Mensagem do dia

Estude! Saber é o maior diferencial que existe!

domingo, 28 de novembro de 2010

Rio contra o crime.

Estou assistindo o combate ao crime organizado do Rio de Janeiro com muita alegria. Primeiro por que já estava mais que na hora do bem vencer o mal e promover a dignidade dos trabalhadores e pais de família que moram nas favelas do Rio. Segundo por que percebo que todos estão envolvidos para que tudo ocorra dentro do "melhor" possível em casos como esse. Terceiro que a população vence o medo e finalmente começa a entender que ser conivente ou se calar é prorrogar essa situação por mais tempo, onde os bandidos fazem e acontecem impunemente. A justiça finalmente chegou aos morros cariocas.
Como educadora penso em como será melhor para minhas crianças crescerem em um ambiente de paz e serenidade, longe das armas, do tráfico e de balas perdidas.
Sei que a ocupação das favelas do Rio é apenas a ponta do Iceberg mas, já é um grande passo rumo a vitória contra o trafico. Me chocou o depoimento de uma moradora dizendo que havia um tribunal na Vila Cruzeiro, onde os bandidos julgavam as pessoas, condenavam e alguns casos executavam. Ela conta que foi levada a esse tribunal por conta de seu cachorrinho de estimação que incomodava a vizinhança. Tem base uma coisa dessas? Correr risco de morte pelos latidos de um cão? 
Os traficantes por quase 30 anos promoveram o terror nessas comunidades, basta ver o que moradores gritavam ao ver preso um tubarão do tráfico, ZEU, CADÊ O MACHÃO? Esse clamor público mostra que muitas vezes eles tiveram medo e foram pressionados. Imagino como seria morar numa comunidade dessas... E vou além, imagino a sensação de liberdade que estão começando a experimentar essas pessoas simples, honestas e trabalhadoras.
O prefeito do Rio, diz que a partir de segunda feira já estará chegando até eles os serviços básicos de limpeza e saúde. Que coisa maravilhosa! 

Agora sim.... O Rio poderá ser chamado de cidade maravilhosa, com um povo maravilhoso que merece viver plenamente.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Você é único e especial







Conta-se que um famoso palestrante começou um seminário segurando uma nota de cem reais. Para as cerca de duzentas pessoas que se encontravam na sala, ele perguntou quem queria aquela nota de cem reais. 

De imediato, várias mãos começaram a se erguer. Em verdade, todos, na sala, desejavam o dinheiro. 
Então, ele amassou a nota e perguntou outra vez quem desejava possuí-la. As mãos continuavam erguidas. 
Ele tornou a amassar a nota um tanto mais. Depois de se encontrar bem amarrotada, ele a mostrou ao público participante, repetindo a pergunta. 
A situação não se alterou. Eles continuavam a querer a nota. E, agora, pareciam ansiosos, esperando que ele decidisse de uma vez por todas, quem a receberia. 
Mas ele a colocou com cuidado sobre a mesa, procurando alisá-la, a fim de que melhorasse seu aspecto. Enquanto ia fazendo isso, lentamente, foi falando: 
"O que acabamos de vivenciar nos deve servir de grande lição. Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta nota, porque ela não perde o valor. 
Amarrotada, amassada, dobrada, envelhecida, enrugada, ela continuará a ter o mesmo valor, cem reais. 
Pois bem. Em nossas vidas também ficamos um tanto amassados, amarrotados pelas desilusões que nos permitimos, pelas dificuldades próprias da vida, pelo cansaço que vai tomando conta de nós. 
Às vezes nos dobramos ante o peso das dores que nos chegam. De outras, o pranto que derramamos pela perda financeira ou pelo abandono de um amigo, nos deixa com aspecto doentio, enrugado. 
É como se nos permitíssemos murchar pela dor que estamos vivendo. 
Os anos pintarão marcas em nossas faces, alterando o brilho dos olhos e a maciez da pele. As mãos perderão um pouco da sua flexibilidade e as pernas demorarão um pouquinho mais para a realização dos movimentos. 
A nossa memória poderá nos pregar algumas peças, ensejando-nos trocar nomes de pessoas, esquecer datas importantes ou fatos ocorridos.
De outras vezes podemos nos sentir como notas sujas, pelas decisões erradas que tomamos. É quando o remorso chega e tenta se assenhorear de nossa mente. 
Quando tudo isso acontece, nos sentimos desvalorizados, acreditamos que somos homens ou mulheres sem valor. 
Mas, não é verdade. Não importa quanto estejamos sujos, maltratados, amarrotados, pisados, enrugados. Continuamos a ter valor. Um valor especial." 
Isto porque cada um de nós é especial. Somos Espíritos imortais e se, a caminho da perfeição, passamos por pântanos, estradas solitárias e lamaçais, ainda assim continuamos a ser especiais. 
Apesar do que aparentemos, Deus prossegue a nos amar e estender, todos os dias, a estrada renovada da oportunidade. 
Por isto, não se desgaste, nem entre em depressão por descobrir que é uma pessoa com muitas falhas, que cometeu erros. 
É sempre tempo de recomeçar. Hoje é o melhor momento. Levante a cabeça. Tome a decisão. E mude. 
Se praticou o mal, proponha-se a consertar o que for possível, retificar as falhas. Acertar o roteiro. 
Se está magoado, ferido, desalentado, sacuda a poeira dos sentimentos que o deixam doente, observe o dia que nasce e consciente de que você é especial, único, adentre pelos caminhos que produzem contentamento, vontade de viver, alegria. 
Por mais abandonado que você se sinta, mais desventurado que creia se encontrar, não existe ninguém sobre a Terra que não possua alguém que o ame. 
Pense nisso. E valorize isso. Pode ser o amor de uma mãe, de um pai, o calor de um irmão. Pode ser a esposa, o esposo, o filho, um parente, um amigo. 
Pode até ser simplesmente um cão, um gato, um animal de estimação. 
Se por acaso você descobrir que ninguém o ama, creia, acima e além de todos, quem nos criou, quem criou você o ama de forma incondicional. 
Assim, espanque a tristeza. Acabe com o desânimo. Levante a cabeça e recomece a viver. 
Lembre: hoje é o melhor dia de toda a sua vida. E você é um ser muito, muito especial.

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Acreditar e agir

desenho para colorir


         Um viajante ia caminhando em solo distante, as margens de um grande lago de águas cristalinas. Seu destino era a outra margem. Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem coberto de idade, um barqueiro, quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo.
         O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. Logo seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pode observar que se tratava de duas palavras, num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro AGIR.
         Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro respondeu pegando o remo chamado ACREDITAR e remando com toda a força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente o barco em sentido oposto, sem ir adiante.
         Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com ele simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago chegando ao seu destino, à outra margem.
Então o barqueiro disse ao viajante:
_ Esse porto se chama autoconfiança. Simultaneamente, é preciso ACREDITAR e também AGIR para que possamos alcançá-lo!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

O Grande Doador




Ele não tinha o diploma de médico, no entanto, utilizou a medicina do amor para levantar paralíticos, curar cegos e restaurar portadores de hanseníase. 
Não era advogado diplomado. Contudo, ninguém quanto Ele Se elegeu como o supremo defensor de todos os injustiçados do mundo. 
Ergueu Sua voz para defender a mulher, esteve em casa de desprezados cobradores de impostos, afirmando com Seus atos, a isenção de preconceito aos excluídos da época. 
Ele não possuía fazendas, nem herdades de qualquer sorte. Mesmo assim, estabeleceu o novo Reino na Terra. 
O Reino do bem, da paz, do amor. E para isso, Se serviu da intimidade dos corações. 
Não improvisou festas, mas compareceu às que Lhe foram tributadas, com Sua presença enriquecendo os convivas e anfitriões. 
Sem deter títulos na área específica, tornou-Se o consolo dos tristes e desprezados, acenando-lhes com perspectivas de bom ânimo e esperança. 
Conhecedor da alma humana, detectava-lhe as dores e a confortava. 
Por isso, devolveu o filho à pobre viúva de Naim que o acreditava morto. E às irmãs em Betânia, o irmão enterrado há dias. 
Não era professor consagrado, tendo-Se feito porém, o Mestre da evolução e do aprimoramento da Humanidade. 
Não recebeu lauréis ou premiação alguma. Apesar disso, foi o maior criador e contador de histórias de que a Humanidade já teve notícias. 
As Suas parábolas revolviam os pensamentos dos que as ouviam e até hoje são recontadas e reflexionadas. 
Não teve lugar entre os doutores da Lei, não ocupou cadeira no Sinédrio. Criou, antes, a Universidade sublime do bem para todos os Espíritos de boa vontade. 
Incompreendido, sofrendo amarguras, desde o lar, reconfortou a todos que O buscaram. 
Ao desprezado Zaqueu conforta com Sua presença, afirmando assim que ele era filho de Deus e credor do Seu amor. 
À equivocada da Samaria oferta a palavra lúcida e o convite à nova jornada. 
Ao moço rico diz da pressa de atender à mensagem do Reino que Ele apresentava. 
Tolerando aflições sem conta, semeou a fé e a coragem, apresentando-Se como Aquele que cuida de todas as ovelhas que Lhe foram confiadas. 
Ferido embora, pensou as chagas morais das mulheres sofridas, do cireneu que O auxilia no transporte do madeiro, da mão benevolente que Lhe enxuga o suor da face. 
Supliciado, vilipendiado pelos homens, expediu a mensagem do perdão em todas as direções. 
Esquecido pelos mais amados, ensinou a fraternidade e o reconhecimento, orando ao Pai por todos e entregando mãe e filho, um ao outro. 
Vencido na cruz, revelou a vitória da Vida Eterna, em plena e gloriosa ressurreição, renovando os destinos das nações e santificando o caminho dos povos. 
Ele não tinha posses materiais. Era um carpinteiro. Mesmo assim, engrandeceu os celeiros dos séculos. 
E até hoje continua a ser despenseiro fiel e prudente, zelando pela Humanidade inteira. De braços abertos, sempre. 

* * * 



Seguindo o exemplo de Jesus, mesmo anônimo ou aflito, apagado ou esquecido, atende à santificada colaboração com Deus, a benefício da Humanidade. 
Oferece o teu coração e, em homenagem ao Divino Amor na Terra, serve, com o que tenhas, onde te encontres. 
Se não és um portentoso luzeiro, sê a lamparina acesa na janela da pousada, como um aceno de esperança ao viajor perdido na estrada.


Redação do Momento Espírita, inspirado no cap. 59 do livro Antologia mediúnica do natal, por diversos Espíritos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb. Disponível no CD Momento Espírita Especial de Natal, v. 15, ed. Fep.






segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Mensagem de um amigo especial...





Eu o amo. Amo-o muito. Você é muito importante para  mim.
Você corre... almoça, trabalha. Você passa e não me vê .
Você grita, canta, chora, você para. Você ama, sorri... você nunca me chama.
Você se entristece, agora se acalma e não me agradece.
Você caminha, sobe escadas, desce escadas e não se preocupa comigo.
Você tem tudo e não me dá nada.
Você sente dor, nojo, você sente amor, você sente tudo, menos a minha presença.
Você ouve, vê, toca, você tem sentidos perfeitos, mas nunca os usa por mim,
Você estuda e não me entende, ganha e não me ajuda, canta e não me alegra.
Você é tão inteligente e não sabe nada de mim.
Você explora o fato de ser detestado por alguém que sabe que eu amo.
Você reclama os maus tratos, mas não valoriza o que eu faço por você.
Você está triste, nem sequer pensa em mim e se pensa é para me culpar.
Você não entende que sofri por você. Se você está feliz não me participa.
Você conhece tanta gente importante... e  não conhece a mim, eu que o considero tão importante.
Você faz tudo o que os outros ordenam mas não entende o que eu peço.
Se você não subiu na vida, descarrega sobre mim toda a sua ira.
Mas se você é importante na sociedade, pisa nos meus filhos menos favorecidos.
Esquece que eu os amo tanto quanto amo você.
Você vive com a agenda cheia, porém nem para para pensar em mim.
Você quebra tantos galhos para os outros, mas não tira nenhum espinho da minha testa.
Você reclama tanto da vida, que MEU PAI lhe deu de presente.
Você entende todas as transações do mundo mas não entende a minha mensagem.
Você abaixa a cabeça quando um superior está bravo com você, e não levanta nem os olhos quando falo do MEU amor.
Você fala mal das pessoas, e não sabe que conheço toda a sua vida.
Você enfrenta muitos obstáculos na vida, você é forte, mas que pena, embora não admita sei que tem medo de mim...
Você defende seu time predileto,  seu autor preferido, mas se cala quando é para falar do Meu amor.
Você não sente vergonha de se despir diante de alguém...
Mas tem vergonha de tirar a máscara diante de mim.
Você corre com o seu carro, bicicleta, pernas, mas não corre para meus braços.
Você não age por mim.
Você é um corpo no mundo, e eu sou um mundo no seu corpo !

EU SOU ALGUÉM QUE TODOS OS DIAS BATE EM SUA PORTA E PERGUNTA :
-         Tem um lugar para mim em sua casa, na sua vida, no seu coração ?

Eu estou presente em todas as coisas e em todos os lugares... Mas quero estar realmente vivo em seu coração !

Eu sou JESUS CRISTO e quero simplesmente que você me aceite e me siga ! 

domingo, 14 de novembro de 2010

O Sucesso

Eu e alunas da Escolinha Tia Nina




Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência. Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha. Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar.

E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma. A propósito disso, lembro-me uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse: "Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo." E ela responde: "Eu também não, meu filho".

Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar em realizar tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna. Meu segundo conselho: pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega viver como homens. 

Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassu. Que era ficção, mas hoje é realidade, na pessoa de Geraldo Bulhões, Denilma e Rosângela, sua concubina. Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito.


É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido. Tendo consciência de que, cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro.

Você foi criado, para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra. Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não sente-se e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse!, eu sabia!

Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que aguentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta a noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansear, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar. Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio, que é a morada do demônio, e constrói prodígios.

O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham de sol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta.Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho. Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama sucesso.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

A Ostra e a Pérola





Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas.
As pérolas são feridas curadas, pérolas são produtos da dor, resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.

A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar.
Quando um grão de areia a penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra.
Como resultado, uma linda pérola é formada.

Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada...

Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de um amigo?
Já foi acusado de ter dito coisas que não disse?
Suas idéias já foram rejeitadas, ou mal interpretadas?
Você já sofreu os duros golpes do preconceito?

Já recebeu o troco da indiferença? Então, produza uma pérola !!!

Cubra suas mágoas com várias camadas de amor.

Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento.
A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, deixando as feridas abertas, alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem. Assim, na prática, o que vemos são muitas "ostras vazias", não porque não tenham sido feridas, mas, porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor.
Tudo é aprendizado...