Mensagem do dia

Estude! Saber é o maior diferencial que existe!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A LISTA




A LISTA
Oswaldo Montenegro

 
Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais

Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar

Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora?

Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender?
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você

Quantas mentiras você condenava
Quantas você teve que cometer
Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia pra sobreviver

Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você

CARTA DE UM PAI AO FILHO


 
Amado Filho,


O dia em que este velho já não for o mesmo, tenha paciência e me compreenda.
Quando eu derramar comida sobre minha camisa e esquecer como amarrar meus sapatos, tenha paciência comigo e se lembre das horas que passei te ensinando a fazer as mesmas coisas.

Se quando conversa comigo, repito e repito as mesmas palavras e sabes de sobra como termina, não me interrompas e me escute. Quando era pequeno, para que dormisse, tive que contar-lhe milhares de vezes a mesma estória até que fechasse os olhinhos.

Quando estivermos reunidos e, sem querer, fizer minhas necessidades, não fique com vergonha e compreenda que não tenho a culpo disto, pois já não as posso controlar. Pensa quantas vezes quando menino te ajudei e estive pacientemente a seu lado esperando que terminasse o que estava fazendo.

Não me reproves porque não queira tomar banho; não me chames a atenção por isto. Lembre-se dos momentos que te persegui e os mil pretextos que tive que inventar para tornar mais agradável o seu banho.

Quando me vejas inútil e ignorante na frente de todas as coisas tecnológicas que já não poderei entender, te suplico que me dê todo o tempo que seja necessário para não me machucar com o seu sorriso sarcástico. 

Lembre-se que fui eu quem te ensinou tantas coisas. Comer, se vestir e como enfrentar a vida tão bem com o faz, são produto de meu esforço e perseverança.

Quando em algum momento, enquanto conversamos, eu chegue a me esquecer do que  estávamos falando, me dê todo o tempo que seja necessário até que eu me lembre, e se não posso fazê-lo não fique impaciente; talvez não fosse importante o  que falava e a única coisa  que queria era estar contigo e que me escutasse nesse momento.

Se alguma vez já não quero comer, não insistas. Sei quando posso e quando não devo.

Também compreenda que, com o tempo, já não tenho dentes para morder, nem gosto para sentir.

Quando minhas pernas falharem por estarem cansadas para andar, dá-me sua mão terna para me apoiar, como eu o fiz quando começou a caminhar com suas fracas perninhas.

Por último, quando algum dia me ouvir dizer que já não quero viver e só quero morrer, não te enfades. Algum dia entenderás que isto não tem a ver com seu carinho ou o quanto te amei.

Trate de compreender que já não vivo, senão que sobrevivo, e isto não é viver.
Sempre quis o melhor para você e preparei os caminhos que deve  percorrer.
Então pense que com este passo que me adianto a dar, estarei construindo para você outra rota em outro tempo, porém sempre contigo.

Não se sinta triste, enojado ou impotente por me ver assim. Dá-me seu coração, compreenda-me e me apóie como o fiz quando começaste a viver.

Da mesma maneira que te acompanhei em seu caminho, te peço que me acompanhe para terminar o meu.

Dê-me amor e paciência, que te devolverei gratidão e sorrisos com o imenso amor que tenho por você.

Atenciosamente,
Teu Velho Pai.

ÁGUA DO MUNDO






Vou correndo, como se isso me fizesse escapar dos pingos da chuva que se inicia. Menos tempo na chuva, pode ser ilusório, mas tenho a impressão de que ficarei menos molhado, de que chegarei menos ensopado. Com o canto do olho observo o senhor que com a mangueira termina de limpar a calçada, mesmo sabendo que a chuva há de modificar todo o cenário nos próximos instantes. Ou vai trazer de volta toda a sujeira que ele está tirando ou vai lavar outra vez o que ele acabou de lavar.

A água que cai do céu cai purinha, purinha, é o que penso enquanto corro dela. A água que cai do céu. Lembro-me do livro da Camille Paglia em que ela afirmava, ou pelo menos foi o que me recordo de ter dali subtraído, que o homem havia optado por viver em grupo por temor aos fenômenos naturais: chuvas, clima, terremotos etc. Foi preciso se unir contra as forças da natureza. As forças amorais na natureza. Quando passa um furacão levando tudo, bons ou os maus, estão todos ameaçados. Quando chove muito e tudo começa a inundar, anjos e demônios poderão estar, em breve, igualmente submersos. Quando a água falta, senhores e escravos morrem da mesma sede. Há forças mais poderosas que a maldade humana.
Os destinos turísticos são, em sua maioria, lugares interessantes por causa da água. Praias, lagos, rios, cachoeiras: somos naturalmente atraídos pela água. A simples vista para o mar ou rio já torna um ambiente mais interessante. Parece óbvio o que digo mas se levarmos em conta que grande parte do planeta é tomado por água isso passa a ser, sim, digno de nota: vivemos em meio a tanta água e ainda somos tão fascinados por ela! Nosso organismo é também, em sua maior porção, água. Somos água, viemos da água, para a água voltaremos e, enquanto tivermos como aproveitar a vida, queremos fazê-lo perto de alguma fonte de água límpida, na beira de um rio ou mar. Navegando, que seja. Queremos água.
Vivemos, porém, sob o alerta de que a água pode acabar. É preciso economizar. Parece absurdo pois a água é absolutamente indestrutível! Se você toca fogo ela vira fumaça e depois volta  a ser água, se congela ela derrete e volta a ser água, seja lá o que se faça com ela, a água volta a ser água depois de um tempo, pura e cristalina. E na mesma quantidade! Pois é. Mas pode voltar salgada. Sabe lá o que é morrer de sede em frente ao mar? O prejuízo maior que a água pode sofrer é a poluição. Uma vez poluída a água pode demorar muitos anos para voltar ao seu estado natural, potável, como os pingos da chuva lá do início.
Volto ao início e ao senhor que tentava varrer uma folha de árvore, pequenina, da porta de seu prédio, segundos antes da chuva começar. Quantos litros de água pura ele desperdiçava naquela tarefa imbecil? Não seria mais fácil varrer a folhinha ou pegá-la com a mão? Aquela água correria para o bueiro e se juntaria ao esgoto cheio de substâncias químicas e de lá iria parar sabe-se lá onde, mas, poluída, demoraria um tempo enorme para voltar para o reservatório d'água da cidade. Este tempo é que pode ser o suficiente para uma cidade entrar em caos por não ter o que beber. A água não vai "acabar" nunca, mas talvez, um dia,  não possamos usufruir dela onde e como gostaríamos. Talvez as grandes desgraças naturais não nos metam tanto medo porque o que nos vai derrotar mesmo sejam as folhinhas nas calçadas. Aguadas de estupidez.


de Leo Jaime.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Caixa de loja faz ladrão desistir de roubo 'em nome de Jesus'

Foto: Reprodução


Um assaltante desistiu de roubar uma loja em Frisco, no estado americano do Texas, depois que a caixa o mandou sair do estabelecimento "em nome de Jesus".

De acordo informações da emissora de TV KDFW Fox 4, depois que o bandido pediu dinheiro, Marian Chadwick o encarou e disse "Em nome de Jesus, saia da minha loja. Eu ligo você com o poder do Espírito Santo". O ladrão, que estava armado e mascarado, recuou devagarinho até sair correndo do local sem levar nada.

A cena foi registrada pelas câmeras de segurança da loja.

Notícia retirada do site G1.

Puxa vida! Inacreditável!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

A arte de ensinar





Dia desses um garoto de oito anos contava para a mãe suas experiências na sala de aula. Comentava sobre cada professor, sua maneira de ser e de transmitir ensinamentos. 

Dizia que gostava muito das aulas de uma determinada professora, embora não gostasse muito da matéria. 

Comentava, ainda, que detestava ter que assistir as aulas de sua matéria preferida porque não gostava da professora. 

Dizia, com a franqueza que a inocência infantil permite: A professora de História está sempre de mau humor. Ela grita com a gente por qualquer motivo e nunca sorri. 

Quando passa uma lição e algum aluno não faz exatamente como ela mandou, faz um escândalo. Todos os alunos têm medo dela. 

Já a professora de Português está sempre sorrindo. Brinca com a turma e só chama atenção quando alguém está atrapalhando a aula. Eu até fiz uma brincadeira com ela um dia desses, e ela riu muito. 

Depois de ouvir atentamente, a mãe lhe perguntou: E por que você não gosta das aulas de religião, filho? 

Ah, falou o menino, o professor é grosseiro e cínico. Critica todos os alunos que têm crença diferente da dele e diz que estão errados sempre que não respondem o que ele quer ouvir. 

E, antes de sair para suas costumeiras aventuras com os colegas, o garoto acrescentou: Agora eu sei que, por mais complicada seja a matéria, o que faz diferença mesmo, é o professor. 

De uma conversa entre mãe e filho, aparentemente sem muita importância, podemos retirar sérias advertências. 

E uma delas é a responsabilidade que pesa sobre os ombros daqueles que se candidatam a ensinar.

Muitos se esquecem de que estão exercendo grande influência sobre as mentes infantis que lhes são confiadas por pais desejosos de formar cidadãos nobres. 

Talvez pensando mais no salário do que na nobreza da profissão, alguns tratam os pequenos como se fossem culpados por terem que passar longas horas numa sala de aula. 

Mais grave ainda, é quando se arvoram a dar aulas de Religião e agridem as mentes infantis com a arrogância de que são donos da verdade, semeando no coração da criança as sementes do cepticismo. 

Quem aceita a abençoada missão de ensinar, deve especializar-se nessa arte de formar os caracteres dos seus educandos, muito mais do que adestrar-se em passar informações pura e simplesmente. 

É preciso que aqueles que se dizem professores tenham consciência de que cada criatura que passa por uma sala de aula, levará consigo, para sempre, as marcas indeléveis de suas lições. Sejam elas nobres ou não. 

É imprescindível que os educadores sejam realmente mestres, no verdadeiro sentido do termo. 

Que ensinem com sabedoria, entusiasmo e alegria. 

Que exemplifiquem a confiança, a paz, a amizade, o companheirismo e o respeito. 

E aquele que toma sobre si a elevada missão de ensinar Religião, deverá estar revestido de verdadeira humildade e da mais pura fraternidade, a fim de colocar Deus acima de qualquer bandeira religiosa. 

Deverá religar a criatura ao seu Criador, independente da Religião que esta professe, sem personalismo e sem o sectarismo deprimente, que infelicita os seres e os afasta de Deus. 

Por fim, todo professor deverá ter sempre em mente que a sua profissão é uma das mais nobres, porque é a grande responsável por iluminar consciências e formar cidadãos de bem. 

* * * 

Mestre verdadeiro é aquele que ajuda a esculpir nas almas as mais belas lições de sabedoria. 

Verdadeiro professor é aquele que toma das mãos do homem, ainda criança, e o conduz pela estrada segura da honestidade e da honradez. 

O verdadeiro mestre é aquele que segue à frente, sinalizando a estrada com os próprios passos, com o exemplo do otimismo e da esperança.
 
Autor:
Redação do Momento Espírita. Disponível no CD Momento Espírita, v. 11, ed. Fep.

Auto-avaliação das virtudes humanas - RESPONSABILIDADE

Descrição operativa (como funciona)

Quem tem essa virtude assume as conseqüências de seus atos intencionados, resultado das decisões que tome ou aceite; e também de seus atos não intencionados, de tal modo que os demais fiquem beneficiados o mais possível ou, pelo menos, não prejudicados; preocupando-se, ao mesmo tempo, de que as outras pessoas em quem pode influir façam o mesmo.

A EDUCAÇÃO DA RESPONSABILIDADE
 
1. Reconheço a tendência de cada filho/aluno em relação com a responsabilidade de tal maneira que não pressiono muito à criança, que por si própria, é responsável.

(Cada criança nasce de uma maneira diferente e há que recordar que se pode cair em um vício por um excesso da virtude. Possivelmente, esse menino responsável necessita desenvolver outras virtudes, a flexibilidade, a sinceridade ou a compreensão, por exemplo).
2. Mando aos filhos/alunos para que tenham a oportunidade de obedecer e viver a responsabilidade.

(Uma das maneiras de ser responsável é a de assumir as decisões dos demais. Isto é, obedecer-lhes. Se o educador não manda, não se pode viver a responsabilidade desta maneira).
3. Ajudo aos meninos/as a dar-se conta das decisões que estão tomando, de tal forma que possam assumir as conseqüências das mesmas.

(Por exemplo, ajudando a um filho a ver como gastou sua "mesada" semanal, a ver as conseqüências de convidar a alguns amigos e não a outros a uma festa de aniversário, a inscrever-se em uma atividade extra escolar no colégio).
4. Ofereço diferentes alternativas aos filhos/alunos para que aprendam a discernir entre as vantagens e inconvenientes de cada uma.

(Quando se trata de jovens, eles próprios podem pensar nas alternativas. Mas antes convém usar este sistema para que aprendam a descobrir as possíveis conseqüências de seus atos). 
 
5. Me preocupo em buscar ou facilitar a informação adequada com respeito a algum tema em que o jovem vai tomar uma decisão, de tal maneira que possa tomá-la responsavelmente.

(Aqui nos referimos à etapa em que o jovem ainda não está em condições de assumir autonomamente o processo completo. De fato é freqüente encontrar meninos/as de quatorze ou quinze anos que tomam suas decisões, ou pretendem fazê-lo, com uma falta de prudência considerável. Não reconhecem os perigos ou se acham capazes de superar qualquer dificuldade. Necessitam de ajuda para ser realistas). 
 
6. Procuro áreas de autonomia em que os jovens possam tomar suas próprias decisões autonomamente e lhes deixo agüentar as conseqüências de seus erros contanto que não sejam imprudentes.

(Quando as coisas saem mal, os educadores têm uma tendência natural a proteger o educando sem deixar-lhe crescer como conseqüência de seus próprios erros).

7. Ajudo aos jovens a dirigir sua atenção para os demais de tal forma que ajudem a seus colegas e amigos a atuar responsavelmente também.

(Ser responsável é ajudar aos demais a ser responsável. Por exemplo, uma criança poderia animar a outra a assumir as conseqüências de alguma infração das regras que cometeu, a cumprir com sua palavra, a realizar seu trabalho bem ou a obedecer a seus pais).
8. Ajudo aos jovens a reconhecer quais coisas e ante quem devem prestar contas.

(Progressivamente podem ir reconhecendo as diferentes autoridades ante quem devem prestar contas. Por exemplo, o professor, os pais, uma autoridade civil e evidentemente Deus).
9. Ensino aos filhos/alunos a consultar antes de tomar suas decisões e a quem convém recorrer em cada caso.

(De fato se trata de ajudar-lhes a descobrir quem são as autoridades em cada questão. Não se trata de recorrer ao professor para resolver uma dúvida médica e tampouco se trata de recorrer ao médico para resolver um tema escolar).
10. Ajudo aos jovens a assumir a responsabilidade de suas ações equivocadas cometidas sem intenção.

(Muitas coisas acontecem por falta de previsão ou por ingenuidade, mas também há outras em que dificilmente se pode encontrar algum elemento de responsabilidade pessoal. De todas as formas há que assumir o fato e agüentar aquelas coisas de que não nos sentimos responsáveis. Uma doença, por exemplo). 
 
A MANEIRA PESSOAL DE VIVER A RESPONSABILIDADE

11. Assumo plenamente a responsabilidade de ser educador. Tenho uma vivência profunda da importância de minha função.

(A responsabilidade supõe este primeiro tipo de decisão consciente de responder pelo que se é. Não se trata tanto de responsabilizar-se por um conjunto de tarefas).
12. Vivo a responsabilidade prestando contas às pessoas que têm autoridade sobre mim.

(É necessário responder ante alguém para ser responsável e todas as pessoas temos alguma autoridade acima de nós).
13. Me comprometo com os valores e com as pessoas que dependem de mim buscando seu bem.

(O compromisso é conseqüência de um decisão consciente. É necessário refletir sobre o que é importante para si próprio e a seguir lutar para proteger e defender esses valores).
14. Depois de tomar uma decisão ou empreender uma ação, aguento as conseqüências se o assunto sai mal.

(Algumas pessoas tentam passar a responsabilidade a outros. Por exemplo, se um filho fracassa em seus estudos principalmente por ter pouca capacidade real para o estudo, alguns pais não o aceitam e passam a responsabilidade do fracasso ao colégio).
15. Passo um tempo tentando prever possíveis conseqüências de minhas decisões antes de tomar uma determinação.

(Na vida familiar, com frequência os pais reagem frente às situações, em vez de estudar o tema e tomar uma decisão pausada. A responsabilidade requer não apenas assumir as conseqüências dos próprios atos mas também, prever as conseqüências).
16. Assumo as conseqüências negativas de minhas ações equivocadas.

(Indicadores de que seja assim, serão, por exemplo que o educador saiba pedir desculpas quando haja cometido um erro ou que saiba retificar e não continuar adiante com teimosia em algum assunto, após perceber que se equivocou).
17. Habitualmente me comprometo com projetos depois de um estudo sério do assunto, pensando nas conseqüências positivas que pode haver para os demais e sem depender inecessariamente das opiniões dos demais.

(Algumas pessoas tendem a não comprometer-se a menos que a maioria dos demais já o tenha feito, ou unicamente quando vê que o assunto está saindo bem).
18. Apesar de que existem muitos motivos para ser responsável, entendo que o motivo fundamental tem que ser meu reconhecimento de que tenho o dever de responder ante outra pessoa ou ante Deus.

(Uma pessoa pode atuar de uma maneira que parece responsável por fins econômicos, por medo, por eficácia. Entretanto, não reconhece as exigências autênticas da responsabilidade).
19. Quando participo em reuniões em que se tomam decisões, assumo as conseqüências ainda que a decisão tomada não seja a que eu considero melhor.

(De fato responder pelas decisões tomadas em grupo é difícil. Requer uma dose suficiente de humildade). 
 
20. Me responsabilizo do que radicalmente sou. Isto é filho/a de Deus.

(Isto requer, por exemplo, buscar uma direção espiritual, viver a fé nas relações com os demais, rezar e reconhecer a Deus como Pai)

Eu tô feliz com o vale-night

Vem de Salvador a promessa de conciliar o que parecia impossível: permitir aos foliões pularem o Carnaval e a cerca ao mesmo tempo. E sem prejuízos aos namoros, casórios, relacionamentos vai-e-vem ou coisa do tipo. Uia!

Quem lançou o produto e garante que funciona é a banda Asa de Águia, na música Vale Night. Consiste em um "ok" do(a) parceiro(a) para o outro fazer... bem, fazer quem ele(a) quiser fazer, desde que volte no dia seguinte.

Se funciona ou não, só o tempo e os advogados especializados em divórcios dirão. Pra quem quis testar a eficácia do vale por conta e risco, segue a letra.

Vale Night (Asa de Águia)

Vale Night, o passaporte da folia
Encontrei a solução pra essa agonia,
Peça o seu vale night caia na folia

Olha aqui, você não se ache, você não me alugue
você não me acabe não
Diga ai, não tem quem aguente
Sou muito decente, acho que mereço então
Oh meu bem, é muito trabalho, na semana inteira
Quero só meu dia de paz
Encontrei a solução pra essa agonia
Peça o seu vale night, caia na folia
Ela me deu o vale night
Eu precisei do vale night
Eu andava todo estressado
agora a coisa mudou
Ela meu deu o vale night
Eu precisei do vale night
Vem curtir agora o novo lance
a galera pirou
A gente precisa de uma saída afinal
A festa com o vale night
Abalou geral

Ela me deu o vale night
Eu precisei do vale night
Eu andava todo estressado
agora a coisa mudou
Ela meu deu o vale night
Eu precisei do vale night
Vem curtir agora o novo lance
a galera pirou

Quem tá solteiro, continua solteiro
Quem tá casado, continua casado
Quem tá ficando, continua ficando
Mas o vale night é um direito do povo
Encontrei a solução pra essa agonia
Peça o seu vale night caia na folia
Ela me deu o vale night
Eu precisei do vale night
Eu andava todo estressado
agora a coisa mudou
Ela meu deu o vale night
Eu precisei do vale night
Vem curtir agora o novo lance
a galera pirou
Ela me deu o vale night

Vendo essa nova onda do carnaval de Salvador, fico pensando... Que tipo de cidadãos estamos formando? Onde estão os valores humanos e as virtudes que já andavam esquecidas?

Nos dias de hoje, por incrível que pareça, namorar é considerado meio fora de moda, coisa antiga, e até mesmo, careta.  Ninguém quer assumir compromissos e responsabilidades. É que tem o "ficar"... em que tudo parece muito mais fácil, certo? Nem tanto. No “ficar”, as pessoas se encontram, se atraem e sem sequer se conhecerem acabam trocando uns beijinhos e abraços. Não dão satisfações umas para as outras, e, na maioria das vezes, não chegam a dizer uma única palavra.
Ficar acaba sendo atraente para os jovens, que imaginam ser possível curtir apenas o lado bom de namorar. Nada de responsabilidades, cobranças e obrigações. Aí, o hábito de ficar acaba substituindo o namoro, e a maioria dos meninos e meninas prefere apenas trocar alguns carinhos a “encarar um lance mais sério”. O problema é que às vezes bate uma carência, uma vontade de ter alguém...

A estudante Ana Lúcia Nascimento, de 18 anos, garante que não há nada contra as pessoas que só ficam, mas sempre chega o momento em que a pessoa quer sentir o gostinho de ter um alguém só seu.

— A pessoa que “fica” sempre, nunca se envolve com ninguém. Aí acaba sendo natural sentir vontade de ter alguém com quem sair, conversar, dividir bons e maus momentos, trocar beijos e carinhos, enfim, manter um relacionamento. Estou procurando um namorado de verdade, cansei de só ficar – comenta Ana Lúcia.

A psicóloga Renata Monteiro explica que, se a pessoa nunca namorou e está preocupada, o melhor é relaxar e dar tempo ao tempo.

— Namorar é bom, mas tem que ser com alguém legal, que goste de você e tenha experiências e opiniões para compartilhar. Se achar que apenas ficar não está fazendo bem, é melhor não ficar com ninguém, apenas ter calma e estar aberto para conhecer novas pessoas. De repente, o primeiro namoro está mais perto do que a gente imagina – aconselha a psicóloga.

A estudante Camila Mota, de 20 anos, que está namorando há seis meses seu colega de faculdade Ricardo Muniz, da mesma idade, conta que esse é o seu primeiro namoro sério e que ela está adorando.

— Perdi muito tempo com medo de me envolver com alguém. Estou vivendo o melhor momento da minha vida – conta Camila.

Por isso, meninas e meninos, nada de medo ou ansiedade. Na hora certa vai aparecer a pessoa ideal, aquela que mexe de um jeito especial com o coração da gente. Como saber quando isso acontecer?? Nem se preocupem, vocês não vão ter dúvidas. É um mistério difícil de explicar mas muito fácil de reconhecer.



Não se deixem levar por modismos irresponsaveis. É sempre mais feliz quem segue pelo caminho estreito.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Lírios ao Vento


Eles são apenas meninos...
 
Meninos e meninas soltos nas ruas, como lírios ao vento...
 
Não têm lar nem carinho, não sabem o que é aconchego e proteção.
 
“Eles cheiram mal”, dizem uns. “São pivetes violentos, assaltantes, pervertidos”, alegam outros...
 
Mas são apenas crianças...
 
Somente quem se aproxima desses pássaros indefesos, com atenção, é que pode perceber fatos comoventes e de grande sensibilidade...
 
Certa vez ouvimos, dos lábios de um desses pequenos, uma oração sentida: “Deus, meu pai, ajude as crianças de rua, dê um lar para elas. Ajude essas pessoas que nos recebem e nos dão alimento e carinho.
 
Deus, meu pai, ajude minha família, que não sei onde está, mas o Senhor deve saber. Vá até minha família, meu Deus, e ampare-a”.
 
Somente quem se aproxima desses lírios expostos ao vento, pode perceber que são apenas crianças abandonadas à própria sorte, sem rumo e sem esperança...
 
A pequena, cansada, se debruça sobre a mesa e puxa a manga do moletom, surrado, para esconder o dedo na boca, como se fosse uma chupeta.
 
São crianças como outra criança qualquer... Que vagueiam pelas ruas, sem direção certa...
 
Esses pequenos talvez cheirem mal, como qualquer pessoa que ficasse muito tempo sem tomar banho.
 
Talvez sejam assaltantes, viciados, violentos... Mas são apenas crianças... Sem rumo e sem esperança.
 
Sem um lar, sem a orientação dos pais, eles criam mecanismos de defesa para não sucumbirem às circunstâncias da vida.
 
Agem por instinto. Instinto de sobrevivência, natural em todo ser vivo.
 
Muitos saíram de casa para fugir das agressões dos pais, padrastos, madrastas, ou outros familiares.
 
Agora vivem nas ruas defendendo-se dos perigos existentes nesse meio.
 
Muitos são explorados por adultos delinqüentes. São submetidos pela força, constrangidos a roubar, traficar, se corromper, se prostituir.
 
Alguns trazem as marcas da violência sofrida no pequeno corpo em formação.
 
No entanto, mais profundas e doloridas são as marcas que trazem na alma dilacerada pela solidão, pelo abandono.
 
Que futuro os espera?
 
O que será dessas criaturas frágeis, após as ásperas rajadas de granizo sobre suas vidas indefesas?
 
O que esperar desses pequenos lírios açoitados pelo vento e pelas tempestades que os arrasam?
 
 
Se um dia você encontrar um desses pequeninos que vivem na rua, pare um pouco e lhe pergunte sobre seus sonhos, seus anseios, suas vontades secretas.
 
É bem possível que ele lhe diga que quer um brinquedo, que deseja ter um lar para se abrigar das intempéries, um colo para se aconchegar...
 
Talvez peça apenas para não ter mais que dormir no escuro, pois sente medo durante a madrugada.
 
Quem sabe diga que deseja aprender a ler, escrever, fazer parte da história da humanidade, como um ser humano, e não como um farrapo sem importância...
 
E se você, como ser humano que é, puder atender um de seus desejos, pode guardar a certeza de que nesse instante a humanidade estará melhor...
 
E você terá contribuído para isso, socorrendo um desses meninos e meninas que perdeu o rumo de si mesmo.
 
Se porventura ele receber você com indiferença ou agressividade, não leve em conta, pois ele estará apenas usando seus mecanismos de defesa, como fazem as criaturas frágeis, quando estão feridas...
 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Família descobre morte de filho através de comentários no Facebook

Uma família australiana descobriu que o filho tinha morrido após ler comentários na rede social Facebook, na Internet. 



Ao acessar o website esperando ler mensagens de "feliz aniversário" na manhã de domingo, as gêmeas Angela e Maryanne Vourlis souberam da morte do irmão mais novo, Bobby Vourlis, de 17 anos, em um acidente de carro em Sydney, por mensagens de "descanse em paz" enviadas para a página dele. 

As gêmeas avisaram a mãe imediatamente, que ligou para a polícia e recebeu a confirmação da morte de Bobby, seis horas após o ocorrido. 


Foto: arquivo da família


Segundo a polícia, o atraso em comunicar a família deveu-se à dificuldade de confirmar a identidade do adolescente. No momento da ligação da família à polícia, um oficial encaminhava-se para a casa dos familiares para comunicá-los. 



 Batida em poste


Bobby, que trabalhava como mecânico de barcos, foi um dos três adolescentes que morreram no acidente de carro que, ao perder o controle, bateu em um poste às 3h15 da madrugada, numa noite em que chovia muito em Sydney. 


O adolescente morreu instantaneamente, enquanto o motorista, de 19 anos, e uma das três passageiras sentadas no banco de trás, morreram no hospital, horas depois do acidente. As outras duas passageiras de 15 anos sobreviveram. 

Uma página batizada de R.I.P. Bobby Vourlis (“Descanse em paz, Bobby Vourlis, em tradução literal) foi criada no Facebook para que amigos e conhecidos pudessem entrar em contato. 

Até agora, milhares de pessoas, conhecidas ou não de Bobby, prestaram homenagem ao adolescente deixando mensagens. 

Segundo o professor de cultura e mídia David Ritchie, da Universidade de Deakin, na Austrália, há uma grande mudança quanto à forma de enviar condolências hoje em dia, com pessoas usando cada vez mais a Internet em vez de visitar a família ou o cemitério. 

Para Ritchie, as pessoas sentem necessidade de expressar sua dor e comoção em massa, e o Facebook, segundo ele, está sendo usado nesse sentido.

Tempos modernos...

Retirado do site G1

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Olhai a criança


Quando estiveres entre os teus pequenos, na sala ou no pátio, escrevendo ou criando objetos artísticos, não vos preocupeis tanto com a redação e o objeto: olhai a criança.
Quando confeccionares um lindo painel para o mural de tua instituição, olhai menos para o que estais fazendo, olhai mais para a criança.
A redação, o objeto e o painel são apenas pretextos, tu podes querer que seja uma música ou uma dança, mas não tires os olhos da criança.
Nunca duvides de que ela é o mais importante do teu trabalho, e que o que fazes só adquire realmente significado se olhares a criança.
Verás a que chora irritada, a que ri contente, a que teme tanto errar que mal consegue ter calma para trabalhar.
Verás a criança ansiosa para acabar e brincar, e a que até se esquece do que está fazendo, enquanto viaja por sua própria imaginação.
Verás a criança amedrontada e aflita, e podereis ajudá-la a encontrar coragem e serenidade.
Verás a criança que chora, e poderás sentar-te ao lado dela até que as lágrimas cessem.
Verás a criança que anseia e procura, e poderás auxiliar em sua busca.
Verás a criança autêntica, e poderás cultivar sua autenticidade.
Verás a criança alegre, e te alegrarás junto com ela.
Se olhares a criança, verás um mundo até então desconhecido.
Verás a flor dos sentimentos, a raiz dos valores, a seiva da confiança.
Verás o que está por traz das chamadas malcriações, verás mais e mais além de todas as aparências do mundo adulto, se aprenderes a olhar a criança.
Se olhares a criança, com ternura e paciência, com muita atenção, verás Deus.

A criança é o foco central das atividades educacionais, e assim precisa ser encarada.
Nenhum tempo investido em conquistar-lhe a confiança, em buscar solucionar seus problemas será perdido, simplesmente porque deixamos de cumprir o programa ou o roteiro da aula.
"Olhai" poderia ser traduzido como: observai atentamente, detalhadamente, incansavelmente o verdadeiro sentido do seu trabalho. Tudo quanto existe nele de realmente importante está no coração de cada um destes pequeninos, porque o restante pode ser substituído ou adaptado - o plano de aula, o material, a sala, o currículo. Podemos mudar de casa espírita ou de coordenação, no departamento, mas os instantes de olhar nos seus olhos e encontrar suas almas são preciosos, e não deverão ser banalizados.

por Pestalozzi / psic. Rita Foelker

O colhedor de risos: uma história para pais





Há muitos e muitos anos, viveu na Terra um homem que fazia rir. 

Entre tantos ofícios considerados úteis e produtivos, como o de lenheiro, ferreiro ou alfaiate, surgiu este homem que escolheu a estranha profissão. 

Ninguém sabia o seu segredo. Seria a terna expressão do seu olhar, os gestos amplos como grandes abraços, as piruetas ou a roupa colorida? Suspeitava-se até que ele derramasse algum pó na água dos vilarejos, ou que fosse mesmo uma espécie de mago. Mas quando ele aparecia numa casa ou praça, risos eram ouvidos. 

As crianças se aproximavam, sempre. Os velhos o amavam. Ninguém ficava indiferente. 

Era voz corrente que as pessoas que aprendiam a rir brigavam menos, queixavam-se menos, tinham mais amigos e suas tarefas rendiam muito mais. 

Quando este homem teve um filho, todos se perguntaram: "de que eles vão viver? Se, pelo menos, trabalhasse a sério..." 

Mas ninguém levava mais a sério seu trabalho do que ele. Com sua esposa e filho, prosseguia sua jornada e nada lhes faltava. 

Desde que seu filho se conheceu como gente, observou seu pai. Foi crescendo e aprendendo que o trigo vinha da terra, a água vinha da fonte. De onde vinham os risos? Os olhos do menino seguiam-no atentamente, querendo descobrir... 

Ao seguir os passos do pai, o menino encontrou sua vocação: ia ser um colhedor de risos. Colheria risos nobres e populares, alemães, italianos e espanhóis. Afinal, viu que o riso é bom pra quem ri e pra quem faz rir, assim como o trigo ou a água. Semeado com bondade, brota espontâneo e nutre a emoção. 

Um dia ele confessou seu sonho ao pai, que lhe disse: 

- Como o camponês que conhece sua gleba, é preciso conhecer o coração das pessoas. Vou levar-te comigo e tu mesmo verás. 

Tomando o filho pelas mãos, andaram por muitos lugares. Quanto mais conhecia os corações das pessoas, mais via quanto haviam penado e chorado e quanto precisavam urgentemente de uma boa palhaçada. Quanto mais conhecia os corações das pessoas, mais amava vê-las alegres. A alegria era o curativo das feridas da alma e o elixir renovador da esperança. 

E assim ele também deu ao seu pai a maior das alegrias quando, já bem idoso, sentava-se para ver seu filho a colher risos e gargalhadas de ricos e pobres, nos teatros e descampados. 

O filho que segue os passos dos pais sempre pode ir mais longe, porque começou mais cedo e aprendeu, desde logo, o que os pais levaram anos para saber. Por isso, se tens um ensinamento ou um hábito que te faz bem, oferece-o aos teus pequeninos como dádiva imortal: eis o que Deus espera de todos os pais de boa-vontade.


Rita Foelker
(Este conto pode ser utilizado com objetivo de motivar pais a trazerem as crianças para as aulas.)

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

carta de um bebê


Oi mamãe, tudo bom?

Eu estou bem, graças a Deus faz apenas alguns dias que você me concebeu em sua barriguinha.
Na verdade, não posso explicar como estou feliz em saber que você será minha mamãe, outra coisa que me enche de orgulho é ver o amor com que fui concebido.

Tudo parece indicar que eu serei a criança mais feliz do mundo ! Mamãe, já passou um mês desde que fui concebido, e já começo a ver como o meu corpinho começa a se formar, quer dizer, não estou tão lindo como você,mas me de uma oportunidade !

Estou muito feliz!!!!!! Mas tem algo que me deixa preocupado... ultimamente me dei conta de que há algo na sua cabeça que não me deixa dormir, mas tudo bem, isso vai passar, não se desespere.

Mamãe, já passaram dois meses e meio, estou muito feliz com minhas novas mãos e tenho vontade de usá-las para brincar... Mamãezinha me diga o que foi? Por que você chora tanto todas as noites? Porque quando você e o papai se encontram, gritam tanto um com o outro?
Vocês não me querem mais ou o quê? Vou fazer o possível para que me queiram... Já passaram 3 meses, mamãe, te noto muito deprimida, não entendo o que está acontecendo, estou muito confuso.

Hoje de manha fomos ao médico e ele marcou uma visita amanhã. Não entendo, eu me sinto muito bem.... por acaso você se sente mal mamãe?
Mamãe, já é dia, aonde vamos?
O que está acontecendo mamãe? Porque choras?

Não chore, não vai acontecer nada...mamãe, não se deite, ainda são 2 horas da tarde, não tenho sono, quero continuar brincando com minhas mãozinhas.
Ei,  o que esse tubinho está fazendo na minha casinha??
É um brinquedo novo??
Olha, ei, porque estão sugando minha casa??
Mamãe !!!! Espere, essa é a minha mãozinha!!!!
Moço, porque a arrancou?
Não vê que me machuca?
Mamãe, me defenda ! Mamãe, me ajude ! Não vê que ainda sou muito pequeno para me defender sozinho??
Mãe, a minha perninha, estão arrancando. Diga para eles pararem, juro a você que vou me comportar bem e que não vou mais te chutar. 
Como é possível que um ser humano possa fazer isso comigo?  

Ele vai ver só quando eu for grande e forte.....ai.....mamãe, já não consigo mais... ai...mamãe, mamãe, me ajude...mamãe, já se passaram 17 anos desde aquele dia, e eu daqui de cima observo como ainda te machuca ter tomado aquela decisão.

Por favor, não chore,lembre-se que te amo muito e que estarei aqui te esperando com muitos abraços e beijos.
Te amo muito..... 

seu bebe.

Que Deus tenha pena de nossas almas !!!!

Digam nao ao aborto!