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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Curiosidades - Perguntas e respostas - III


Por que os filhos do porco se chamam leitão?

Segundo o professor de português Hudinilson Urbano, o termo leitão deriva de leite, "uma vez que se trata de filhotes que estão na fase de 'mama'", justifica. No ano de 1059, em Portugal, foi registrada a forma leitones em Portugal (segundo Dicionário Etmológico da Língua Portuguesa, de José Pedro Machado).


Por que os lobos uivam em noite de lua cheia?

Não é só nessas noites. O uivo é a comunicação deles, como o latido dos cães. Os lobos uivam
principalmente para reunir o grupo na hora de caçar. É mais comum uivarem sob a lua cheia porque essas noites são claras e mais propícias para localizar as presas. Mas o uivo serve também para marcar território.
Os lobos são capazes de reconhecer uns aos outros apenas pelo uivo. Quando dois grupos querem ocupar a mesma região, os animais deduzem o tamanho da alcatéia inimiga pela diversidade dos uivos que ela apresenta.

Por que os morcegos dormem de cabeça para baixo?

Porque assim fica mais fácil alçar vôo. As asas desse mamífero são, na verdade, seus dedos revestidos de pele; são um prolongamento do corpo e das pernas do animal. E o sangue não vai para a cabeça do bichinho pois ele tem um sistema da válvulas que regulam a pressão sangüínea.

Por que se põe ferradura nas patas dos cavalos?

O cavalo pisa sobre a extremidade de um único dedo, protegido por um casco, que a uma unha córnea. Na Antiguidade, os cavalos não eram ferrados e, como os casco se desgastavam depressa, os animais não podiam trabalhar por muito tempo. Por volta do século X, no Ocidente, passaram a colocar as ferraduras, cujos cravos se enterravam na parte morta do casco. E o costume se espalhou.


Qual é a diferença entre jumento, jegue, burro e asno?

Jumento, asno e jegue são sinônimos para o mesmo animal, da espécie Equus asinus. Segundo Alexandre Gobesso, professor de produção de eqüinos da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, jegue é uma adaptação de Jack, uma das palavras para “asno” em inglês. “Na 2ª Guerra Mundial, os oficiais das bases americanas montadas no Nordeste chamavam os bichos por esse nome”, explica. “E os brasileiros traduziram como jegue”. Já o burro e sua fêmea, a mula, são animais híbridos, ou seja, resultantes do cruzamento entre animais com número de cromossomos diferentes, o jumento e a égua, por isso, estéreis. Há ainda outra variação, o bardoto, produto da cópula entr eum cavalo e uma jumenta.

Você sabe a diferença entre camelos e dromedários?
Não confunda os dois. Apesar de ambos terem duas corcundas (também chamadas de corcovas), no dromedário uma delas é tão pequena que quase não aparece. Por isso, para ficar mais simples distingui-los, diz-se que o dromedário tem uma corcunda e o camelo, duas. O dromedário é dócil e a gente pode montar nele com facilidade.

Como os gatos enxergam no escuro?

Eles não enxergam. Eles enxergam melhor que nós em ambientes com pouca luz pois são capazes de fazer refletir raios de luz bom fracos. Quando eles aparecem brilhando no escuro, seus olhos estão refletindo a pouca luminosidade do ambiente aparentemente escuro. E seus olhos são posicionados mais à frente em relação às suas cabeças do que os nossos, o que lhes dá um campo de visão mais abrangente.


É verdade que cão que ladra não morde?

É mais seguro não confiar nesse velho ditado. “Só o dono consegue interpretar o latido do cachorro”, afirma Hannelore Fuchs, veterinária, psicóloga e especialista em comportamento animal, de São Paulo. “É claro que o cão que late pode morder, especialmente se for desafiado”. E saber as reais intenções do bicho é muito difícil. Quando os cachorros estão bravos, o pêlo das costas fica eriçado e as orelhas em pé. Mas, se o totó for de uma raça com as orelhas caídas e de pêlo longo, infelizmente , não dá para perceber isso. Portanto, o melhor mesmo é passar longe. E nem sempre o rabinho balançando é sinal de amizade. “Ele pode mexer a causa numa reação a uma situação de conflito, decidindo se vai atacar ou não”, explica Fuchs.


Por que cães e gatos brigam?

O cão tem natureza predatória e reage instintivamente a determinados estímulos de animais que se comportam como presas. Os movimentos bruscos e rápidos do gato despertam o instinto predatório do cachorro. Com a convivência, o gato pode aprender seus limites para “provocar” o cachorro. Quanto menos medo o animal tiver do cão, menor é a chance de ele ser atacado.


Por que o gato ronrona?

O animal faz vibrar suas cordas vocais de maneira que o som produzido indique que ele está satisfeito e feliz. Da mesma forma, o gato exprime, por meio de sons, outros sentimentos, como raiva e fome.


Por que os cachorros dão voltas antes de deitar?

É uma herança genética, vinda de seus antepassados de vida selvagem, há mais de 12 mil anos. Os cachorros antigos preparavam o lugar para dormir caminhando em círculo até formar um espaço confortável entre plantas ou pedras. Isso também servia para demarcar o espaço como território particular. O hábito sobreviveu, apesar de não ter mais função.


Por que os cachorros levantam a perna para fazer xixi?

A explicação mais aceita é que o cachorro usa o xixi para demarcar seu território. Quando levanta a perna, o jato da urina alcança uma área maior. Outra explicação está relacionada aos hormônios: cachorrinhos que tenham sido castrados com menos de 4 meses de idade não levantam a perna.



Por que os cães não gostam quando pegam no seu rabo?

Em princípio, não há motivo algum para os cães responderem negativamente a este toque. É uma prática muito comum em seus treinamentos pedir aos donos que massageiem todo o corpo de seus cães - inclusive o rabo. Mas, se o cachorro demonstra insatisfação, é bom ficar atento: é possível que esteja sentindo algum tipo de dor no local.

Por que os dálmatas têm pintinhas espalhadas pelo corpo?

Segundo o zootecnista Alexandre Rossi, trata-se de um processo de seleção, provocado pelo homem. Tradicionalmente, os dálmatas eram cães que acompanhavam carruagens. Os animais que tinham manchas eram mais valorizados porque enfeitavam o meio de locomoção. Por isso, eram os mais utilizados para reprodução. De acordo com Rossi, o mesmo aconteceu com o dogue-alemão.









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