Mensagem do dia

Estude! Saber é o maior diferencial que existe!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Seleção de Operários


Treze dias! Só faltam treze dias para a Copa do Mundo da África do Sul. Certamente, a Copa mais barulhenta dos últimos tempos. Graças às vuvuzelas. Ô torcida barulhenta, alegre e cheia de gás essa sul-africana. Desde já, estou adorando.

Pois é, moçada,nossa seleção já está do outro lado do mundo se preparando para a disputa que, ao que tudo indica, será ferrenha. Tem até jogador da Costa do Marfim dizendo que irá matar o Brasil. Claro, no bom sentido! Nada de violência. Estamos falando de esporte, sinônimo de alegria.

Agora, com a proximidade do Mundial, lembro-me da final da Copa do Mundo de 1994. Naquele ano, quando o Brasil consagrou-se Tetracampeão Mundial ao vencer nos Estados Unidos...

Lembro-me, também, como se fosse hoje do povo “P” da vida por causa da seleção convocada pelo então técnico Carlos Alberto Parreira. O homem foi firme, convicto e não abriu mão dos seus conceitos. Levou o Romário porque não tinha como não levar. Enfim, com uma seleção taxada de limitada, pesada e até mesmo fraca, fomos campeões. Claro, com uma enorme dose de sofrimento.

Olhando bem, a seleção era até boa. Tínhamos Taffarel no gol. Jorginho e Branco nas laterais. Aliás, eram dois ótimos laterais. Na zaga, Márcio Santos e Aldair, substitutos de Ricardo Rocha e Ricardo Gomes. No meio a coisa era sinistra. Mauro Silva, Raí – que não estava bem e foi substituído por Mazinho (volante, viu?) – Zinho (a enceradeira) e o Dunga. Antes de falar dos atacantes, queria lembrar que fomos campões jogando com três volantes. É tenso. Na frente, a dupla quase perfeita, Romário e Bebeto.

Também me vem à memória que, depois de despacharmos a Holanda nas quartas-de-final, em um jogão que merecia ser – pelo menos a meu ver – a final daquela Copa, vencemos a Itália na grande decisão. Nos pênaltis. E só depois que o Roberto Baggio bateu e isolou a bola. “Não se acostumem mal. Ficamos 24 anos sem ganhar copas. E não vamos ganhar todas que disputarmos”, disse minha mãe. Mãe é mãe! E mãe quase não erra. Ela, neste caso, não errou.

Veio 1998. Copa do Mundo da França. Tínhamos um time, no papel, muito melhor. Tínhamos Ronaldo, o Fenômeno! Mas a França tinha o Zidane... ah, deixa isso pra lá. Fomos vices.

Então, veio 2002, Copa da Coréia do Sul e Japão! Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho! Não tinha como não vencermos. A seleção era mesmo uma seleção do melhor do Brasil. A Alemanha que o diga... Fomos Penta!

Dois mil e seis. Ah, 2006! Que tristeza. Ficamos no meio do caminho. De novo, a França. Dessa vez, com show de Zidane e gol de Henry.

Não, não sou historiadora e muito menos quero me equiparar a comentaristas esportivos que decoram escalações, autores de gols e lances históricos.

Só quero lembrar que as duas últimas Copas conquistadas pelo Brasil, além de maravilhosas para nós, torcedores, tiveram outra coisa em comum.

Em 1994 e 2002 os grupos estavam fechados. Eles estavam compenetrados. Acreditaram na proposta do treinador e formaram, de fato, uma família. Assim, é preciso refletir dando mais razão à razão em detrimento da paixão. Ou seja, a atual seleção pode não ser uma maravilha. E não é. Pode não ser repleta de craques, como Ronaldinhos, Gansos e Neymares... Mas é uma seleção, ao que tudo indica, de operários. Operários, ao contrário dos artistas, não deixam de trabalhar quando tomam um fora da namorada. Operários acordam cedo, ralam e, no fim do dia, saem certos de que fizeram o seu melhor. Operários são operários , se dedicam e merecem vencer .

Que venha o HEXA!


quarta-feira, 26 de maio de 2010

Os novos " Rebeldes sem casa"!



A rebeldia adolescente faz com que todos os jovens já tenham, pelos menos algum dia, pensado em fugir de casa. Os mais receosos não se arriscam nessa empreitada por medo de não serem aceitos novamente pelos pais se algo der errado. Para aqueles que não se preocupam com os riscos, a aventura é um tanto tentadora, mesmo que não dure mais do que 24 horas. 

O cadastro da Rede Nacional para Identificação de Crianças e Adolescentes Desaparecidas (Redesap) conta atualmente com 1.085 casos de desaparecimentos, sendo que 73% deste número são fugas voluntárias do lar, como revela uma uma pesquisa feita durante o projeto Caminho de Volta (Busca de Crianças Desaparecidas de São Paulo). 

Em 74% dos casos, o desaparecido tem entre 12 e 18 anos, mas isto não é o suficiente para caracterizar o comportamento como algo típico da adolescência: "Não faz parte da infância e adolescência o ato de fugir de casa. No entanto, a fuga do lar vem ocorrendo cada vez mais freqüentemente e com números assustadores", explica a psicóloga Alaide Degani de Cantone, fundadora e coordenadora do CEPPS (Centro de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Saúde). 


Por que os jovens fogem de suas casas?


As motivações vão muito além da rebeldia ou uma nota ruim no boletim. Maus tratos, violência física ou psíquica, pobreza doméstica, abusos sexuais, má relação com a família, separação do casal ou formação de uma nova união dos pais podem ser motivos suficientes. "É importante ressaltar que essas novas situações na família não levam necessariamente a situações de conflitos. Muitas vezes, a separação do casal vai proporcionar uma convivência mais saudável e amistosa com os componentes da família, mesmo que ocorra, naturalmente, um período para a adaptação dessa nova forma de viver e conviver", destaca a psicóloga. 

No caso de Flávia*, 18 anos, o motivo da fuga aos 16 foi a rigidez do pai. Enfrentando o fim de um longo namoro e a pressão do vestibular, ela não podia nem sair com as amigas. Foi quando conheceu Cláudio*, que era dançarino do clube das mulheres: "Por carência, acabei me apegando a ele. Meu pai proibiu nossos encontros, tirou meu celular e nós discutíamos muito. Então, o Cláudio disse que eu podia ficar na casa dele. Escrevi uma carta para minha família, fiz a minha mala e fui. No mesmo dia, meu pai descobriu o endereço e foi atrás de mim com a polícia." 

A intenção não era desaparecer para sempre, apenas algumas semanas para chamar a atenção: "Hoje eu acho isso ridículo, tenho vergonha, foi coisa de criança. Eu nem estava apaixonada pelo Cláudio. Minha relação com o meu pai melhorou depois disso, mas me arrependo de tê-lo magoado", desabafa Flávia. 

Existem também os fugitivos crônicos, aqueles que fogem, voltam para casa, mas estão dispostos, a qualquer momento, a fugir novamente diante de situações ou conflitos familiares que se repetem. "A falta de interesse pelo filho, inflexibilidade ou pais que exigem demais, podem gerar uma carga emocional insuportável para o adolescente", esclarece Dra. Alaide.

Antes de tomar esta atitude drástica, os jovens dão vários sinais de que algo não vai bem, tal como depressão, ansiedade, desinteresse pela escola, amigos e lazer, agressividade, hostilidade, isolamento, uso de drogas, entre outros. Isso mostra que eles estão infelizes e com sintomas de auto-destruição. 

"Quando o adolescente retornar à casa, não é indicado punições severas, violências e ameaças, pois isso poderá gerar novo desejo em fugir. É necessário conversar e buscar compreender o que o levou a sair de casa. É importante ouvir e acolher, porém, na mesma importância, delimitar as regras e normas familiares", finaliza a psicóloga. 

* Os nomes foram trocados a pedido da entrevistada.

Serviço:
Dra. Alaide Degani de Cantone - Psicóloga
www.cepps.com.br
Telefone: (11) 5054-3053


Para descobrir o paradeiro:
Na maioria dos casos, os adolescentes fogem para lugares bem previsíveis, como a casa de parentes ou do namorado. Assim, não é difícil encontrá-los depois de algumas horas. Caso os pais não consigam localizar os filhos, algumas medidas devem ser adotadas:
• Registrar boletim de ocorrência numa delegacia;
• Mobilizar parentes, amigos e a comunidade do local onde ocorreu o desaparecimento para que ajudem a procurar;
• Espalhar cartazes com fotos do desaparecido e divulgar uma imagem digitalizada na internet;
• Procurar em hospitais e no Instituto Médico Legal.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Recomeçar

Não importa aonde você parou...
Em que momento da vida você cansou...
O que importa é que sempre é possível e necessário "Recomeçar".
Recomeçar é dar uma chance a si mesmo...




É renovar as esperanças na vida e o mais importante... 
Acreditar em você de novo.

Sofreu muito nesse período?
Foi aprendizado...
Chorou muito?
Foi limpeza da alma...
Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia...
Sentiu-se só por diversas vezes?
É porque você fechou as portas até para os anjos...
Acreditou que tudo estava perdido?




Era o início da sua melhora...
Pois é... 
Agora é hora de reiniciar...
De pensar na luz...
De encontrar prazer nas coisas mais simples de novo...
Que tal um novo emprego?
Um corte de cabelo arrojado... 
Diferente?




Um novo curso...
Ou aquele velho desejo de aprender a pintar... 
Desenhar...
Dominar o computador...
Ou qualquer outra coisa...
Olha quanto desafio...
Quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus, o esperando.
Está se sentindo sozinho?
Besteira... 
Tem tanta gente que você afastou com o seu "período de isolamento"...
Tem tanta gente esperando apenas um sorriso seu para "chegar" perto de você. 




Quando nos trancamos na tristeza...
Nem nós mesmos nos suportamos...
Ficamos horríveis...
O mal humor vai comendo nosso fígado...
Até a boca fica amarga!
Recomeçar...
Hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar?
Ir alto...
Sonhe alto...
Queira o melhor do melhor...
Queira coisas boas para a vida...
Pensando assim trazemos para nós aquilo que desejamos...
Se pensamos pequeno...
Coisas pequenas teremos...
Já se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente, lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é o hoje o dia da faxina mental...
Joga fora tudo que te prende ao passado...
Ao mundinho de coisas tristes...
Fotos...
Peças de roupa, papel de bala...
Ingressos de cinema, bilhete de viagens...
E toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados...
Jogue tudo fora...
Mas, principalmente, esvazie seu coração...
Fique pronto para a vida...
Para um novo amor...
Lembre-se: somos apaixonáveis...
Somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes...
Afinal de contas...
Nós somos o "Amor".
"Sou do tamanho daquilo que vejo e não do tamanho da minha altura".




carlos drumond de andrade

quinta-feira, 20 de maio de 2010

“Eu mereço um netbook!”


Tenho um grande carinho por pessoas, principalmente as crianças e os adolescentes. Adoro o meu trabalho! Sou uma mulher feliz! Todo professor é um pouco camaleão, sabe como emocionar seus alunos. Sabe como despertar a fome de aprender e o desejo de realizar as atividades propostas. Muitas vezes vejo atuando em salas de aulas professores desanimados, desmotivados que perderam o brilho essencial de quem ama o que faz. Isso me deixa triste. Os antigos métodos de tortura escolar como a palmatória e a vara foram abolidos. Mas poderá haver sofrimento maior para uma criança ou adolescente que ser forçado a mover-se numa floresta de informações que ele não consegue compreender e que nenhuma relação parecem ter com sua vida, que não desperta o seu interesse?
Falar por que eu mereço um "netbook" é uma tarefa muito fácil para mim, me parece até mesmo óbvia... Bem, todos sabem, principalmente no Dihitt a minha luta e o meu trabalho na area da educação, comportamento e orientação educacional.
Trabalho em duas instituições de caridade, filantrópicas, sem fins lucrativos. Nessas duas instiuições; Escolinha Tia Nina e Instituto Scala, trabalho com crianças que são de alguma forma excluídas das oportunidades das demais crianças.


Muitas delas são filhos de usuarios de drogas, outras foram abandonadas e vivem no Abrigo  Casa Lar Irene Nye, a espera de uma adoção, outras foram vitimas de maus tratos pelos pais, exploradas sexualmente ou exploradas no trabalho. Temos feito um trabalho de resgate da auto estima, oferecendo uma educação de qualidade, reforço escolar, artesanato, percussão através do projeto "tribais" ( temos vídeo no you tube), informática, teclado e evangelização.



O netbook que pretendo ganhar nesse concurso será usado pelas duas instituições, oportunizando a pesquisa em sala de aula e a dinamização de várias atividades através do acesso a internet que  para muitos  jamais teriam de outra forma: como fazer um trabalho escolar nos moldes que para nós hoje é tão comum.



Esses jovens e crianças tem o direito de se sentirem parte da sociedade atual, sentindo se inseridos na era digital, com igualdade de condição com seus colegas da escola. A vida já lhes negou muitas oportunidades, agora cabe a cada um de nós, a tarefa de educá los com amor e qualidade.




Muitos dirão, puxa, mas,é apenas um netbook! Parece pouco, mas, é um grande começo, é o grão de mostarda, que florescerá e frutificará pelo exemplo. Além do mais, em todos esses anos dedicando me a essa clientela, observei, que quem tem menos é muito mais desprendido e saber melhor partilhar o pouco que tem.

Eu mereço ganhar o netbook por que amo minhas crianças e ele será muito útil a todos eles.




Espero em breve alegrar minhas crianças com a novidade. Super Beijo e Obrigada a todos que tornarem esse sonho possível.

Eu mereço um Netbook

terça-feira, 18 de maio de 2010

Respondendo e repassando o Meme inspirado no poema de Madre Tereza


Essa brincadeira é inspirada num poema da Madre Tereza de Calcutá.


Recebi da amiga Valéria Braz a entrevista e repasso a outros  amigos, não quebrando assim essa corrente de carinho e amizade!


Aí estão as perguntas e as minhas respostas:


O dia mais belo?  Aquele em que vivo, o presente!

A coisa mais fácil?  Ser feliz. Basta fazer essa opção.
O maior obstáculo?  A incerteza.
O mairo erro?  Acreditar nas pessoas, sempre.
A distração mais bela?  A natureza, o mar...
A pior derrota? Enfraquecer na fé.
Os melhores professores?  Meus pais.
A primeira necessidade?  Deus
O que mais lhe faz feliz? Me sentir útil.
O maior mistério? Para onde vamos?
O pior defeito? Ser muito exigente comigo mesma.
A pessoa mais perigosa? Um ex- amigo(a), pois passa ser inimigo intimo.
O sentimento mais ruim?  Impotência.
O presente mais belo?  Os filhos
O mais imprescindível?  Acreditar, ter fé!
A rota mais certa?  Jesus; "segura na mão de Deus e vai"!!!!
A sensação mais agradável?  O dever cumprido com êxito.
A proteção efetiva?  Maria santíssima
O melhor remédio?  A oração 
A maior satisfação?   Ver bem as pessoas que amo.
A força mais potente do mundo?   O amor e a caridade.
A pessoa mais necessária?   Todos que amo.
A mais bela de todas as coisas?  O dom da vida. 
Meus indicados:

Marcelo souzahttp://www.variedadesedicas.com

Autismo ainda é mistério para os médicos

Algumas áreas da medicina ainda despertam mais dúvidas do que esclarecimentos para a grande maioria das pessoas, e são temas de incansáveis estudos. A psiquiatria, responsável por tratar todos os tipos de problema mental, é uma delas. Principalmente quando se fala em males menos conhecidos, como o autismo, um transtorno de comportamento, sem cura, que se manifesta em crianças até os três anos de idade e compromete seu desenvolvimento.

Com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre essa síndrome, foi realizado em Porto Alegre (RS), no final de abril, o 1º Encontro Brasileiro para Pesquisa em Autismo, que reuniu especialistas de várias partes do mundo. De acordo com o presidente do evento, Rudimar Riesgo, neuropediatra e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, “esse tipo de reunião é importante para que os profissionais que trabalham com o autismo possam trocar informações a respeito do diagnóstico e tratamento.

– Conseguimos formar uma rede, uma parceria com vários médicos.

O entusiasmo de Riesgo é compreensível. Ainda hoje, sabe-se muito pouco sobre as causas do autismo, apesar de haver um consenso entre a classe médica de que vários fatores estariam envolvidos no seu surgimento, entre eles genéticos, ambientais e clínicos (infecções durante a gestação). Mas ninguém sabe, exatamente, quais são eles.

O autismo foi descrito pela primeira vez em 1943, quando o psiquiatra austríaco Leo Kanner acompanhou 11 crianças que apresentavam séria dificuldade em se relacionar com outras pessoas. Apesar de não haver um estudo epidemiológico no Brasil, acredita-se que a incidência seja a mesma da encontrada no resto do mundo, que é de um caso para mil nascimentos. O que se sabe também é que a síndrome afeta mais as crianças do sexo masculino, na proporção de quatro meninos para uma menina.

 
Como entender o autismo

O autismo não é uma doença. É chamado de transtorno, ou síndrome, porque tem várias causas envolvidas em seu surgimento e vários sintomas. Devido a essa complexidade, seu diagnóstico é muito difícil. Nem todos os médicos estão treinados a identificar o problema.

A dificuldade aumenta ainda mais porque não há um exame laboratorial que revele o autismo. Todo o diagnóstico é realizado dentro do consultório, com exames clínicos. Segundo Gustavo Giovannetti, psiquiatra da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), “nos últimos anos, houve um aumento de interesse dos médicos, no Brasil e no mundo, para as pesquisas e os tratamentos.

– Mas ainda é muito aquém, não supre a demanda.

O diagnóstico se baseia em um conjunto de sintomas apresentados pela criança – em maior ou menor intensidade. Os principais são a dificuldade em se relacionar socialmente, ausência de comunicação e desvio na capacidade imaginativa, ou seja, o autista é incapaz de se colocar no lugar do outro, de imaginar uma solução para um problema e entender brincadeiras de faz de conta. Essas três características fundamentais são chamadas de tríade.
 
Dentro dessa tríade, há as particularidades. O autista tem aversão ao contato físico e a manifestações de carinho (até mesmo por parte da mãe), não apresenta linguagem verbal e gestual, isto é, não responde a estímulos, não consegue manter contato visual e não manifesta expressões faciais ou emoções (não significa que não tenha sentimentos) e apresentam comportamentos repetitivos.

Além disso, há um atraso no desenvolvimento físico e intelectual. Alguns autistas apresentam agressividade, não falam e dependem da ajuda de outra pessoa para se alimentar, tomar banho e se trocar. Tudo vai depender do grau do distúrbio. Por outro lado, há crianças que não tem comprometimento mental e manifestam interesses excessivos por determinados assuntos, como dinossauros, matemática e computação, aparentando uma inteligência acima da média. Essas crianças têm síndrome de Asperger, um tipo de autismo mais leve. E há os autistas que aprendem técnicas para conviver em sociedade e levam uma vida normal.

De acordo com Giovannetti, “o transtorno tem início na idade infantil, nos primeiros anos de vida"

– Em muitos casos é possível notar a falta de interação com família ainda de bebê.

Nesses casos, é comum notar um desconforto da criança no colo da mãe, a falta de interesse em brinquedos e em sons e também o fato de a criança não fixar o olhar em nada e em ninguém.

Foi o que aconteceu com o filho de Ana Maria S. Ros de Mello. Quando Guilherme nasceu, ela já era mãe de outras três crianças, por isso, achou estranho o olhar descoordenado e a postura corporal do bebê. Ana levou o filho, hoje com 31 anos, a vários especialistas, pensando que se tratava de um problema visual. Ela só recebeu o diagnóstico de autismo quando ele estava com cerca de três anos.

- Naquela época não havia muita informação. Os médicos não sabiam exatamente o que fazer. O médico que atendeu meu filho nos aconselhou a reunir outros pais de autistas para criar uma organização. Há 27 anos fundamos a AMA (Associação de Amigos do Autista).

Os principais tratamentos para o autismo

A maioria dos tratamentos inclui métodos de reabilitação, como terapia ocupacional, terapia comportamental, fonoaudiologia e, em muitos casos, o uso de medicamentos. Geralmente são usados antidepressivos e anticonvulsivos para controlar alguns sintomas como agitação, movimentos repetitivos e agressividade. É o tipo de acompanhamento que a AMA, em São Paulo, oferece às 180 crianças e jovens que estão sendo atendidas atualmente.

Letícia Amorim, psiquiatra que atende as crianças da AMA, diz que “há um programa especial para tratar problemas comportamentais, como o balanço de mãos e a agressividade”. Todos os cem funcionários e os cerca de cem estagiários, das quatro unidades, são treinados a lidar com as crianças.

Um dos alunos da AMA é Guilherme, de seis anos de idade. Sua mãe, Marta Jesus da Silva Lima, de 23 anos, conta que teve uma gestação normal e só percebeu que havia algo estranho quando o garoto completou dois anos. Ele parou de falar, começou a andar somente nas pontas dos pés e passou a evitar a companhia de outras pessoas.

- O Guilherme ainda não fala, mas seu comportamento melhorou muito depois que veio para cá, há dois anos. Antes ele era agressivo e usava fraldas, coisas que ele não faz mais. É difícil, toda mãe quer um filho perfeito, mas temos de arregaçar as mangas e ir à luta. Eu quero que ele seja independente.



Os mitos e as promessas da medicina para entender melhor o autismo

Muito se especulou a respeito das causas do autismo, e algumas teorias provocaram pânico em muitas famílias. Ainda hoje, há grupos de pessoas que apontam a vacina da rubéola como a responsável pelo surgimento do transtorno. Adailton Pontes, neurologista infantil do Instituto Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz, afirma que “essa hipótese já foi abandonada há tempos.

– Vários estudos provaram que ela não é verdadeira.

Ele diz que também são falsas as afirmações de que o autista vive em seu próprio mundo e que não tem sentimentos nem emoções.

- Isso é incorreto. As crianças não têm um mundo próprio, elas têm dificuldade em compreender o mundo social, aquilo que se passa entre as pessoas. O autista não sabe como agir socialmente, mas isso não faz com que ele crie uma sociedade interna. Ele tem é uma confusão dentro da mente.

Para quem está envolvido diretamente com os mistérios do autismo, há alguns estudos que prometem ajudar no entendimento do transtorno. Um deles aposta na genética e indica que há 20 genes envolvidos no autismo. O desafio, agora, é conseguir descobrir como e de que maneira eles agem.

Outra linha de pesquisa que está sendo explorada, segundo Pontes, é a que indica a existência de um componente imunológico envolvido.

- Haveria nos autistas uma alteração no sistema imune, o que causaria uma alergia no início do desenvolvimento do feto. E a maioria dos que têm síndrome de Asperger é alérgica.

Ele lembra ainda do estudo de Bacon Cohen, um psiquiatra inglês, que explicaria porque há uma maior incidência do autismo em meninos. De acordo com o trabalho, hemisfério direito do cérebro é ligado à intuição e o esquerdo ao raciocínio lógico. Em crianças normais, há um equilíbrio entre os dois lados, tanto nas meninas quanto nos meninos.

- No cérebro do autista foi constatado que há uma atividade maior no lado esquerdo, há um desequilíbrio. Fizemos um teste aqui no instituto e encontramos esse desequilíbrio, mas não sabemos como isso começa.

Há também um estudo que aposta na ocitocina, um hormônio produzido na área do hipotálamo que regula as emoções e fortalece o vínculo de afeto natural entre mães e filhos. Testes mostraram que, quando ele é usado artificialmente em autistas, há um aumento na confiança da criança em outras pessoas. Tratamentos à base de ocitocina ainda estão em fase experimental, mas é mais uma esperança para médicos e pais.
 
Cláudia Pinho, do R7

Marido rouba o cabelo da mulher para comprar crack...

É isso mesmo que voce leu, um homem desesperado pela fissura da abstinencia do crack, sem ter o que roubar em sua casa rouba o cabela de sua ex-mulher, que não cortava o cabelo há mais de dez anos.
A jovem de 24 anos chegou a receber uma proposta de um cabeleireiro envolvido no mercado de perucas para vender o cabelo por cerca de R$ 1.000 mas recusou.

Durante a noite, enquanto dormia, ela foi surpreendida pelo marido, invadiu a casa e cortou seu cabelo para trocar por crack enquanto ela dormia. O homem foi surpreendido pela própria filhinha de 06 anos que acordou a mãe.O homem responsável vai responder por lesão corporal e violência doméstica.

Você pode assisrtir a reportagem completa no link abaixo. O que me deixa preocupada é que cada dia mais o crack faz novas vitimas e destroe novas famílias, marcando nossas crianças de forma irreparavel citimas da violencia dessa droga que é o portal do inferno.

Peço a todos os pais e educadores que entrem nessa nossa batalha contra o mal do século que é o crack. Converse com os jovens, com as crianças, com seus filhos para que sejam conscientes do que o crack é capaz de fazer com as pessoas.

Crack, nem pensar!!

http://noticias.r7.com/rio-e-cidades/noticias/marido-rouba-o-cabelo-da-mulher-para-comprar-crack-no-rio-20100518.html

Divulgem tudo que puderem sobre esse tema, é a nossa unica chance de vencer o crack!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

A música da minha vida

Puxa vida, nunca pensei que seria tão difícil assim escolher uma música para ser a N° 1 da minha vida.
Talvez por que minha vida tenha várias etapas, e todas elas bem definidas. Em cada momento da minha vida houve uma música que marcasse época. Uma que guardo com muito carinho, foi a música que escolhi para entrar na igreja quando casei com o pai dos meus filhos. Eu era uma adolescente cheia de sonhos e acreditava em contos de fadas, acreditei que o nosso amor seria para sempre. Não foi eterno, mas, foi intenso e verdadeiro por muitos anos. Tenho boas recordações dos 15 anos em que vivemos juntos. Principalmente por que foi o período de minha vida que me dediquei integralmente ao projeto de ser mãe



Espero que tenha atendido a sua indicação, flor! Bjux

Pais bonzinhos são tão danosos quanto pais indiferentes

Se as relações familiares não fossem complicadas, não existiria o mandamento "Honrarás pai e mãe". Comentário de grande sabedoria. Assunto inesgotável. Como educar, como cuidar neste mundo maravilhoso e tresloucado, com tanta sedução e tanta informação – um mundo no qual, sobretudo na juventude, nem sempre há o necessário discernimento para escolher bem?

Saber distinguir o melhor do pior, ser capaz de observar e argumentar, são o melhor legado que família e escola podem dar. Na família, fica abaixo só do afeto e da segurança emocional. Na escola, importa mais do que o acúmulo de informações e o espaço das brincadeiras, num sistema que aprendeu erroneamente que se deve ensinar como se o aluno não tivesse de aprender. Fora disso, meus caros, não há salvação. Isso e professores supervalorizados e bem pagos, escola para todos – não mais milhões de crianças e jovens em casas cujo pátio é barro misturado a esgoto, ou na rua, com o crack e a prostituição. Um ensino que dê muito e exija bastante: ou caímos na farra e no despreparo para a vida, que inclui graves decisões pessoais e um mercado de trabalho cruel.


Bem antes da escola vem o fundamental, o ambiente em casa, que marca o indivíduo pelo resto de sua jornada. Se esse ambiente for positivo, amoroso, a criança acreditará que amor e harmonia são possíveis, que ela pode ter e construir isso, e fará nesse sentido suas futuras escolhas pessoais. Se o clima for de ressentimento, frieza, mágoas ocultas e desejos negativos, o chão por onde o indivíduo vai caminhar será esburacado. Mais irá tropeçar, mais irá quebrar a cara e escolher para si mesmo o pior.

Dificuldades familiares não têm a ver só com o natural conflito de gerações, mas também com a atitude geral dos pais. Eles têm entre si uma relação de lealdade, carinho, alegria? São realmente interessados, tentam assumir suas responsabilidades grandes e difíceis? Foi-se o patriarcado, em que havia regras rígidas. Eu não quereria estar na pele dos infratores de então, os filhos que ousavam discordar. Em lugar da anterior rigidez e distância, estabeleceu-se a alegre bagunça, com mais demonstrações de afeto, mais liberdade, mais respeito pelas individualidades – muitas vezes com resultados dramáticos. Lembro a frase que já escrevi nesta coluna, do psicólogo que me revelou: "A maior parte dos jovens perturbados que atendo não tem em casa pai e mãe, tem um gatão e uma gatinha". Talvez tenham uma mãe que não troca cabeleireiro e academia por horas de afeto com os filhos, ou um pai que corre atrás do dinheiro necessário para manter a família acima de suas possibilidades, por ilusão sua ou desejo de status de uma mulher frívola.

Crianças de 11 anos freqüentam festinhas em que rola o inenarrável: onde estão pai e mãe? Adolescentezinhos rodam de madrugada pelas ruas, dirigindo bêbados ou drogados: onde estão pai e mãe? Quase crianças passam fins de semana em casas de serra e praia reais ou fictícios, com adultos irresponsáveis ou só entre outras crianças, transando precocemente, drogando-se, engravidando, semeando infelicidade, culpa, desorientação pela vida afora. Onde estão os pais?

Ter filho é talvez a maior fonte de alegria, mas também é ser responsável, ah sim! Nisso sou rigorosa e pouco simpática, eu sei. Esse é o dilema fundamental numa sociedade que prega a liberalidade, o "divirta-se", o "cada um na sua", como num pré-apocalipse. Mais grave ainda num momento em que a honradez de figuras públicas (que deveriam ser nossos guias e modelos) é quase uma extravagância. Pais bonzinhos são tão danosos quanto pais indiferentes: o amor não se compra com presentes, nem permitindo tudo, nem fingindo não saber ou não querendo saber, muito menos desviando o olhar quando ele devia estar vigilante. Quem ama cuida: velho princípio inegável, incontornável e imortal, tantas vezes violado.

Lembrem se que o amor é exigente. Quem ama cobra responsabilidades.

Por Lya Luft (com algumas adaptações minhas).

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Selo "Sunshine Award"


Recebi um super presente da minha amiga Syssim, do Dihitt, o selinho internacional"Sunshine Award"  um selo superlegal de verdade.

Para merece lo é preciso seguir as regras abaixo:



Colocar o logo no seu blog ou no seu post;

Passar o prêmio para outros 12 bloggers;

Incluir o link dos indicados no post;

Informar os indicados sobre o prêmio, deixando comentários em seus blogs...



Bem vamos lá, apesar que é dificil escolher só doze blogs, viu?



  1. Francisco Castro - http://www.franciscocastro.com.br
  2. William Júnior - http://metendobico.blogspot.com
  3. Lusifrance Borges  http://missionarialusifrance.blogspot.com/
  4. MARIVAN  http://www.radiopentecostal.blogspot.com
  5. Marcony  http://www.comedia.blog.br
  6. Pr. Adolfino R. Aquino  http://inspiracoesmatinais.blogspot.com
  7.  Carol Cunha http://poderiaserperfeito.blogspot.com
  8. Sylvio V. Rodrigues http://svrodrigues.blogspot.com
  9. Marina Canfield http://www.marinacanfield.com
  10. Marianne Borges  http://alltheuniverse.blogspot.com
  11. Joao D Caetano de Oliveira http://OpinAtivo.dihitt.com.br/
  12. Suzana Meirelles http://suzana-meirelles.blogspot.com//
Espero que vocês repassem e dêem sequencia a essa homenagem aos blogs que merecem destaque.
Super beijo e muitooooooooooooo sucesso amigos!!!!