o aluno que não é, pois quando ele está interessado, não perde um segundo na cama. Exemplo: acordar de madrugada aos sábados e domingos para surfar.
O aluno atrasa porque não está interessado. Não lhe cobram aprendizado, mas a presença na classe. Reprova-se por faltas às aulas, mas não por falta de aprendizado.
Esta suspensão aumenta o desinteresse do aluno, que agora tem motivo para não assistir à aula: a própria suspensão. Agora ele tem justificativa de não conseguir acompanhar a matéria, afinal ele estava suspenso.
Método inclusivo: já no primeiro atraso de um aluno, o professor com nova atitude, a de estar interessado no aprendizado do jovem, explica ao atrasado:
"Como você se atrasou, mas não quero que você perca o que eu já expliquei, você escolhe um colega para que depois da aula lhe explique o que você perdeu com o atraso. Na próxima aula, vou lhe perguntar o que o seu colega lhe explicou. Se você souber você ganha um ponto na nota, e quem lhe explicou também ganha um ponto." E continua dando a aula.
Este professor não deve esquecer a promessa feita. Deve anotar no diário e, na próxima aula, essa deve ser sua primeira ação. Se você é o professor, pergunte ao estudante atrasado quem foi o aluno escolhido para lhe explicar.
Este tempo é necessário para o aluno organizar sua mente e mostrar o que aprendeu com o colega. Se perguntar direto, além de intimidar, pode dar um "branco" no aluno, pois ele pode não ter a prontidão esperada. Se mesmo assim ele não se lembrar, vale a pena jogar para os alunos: "quem disser uma palavra que resuma a aula passada ganha um ponto!"
A maioria dos alunos não está ainda com a mente aquecida para começar a pensar na matéria, enquanto a mente do professor já está preparada faz tempo para dar a aula.
Sempre há um aluno que diz uma palavra. Se for pertinente, o professor dá um ponto e pede a segunda palavra. Esta segunda surge mais rapidamente, e a terceira, mais ainda. Em menos de um minuto, o professor já tem 5 palavras e os alunos estão com a mente preparada para receber a sequência da aula passada. Depois volta-se ao aluno, que atrasou na aula passada, com a mesma pergunta.
O professor tem de ter a nova atitude de querer incluir este aluno no aprendizado. Portanto, deve também ser criativo em facilitar que o aluno lhe responda, e não torcer para que ele não se lembre para "ferrar com ele".
Há décadas existia um exame oral, no qual o professor sorteava uma pergunta ao aluno que tinha que lhe responder. Quando o professor queria reprovar o aluno, não lhe ajudava em nada, pelo contrário, criava um campo; tempo para forçar um "branco" no aluno. Mas quando ele queria aprovar, tudo favorecia, dizendo até o início da palavra-resposta para o aluno simplesmente completar.
Com esta nova atitude, a inclusiva, o professor está preparando um futuro profissional competente para melhorar o Brasil.
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Violência doméstica tem explicação?
Violência doméstica tem explicação?
Em um ranking da violência doméstica contra a mulher feito pela OMS (Organização Mundial de Saúde) em 2006, a Etiópia é líder, com índice de 71% de violência. O Japão, com 15%, é um dos últimos da lista.
As mulheres que mais apanham dos seus maridos são as que não trabalham fora, não têm instrução, têm filhos e moram na região rural. Mas existe uma qualificação ou defeito que está presente em todas as condições acima citadas: é o machismo. O machismo existe desde que o homem sentiu que tinha poder para subjugar a mulher.
Na Mesopotâmia, há 12 mil anos, quando se descobriu a agricultura, as organizações familiares que eram matrilineares viraram patrilineares. Algumas famílias começaram a invadir e conquistar agriculturas e seus donos. Os homens eram mortos e as mulheres e crianças tinham novo chefe de família.
Já existiu o comércio de homens e mulheres como escravos. A escravidão foi oficialmente abolida antes da emancipação da mulher, que foi muito recente. Ainda hoje existe trabalho escravo aqui e acolá, mesmo que seja muito combatido.
A cultura machista, do homem sentir-se dono da mulher, ainda existe bastante, principalmente nas famílias chefiadas pelo homem. O nome de "rainha do lar" é um disfarce para a situação da maioria das mulheres, que na realidade são escravas do lar. Ai das mulheres que não fizerem o que os seus donos homens desejam...
Mais do que a agressão física, existe ainda, em grande escala, o abuso moral social da mulher. A mulher receber menos dinheiro do que o homem pelo mesmo serviço é um abuso financeiro.
A mulher, por mais que trabalhe fora e produza dinheiro, ainda dedica entre 23 e 27 horas por semana aos afazeres de "rainha do lar de todos", principalmente em feriados e finais de semana. Uma dedicação sem direito a férias nem a décimo terceiro salário... A mulher tem mais direitos, ainda que abusada, fora de casa do que dentro dela.
Há muitas famílias que ainda cantam amorosamente canções infantis como "Terezinha de Jesus":
"Terezinha de Jesus
De uma queda foi ao chão
Acudiram três cavalheiros
Todos de chapéu na mão.
O primeiro foi seu pai,
O segundo seu irmão,
O terceiro foi aquele
Que a Tereza deu a mão."
Com tanto amor e proteção, como pode uma mulher ser tão vilmente agredida dentro do seu próprio lar?
Um padrão cultural para ser mudado leva no mínimo algumas gerações. É o que acontece com a cultura machista. Os homens aos poucos estão mudando, e os últimos a mudar são os que têm menor grau de instrução. No íntimo de cada um ainda há ranços da lei da matilha, a lei do mais forte, ou seja lá qual for o nome dado ao machismo.
É neste íntimo que reside a família, na convivência mútua da qual não se presta contas a ninguém a não ser a si mesma. Assim como um usuário, que na solidão e intimidade do seu quarto faz o que quiser na internet; um homem, na intimidade do seu lar, se sente o dono de tudo, inclusive da alma de sua mulher.
Culturas há que perpetuam tais violências contra a mulher, das quais ela mesma faz parte. As mulheres que se insurgem contra têm o apoio da lei, mas ainda são condenadas pelos padrões culturais dos seus próprios pares, homens e mulheres. Tudo isso explica (mas não justifica) a violência doméstica nos dias de hoje.

Içami Tiba
Psiquiatra, educador e conferencista. Escreveu “Quem Ama, Educa! Formando Cidadãos Éticos" e mais 22 livros.
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Fotos da escolinha Tia Nina



Uma Escola de amor e de caridade, onde todo o trabalho é obra do amor ao próximo, da doação e da esperança.
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Mídia e Violência
Este artigo foi escrito por Carlos Alberto di Franco, professor de Ética e doutor em comunicação pela Universidade de Navarra
Impressiona-me o crescente espaço destinado à violência nos meios de comunicação. Catástrofes, tragédias e agressões, recorrentes como chuvaradas de verão, compõem uma pauta sombria e perturbadora. A violência não é uma invenção da mídia. Mas sua espetacularização é um efeito colateral que deve ser evitado. Não se trata, por óbvio, de sonegar informação. Mas é preciso contextualizá-la. A overdose de violência na mídia pode gerar fatalismo e uma perigosa resignação. Não há o que fazer, imaginam inúmeros leitores, ouvintes, telespectadores e internautas. Acabamos, todos, paralisados sob o impacto de uma violência que se afirma como algo irrefreável e invencível. E não é verdade. Podemos, todos, jornalistas, formadores de opinião, estudantes, cidadãos enfim, dar pequenos passos rumo à cidadania e à paz.
Os que estamos do lado de cá, os profissionais da mídia, carregamos nossas idiossincrasias. Sobressai, entre elas, certa tendência ao catastrofismo. O rabo abana o cachorro. O mote, freqüentemente usado para justificar o alarmismo de certas matérias, denota, no fundo, a nossa incapacidade para informar em tempos de normalidade. Mas, mesmo em épocas de crise (e estamos vivendo uma gravíssima crise de segurança pública), é preciso não aumentar desnecessariamente a temperatura. O jornalismo de qualidade reclama um especial cuidado no uso dos adjetivos. Caso contrário, a crise real pode ser amplificada pelos megafones do sensacionalismo. À gravidade da situação, inegável e evidente, acrescenta-se uma dose de espetáculo. O resultado final é a potencialização da crise. Alguns setores da mídia têm feito, de fato, uma opção preferencial pelo negativismo. O problema não está no noticiário da violência, mas na miopia, na obsessão pelos aspectos sombrios da realidade. É cômodo e relativamente fácil provocar emoções. Informar com profundidade é outra conversa. Exige trabalho, competência e talento.
O que eu quero dizer é que a complexidade da violência não se combate com espetáculo, atitudes simplórias e reducionistas, mas com ações firmes das autoridades e, sobretudo, com mudanças de comportamento. Como salientou o antropólogo Roberto da Matta, “se a discussão da onda de criminalidade que vivemos se reduzir à burrice de um cabo de guerra entre os bons, que reduzem tudo à educação e ao “social”; e aos maus, que enxergam a partir do mundo real: o mundo da dor e dos menores e maiores assassinos, e sabem que todo ato criminoso é também um caso de polícia, então estaremos fazendo como as aranhas do velho Machado de Assis, querendo acabar com a fraude eleitoral mudando a forma das urnas.” O que critico não é a denúncia da violência, mas o culto ao noticiário violento em detrimento de uma análise mais séria e profunda.
Precisamos, ademais, valorizar editorialmente inúmeras iniciativas que tentam construir avenidas ou ruelas de paz nas cidades sem alma. A bandeira a meio pau sinalizando a violência sem fim não pode ocultar o esforço de entidades, universidades e pessoas isoladas que, diariamente, se empenham na recuperação de valores fundamentais: o humanismo, o respeito à vida, a solidariedade. São pautas magníficas. Embriões de grandes reportagens. Denunciar o avanço da violência e a falência do Estado no seu combate é um dever ético. Mas não é menos ético iluminar a cena de ações construtivas, freqüentemente desconhecidas do grande público, que, sem alarde ou pirotecnias do marketing, colaboram, e muito, na construção da cidadania.
A violência está aí. E é brutal. Mas também é preciso dar o outro lado: o lado do bem. Não devemos ocultar as trevas. Mas temos o dever de mostrar as luzes que brilham no fim do túnel. A boa notícia também é informação. E, além disso, é uma resposta ética e editorial aos que pretendem fazer do jornalismo um refém da cultura da violência.
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domingo, 29 de março de 2009
Crianças no narcotráfico, é muito triste!
Droga responde por 25% da apreensão de menores em Ribeirão Preto
Adolescentes chegam a ganhar R$ 50,00 por dia em Ribeirão Preto para trabalhar no tráfico de drogas. O dinheiro fácil ilude e está diretamente associado às estatísticas da Delegacia da Infância e da Juventude (Diju). Das 782 apreensões de adolescentes feitas neste ano, 201 envolvem drogas - 24,8% do total.
O levantamento é da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo, e engloba as ocorrências atendidas pelas polícias Civil e Militar e ainda pela Guarda Municipal (GM).
Do total de 345 mil criminosos no Brasil, 17,4% são crianças e adolescentes com menos de 18 anos que estão internados em estabelecimentos de correção ou cumprindo medidas em regime de liberdade assistida.
A delegada da Infância e Juventude Sílvia Cristina Carreta diz que a desigualdade social e a falta de estrutura familiar são os principais motivos que levam o adolescente ao crime.
- Hoje os adolescente são proibidos de trabalhar, mas o consumismo é incentivado o tempo inteiro. Esses jovens não tem emprego, mas querem comprar o que os outros têm. Por isso acabam praticando pequenos furtos ou traficando drogas - disse a delegada.
Quanto à falta de estrutura familiar, Sílvia explicou que a formação de um adolescente ocorre com a união da presença e exemplo dos pais. Segundo ela, quando os pais passam o dia todo fora, os adolescentes, geralmente, caem na marginalidade.
- Além disso, existe o exemplo dos pais. Muitos desses menores infratores têm pais presos, alcoólatras ou drogados. É esse exemplo que eles vão seguir - declarou.
Além do tráfico e do porte de entorpecentes, os menores infratores de Ribeirão Preto foram apreendidos por homicídio culposo por acidente de trânsito (um), lesão corporal dolosa (99), tentativa de homicídio (um), lesão corporal por acidente de trânsito (seis), porte ilegal de armas (seis), roubo de veículos (dois), roubos em geral (53), furto de veículos (17) e furtos em geral (133).
Segundo dados da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, há 60 mil adolescentes cumprindo medidas socioeducativas no Brasil, sendo 14 mil em regime de internação e os demais em regime aberto. O Departamento Penitenciário Nacional registra 285 mil adultos presos no país.
A diferença está no tipo de punição. Entre os adultos há 240.300 presos em regime fechado - incluindo os ainda não sentenciados, detidos em cadeias e presídios - e apenas 44.700 em regime semi-aberto ou aberto.
Entre os adolescentes infratores, a maioria cumpre as chamadas medidas de meio aberto: liberdade assistida, prestação de serviços, reparação de danos ou apenas advertência. Cerca de 70% desses adolescentes acabam se tornando reincidentes, ou seja, cometendo novos crimes ao deixar os institutos.
São internados os adolescentes que cometem os crimes mais graves, como homicídio, latrocínio ou assalto à mão armada. Nesses casos, de acordo com dados da subsecretaria, o tempo médio de internação de adolescentes infratores é de um ano e meio.
Fonte: O Globo Online
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os amigos com o seu vocabulário
apurado... fale difícil !
Eles ficarão admirados com a
sua inteligência e conhecimento
da língua portuguesa.
Então, que gíria que nada, o
bom mesmo é falar algo que
todo mundo já escutou, mas
de uma forma bem diferente...
Aprenda e pratique !
5 - Inflar o volume da bolsa escrotal. |
8 - Derrubar com intenções mortais. 9 - Aplicar a contravenção do Dr. João, deficiente físico de um dos membros 11 - Sequer considerar a possibilidade |
| 12 - Retirar o filhote de eqüino da perturbação pluviométrica. (Tirar o cavalinho da chuva) 13 - Derramar água pelo chão através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente. (Chutar o balde) 14 - Bucéfalo de oferenda não se questiona formação odôntica! (Cavalo dado não se olha os dentes) |
DE SEMANA OU FERIADOS
na parte ínfero-lombar da região glútea
de um indivíduo em alto grau etílico,
deixa de estar em consonância com
os ditames referentes ao direito
individual de propriedade.
(C. de bêbado não tem dono!)
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