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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Alguma frases Infelizes ditas aos nossos filhos



Você seria capaz de recordar as frases que lhe foram ditas na infância e o influenciaram negativamente? Isto é, aquelas frases que fizeram com que você se sentisse mal, quase um zero à esquerda?

É possível que alguns de nós recordemos de uma ou outra que fizeram a nossa infelicidade infantil. E se as recordamos, ainda hoje, passada a infância e adolescência, é porque verdadeiramente nos marcaram.

Pois bem. Quantas vezes, como pais, dizemos aos filhos aquelas coisas mesmas que tanto mal nos fizeram.

A frase: Como é que você pode ser tão burro! é uma delas.

De consequências desastrosas para o autoconceito da criança, põe em dúvida, de forma muito clara, a sua capacidade.

Afinal burro está associado ao incapaz, ao que não consegue fazer as coisas direito.

Ao duvidar da habilidade do filho, os pais lhe passam a sensação de incompetência, que pode acompanhá-lo para a vida toda.

Além do que, se abraçar o conceito, a criança poderá passar a se comportar como tal. Tornar-se, de forma proposital, ainda que inconsciente, o incapaz que sugerem que ela seja.

A frase é pronunciada nos momentos mais nevrálgicos do relacionamento entre pais e filhos.

A mãe entra na sala e descobre o pequeno pendurado na janela. Ela já lhe falou, pela suas contas, mais de mil vezes, para não subir. Assustada, com medo, ela corre, puxa o pequeno para dentro e larga a frase, acrescentando:

Já não lhe falei? Você não consegue aprender?

Melhor do que tal explosão, seria tornar a explicar à criança o perigo que ela corre repetindo aquele gesto.

Se contarmos até dez, dominarmos o nosso medo, com habilidade poderemos tirar a criança do perigo e lhe dizer:

Janela não foi feita para subir.

Colocamos os limites, sem agredir. Falamos da realidade da janela e dos perigos que ela representa, sem descer à questão da capacidade do pequeno em julgar se pode ou não subir ali sem problema.

É interessante considerar que todos almejamos que nossos filhos progridam e somos nós mesmos os que lhes colocamos obstáculos, criando-lhes situações plenamente dispensáveis.

* * *

Educar é tarefa que requer esforço desde que nós mesmos ainda estamos um pouco longe de sermos educados.

Comecemos por nos educar a fim de que a educação dos nossos filhos se dê em clima de segurança, amor e respeito.

Lembremos que a missão de pais é um dever muito grande, que implica, mais do que pensamos, nossa responsabilidade para o futuro.

E verifiquemos que Deus deu à criança uma organização débil e delicada, para facilitar a tarefa dos pais, tornando-a mais acessível a todas as impressões.

Fonte: Momento Espirita(www.momento.com.br) 

9 comentários:

Sérgio Marcondes Soares disse...

É difícil educar quando não se foi educado ou mesmo quando não se tem a minima noção do que essa palavra signifique.
Parabéns pela postagem.

Um forte abraço!

Vanda Ferreira disse...

Se as pessoas pensarem bem no peso que tem uma palavra, pensariam duas vezes antes de dizer frases como estas!
Parabéns pelo alerta!

Thiago Blauth Ferreira disse...

Muito bom post! Frases na negativa são muito prejudiciais as crianças... Além de deixar elas num baixo astral... causam revolta com nós pais! Sempre que minha filhinha de 4 anos diz "Eu não consigo pai" Fico ao lado dela até ela conseguir fazer e quando ela consegue digo... "Viu filha... Tem que tentar até conseguir".

Ótimo post!

Luz na mente e Paz no coração.

Sissym disse...

Eu concordo com o exposto. Eu fiquei pensando se meus pais disseram isso para mim, essas eu não me recordo; eu e minha irmã ficávamos durante a semana mais tempo com nosso pai que era idoso, então ele tomava conta de nossa educação, acontece que ele sentia muito orgulho da gente. Contudo eu penso que com certeza alguns deslizes deram sim, ninguém é perfeito, por mais que se sabe que é errado, há momentos que sai mesmo.

Tarcicio Andrade disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Tarcicio Andrade disse...

Há muitas outras formas de sabotagem dos adultos ao desenvolvimento intelectual da criança.

É exatamente por medo de que os filhos sejam frustrados a suas semelhanças que pais e mães se unem na tarefa absurda de cercear o auto-desenvolvimento intelectual do filho.

Por exemplo, era para os pais ensinarem a eles sobre os riscos de gravidez não planejada, doenças sexualmente transmissíveis e a força do envolvimento afetivo própria da prática, não mais que isso, não menos que isso.

Não é porém o que se vê nos modelos de família em nossa sociedade, onde informações básicas são um tabu e (pré)conceitos desnecessários, como religiosos e morais, são tão veementemente discorridos(por conveniências dos pais, sem ponderar nos filhos). Ninguém nasce, por exemplo, querendo saber quem diabos é Deus. São os pais que incutem essa bobagem aos filhos, através dos séculos.

Lucas Queiroz disse...

Otimo post, umapalavra erada não tem volta na mente de uma criança.

Sou Mulher ... disse...

Olá Xênia!
Muito importante seu post. Parabéns!
E é claro que se os pais forem conscientizados e lhes fizerem por um momento lembrar de como se sentiam mal com tais frases limitadoras, este problema poderá ser minimizado.
É bom lembrar que a atitude que se repete é a que causa maior mal. Elogios e incentivos ajudam muito mais.
Abraço,Vera.

AmoJoias disse...

Oiiii Adorei o post é importantíssimo não sabia de tudo, mas algumas coisas ja percebia, vou enviar o link p/ algumas pessoas ( pq a gente vê e ouve cada coisa!!! affe)
bjinhusss