Mensagem do dia

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domingo, 30 de janeiro de 2011

Os efeitos do perdão

Os Efeitos Psicossomáticos do Perdão
por Oliveira Fidelis Filho

"Há quem goste dos olhos e os que gostam da remela!", diz a "sabedoria popular". Há os que, salvaguardando as devidas proporções, assemelham-se a urubus enquanto outros se comportam como colibris. No que tange ao perdão - ao ato de perdoar ou não - cabe ainda a comparação com rosas e espinhos.
Quem opta por não perdoar é um colecionador de espinhos, fã da remela, consumidor de alimentos com data de validade vencida. Pois são estas as sensações, os valores, os perigos e as perturbações que a ira, o desejo de vingança e a raiz de amargura fazem germinar e frutificar em quem opta pelo não perdão. Tais padrões limitantes de pensamentos, sentimentos e atos ferem quem os abraça, produzem cegueira e roubam da vida o encantamento. Abrem as portas para perturbações psicossomáticas, sobrecarregam e comprometem o bom funcionamento da mente e do coração, do corpo e da alma e azedam os relacionamentos.
Manter estes sentimentos menores, mesmo que os tais nos acenem com aparentes "ganhos secundários" é optar pela remela em detrimento dos olhos, pelos espinhos em lugar das rosas, pelo padrão alimentar do urubu ou invés do atraente, aromático, suculento e adocicado cardápio do beija-flor. Sem dúvida, não são as melhores opções, temos a liberdade e o dever de fazer escolhas melhores. 

Quem perdoa, entretanto, prefere se encantar com os cenários amorosamente criados e percebidos a partir de olhos bons, capaz ainda de energizar e iluminar todas as dimensões do corpo ou, como diria o Mestre Jesus: "Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso".Olhos sem remelas!

Quem perdoa, abandona os espinhos e corre em direção às flores, assemelha-se a elas despertando para a Vida em expressões de beleza, bondade e graça. À semelhança dos colibris, move-se pela vida nutrindo-se do aroma Crístico, da Essência Divina, facilmente perceptível aos que carregam no peito um coração limpo. Ao declarar "bem-aventurado os limpos de coração, porque verão a Deus", o Mestre está também afirmando que os que optam e praticam o perdão, como um modo de vida, tornam-se capazes de perceber expressões e manifestações da divindade em tudo e em todos; o limpo de coração, quando olha para o semelhante, é capaz de "ver a luz ao invés do abajur". 

Quando perdoamos, faxinamos o coração e lavamos a alma, abrimos as janelas na direção de novos e reconfortantes horizontes, ao mesmo tempo em que nos libertamos das sombras com seus julgamentos, culpas e medos. Ao vivenciarmos o perdão, deixamos de desperdiçar preciosas e sagradas energias, até então insanamente utilizadas na geração de stress elevado e nocivas batalhas mentais, verbais e até mesmo físicas. 

Podemos justificar a opção pelo não perdão com os mais lógicos e contundentes argumentos; com toda certeza, não nos faltarão argumentos! Entretanto, nenhum desses infindáveis argumentos nos beneficiará, trará paz ou nos fará melhores, pois manter o ressentimento, a ira e o desejo de vingança hospedados no coração, significa infligir uma crueldade igual ou maior àquela da qual acreditamos termos sido vítimas. Não perdoar, portanto, é ser carrasco de si mesmo. 

O perdão é jóia preciosa, de rara beleza, com a qual presenteamos a nós mesmos. É um ato de elevada generosidade e constitui imprescindível investimento em nossa qualidade de vida, saúde psicossomática e relacional. É um grito de independência em relação a quem nos mantemos acorrentados pelos grilhões da amargura. 

Guardar ressentimento, ira e desejo de vingança, equivale a segurar uma brasa na mão com a intenção de jogá-la em alguém; é como perder precioso tempo procurando a serpente que nos inoculou seu peçonhento veneno. Ao sentirmos o incômodo de uma pedra no sapato, paramos, tiramos o sapato, livramo-nos da pedra e, confortavelmente, continuamos a caminhar. O não perdão é uma pedra que carregamos no coração, que dificulta a caminhada e que faz sangrar a alma. 

O mais atingido e prejudicado com a ausência do perdão é quem se recusa a perdoar e, obvio, quem mais lucra é quem perdoa. Perdoamos alguém não pelo fato de ser ou não merecedor de perdão e sim porque merecemos contemplar a nós mesmos com esta divina dádiva, pois quem perdoa investe em si mesmo. 

Há quem passe pela vida esperando alguma coisa ruim acontecer com quem lhe infligiu algum dano, entretanto, como já disse, isso equivale a segurar na mão uma brasa à espera do momento de arremessá-la, é manter no sapato a pedra que dificulta a caminhada. O sentimento de vingança se volta contra quem o hospeda podendo, dependendo da intensidade e da durabilidade, produzir perturbações irreparáveis. Portanto, perdoar é também um bom plano de saúde, pode trazer considerável economia com médicos e remédios. 

O perdão libera espaço na mente e no coração para ser dedicado aos amigos, a quem amamos, pois, admitamos ou não, os inimigos são mais íntimos e mais presentes em nossos pensamentos e sentimentos dos que os amigos. Não perdoamos para nos sentirmos superiores, importantes, santos ou mais bonitos, perdoamos para nos sentirmos libertos, em paz e saudáveis. O perdão é uma prova de amor a nós mesmos: quem se ama, perdoa. 

Busque em Deus a força para perdoar mas evite lembrar-se diante Dele do seu ressentimento e seu desejo de vingança. Deseje simplesmente que Ele transborde de Amor o seu coração. Onde chega o amor, o ódio é despejado e se existir amor existirá perdão. 

Perdoar é fazer uma plástica na alma, é deixar o sorriso livre, é desatar as asas da paz e ser acolhido em si mesmo. É sentir-se abraçado pelo universo, por Deus, pelo Eterno Mistério. Ao perdoar nos tornamos livres do passado, leves no presente, abertos para o futuro; expandimos o divino em nós, percebemos que Deus nos habita e que por Ele somos perdoados.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Trabalho novo em 2011 - APAE - de SACRAMENTO - MG




Moçada estou muito feliz. Este ano vou desenvolver meu trabalho em um campo diferenciado. Vou trabalhar com as crianças da APAE de Sacramento - MG.

É muita felicidade dentro do meu coração... já posso sentir o carinho e o amor que trocarei com aquelas crianças desprovidas de preconceitos estabelecidos por nossa sociedade hipócrita.

A ONG Meninos do Triângulo Mineiro caminha a passos largos, recebendo doações de todo país. Quanta benção, agradeço muito a Deus por isso também. Se alguém quiser colaborar conosco com qualquer quantia, a nossa conta é na agência da caixa 0940, conta corrente 001125-7, Sacramento, Deus lhes pague.




“Enquanto estiver vivo, sinta-se vivo. 

Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo. 

Não viva de fotografias amareladas… 

Continue, quando todos esperam que desistas. 

Não deixe que enferruje o ferro que existe em você. 

Faça com que em vez de pena, tenham respeito por você. 

Quando não conseguir correr através dos anos, trote. 

Quando não conseguir trotar, caminhe.

Quando não conseguir caminhar, use uma bengala.

Mas nunca se detenha”.


Madre Teresa de Calcutá

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Ser mineiro

..
Ser mineiro não é só dizer uai, trem bão, etc e tal,
é ter todo um jeito especial e diferenciado de ser.
É não se meter em cumbuca alheia;
é não dar um passo maior que as pernas;
é não dar ponto sem nó;
é confiar, desconfiando;
é não mostrar o que sabe;
é falar menos e escutar mais;
é chegar antes da hora
para não perder o trem;
é não andar no escuro
para não encontrar o que não se deve.

Mineiro não gosta de conversa mole de enrolador,
nem de conversa fiada de quem diz o que não deve.
Mineiro gosta de segredo.
Não gosta de dizer o que faz, nem o que vai fazer,
deixa para revelar quando já está pronto.

Ser mineiro é passar por bobo e ser inteligente.
É se vestir com simplicidade, sendo fazendeiro;
é reclamar dos preços, sendo banqueiro;
é dar desconto para ganhar o freguês.
Mineiro não olha diretamente, tem educação,
espia, fingindo que não presta atenção;
não é de vingança, mas pode esperar o troco;
não estica conversa com estranhos,
mas recebe os amigos como se fossem reis;
não troca um pássaro na mão por dois voando,
pois só arrisca quando tem certeza.

Ser mineiro é ter sabedoria, simplicidade, modéstia,
solidariedade, coragem e bravura.
É fazer de um fracasso o princípio de uma vitória,
e da vitória, a humildade do não foi nada demais.

O mineiro, se vive no campo,
gosta de ouvir os sons da natureza:
do movimento da água nos rios, do ar nos ventos
e olhar o céu para sentir as mudanças do tempo:
saber se vai dar sol ou chover, fazer calor ou frio;
gosta também de ouvir o cantar dos pássaros,
o latido do seu cachorro amigo,
o mugir do gado leiteiro,
o relincho do forte e nobre cavalo ...
e, vez em quando, escutar as notícias da cidade.

Mineiro que vive na cidade,
não deixa de lado o seu jeito interior,
leva o valor do campo junto consigo;
se estiver em outro país,
entre as saudades maiores
estão as belas montanhas de Minas Gerais,
com que interage desde cedo.

Segundo os que não são de Minas,
o motivo por que o mineiro é desconfiado,
é que, crescendo entre montanhas,
anda atento pelos caminhos,
sem saber o que se esconde
atrás de cada uma delas,
já que cada qual tem seu mistério,
não há duas que se igualem.
Fato é que, ao sair de seus domínios,
torna-se difícil enganar o mineiro
que enxerga atrás das montanhas outras,
entrelinhas das palavras.
Devagar e sempre,
o mineiro chega aonde quer.

Ser mineiro é ser conservador
no que precisa ser conservado.
No amor-casal, dois é bom, três é demais.
Ser Mineiro é ser religioso.
Mineiro não se sente só aonde quer que vá,
pois sente que a mão de Deus o protege.

Ser mineiro também é ser inovador
no que precisa ser inovado.
É gostar de saber mais para contar seus causos;
é admirar o belo, a arte, a vida;
é amar a liberdade de ir, de vir, de pensar, de ser;
é ser poeta e gostar de fazer política
para não perder o idealismo de mudar as coisas.

Ser mineiro é ser gente como a gente: eu e você,
que, entre trabalho e suor, com lágrimas e sorrisos,
construímos a história dessa nossa Minas Gerais,
as minas de ouro, diamante, pedras preciosas...
riquezas infinitas minerais e pessoais,
que podem ser encontradas nos subsolos
ou caminhando pelas ruas das nossas cidades.

* Neste poema, há uso de ditados populares de domínio público. Usando desses saberes seculares, transformados em ditados populares, cuja autoria isolada não tem como remontar, esse tema já foi desenvolvido por Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sabino, Frei Betto, Mercedes Pena Carvalho, Rogério Antônio Rosa, Otto Lara Resende, Hélio Pellegrino, Mário Palmério, Ana da Cruz, Jaak Bosmans e Nelci Nunes, cada qual com seu conjunto sobre o jeito de ser mineiro. Os dizeres isolados não pertencem a nenhum de nós, autores, mas a coletânea de cada um é que dá a assinatura autoral.

Se achar interessante, meça seu grau de mineirice, pois ser mineiro é mais que nascer no estado de Minas Gerais, significa um estado de espírito peculiar de estar no mundo. Quanto você tem de mineiro?


...

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Inteligência é tudo



Aprendendo com o Jacó

Jacó para seu filho:
- Filho, eu quero que você se case com uma moça que eu escolhi.

O filho responde:
- Pai, eu quero escolher a minha mulher.

Jacó:
- Meu filho, ela é filha do Bill Gates!

O filho: - Bem... neste caso eu aceito.

Então Jacó vai à procura de Bill Gates. Jacó para Bill Gates:
- Bill, eu tenho o marido para sua filha.

Bill Gates:
- Mas a minha filha é muito jovem para se casar.

Jacó: - - Mas esse jovem é vice-presidente do Banco Mundial.

Bill Gates: - Nesse caso, tudo bem!

Finalmente Jacó vai ao Presidente do Banco Mundial.

Jacó:
- Sr. Presidente eu tenho um jovem que é recomendado para ser vice-presidente do Banco Mundial.

Presidente:
- Mas eu já tenho muitos vice-presidentes, inclusive mais do que o
necessário.

Jacó:
- Mas Sr., este jovem é genro do Bill Gates.

Presidente:
- Neste caso ele está contratado.

ALERTA SOBRE DROGAS





Tudo começou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de "experimenta, depois, quando você quiser, é só parar..." e eu fui na dele.
Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de "raiz", "da terra", que não fazia mal, e me deu um inofensivo disco do "Chitãozinho e Xororó" e em seguida um do "Leandro e Leonardo".
Achei legal, coisa bem brasileira; mas a parada foi ficando mais pesada, o consumo cada vez mais freqüente, comecei a chamar todo mundo de "Amigo" e acabei comprando pela primeira vez. Lembro que cheguei na loja e pedi:
- Me dá um CD do Zezé de Camargo e Luciano.
Era o princípio de tudo!
Logo resolvi experimentar algo diferente e ele me ofereceu um CD de Axé.
Ele dizia que era para relaxar; sabe, coisa leve... "Banda Eva", "Cheiro de Amor", "Netinho", etc. Com o tempo, meu amigo foi oferecendo coisas piores: "É o Tchan", "Companhia do Pagode", "Asa de Águia" e muito mais.
Após o uso contínuo eu já não queria mais saber de coisas leves, eu queria algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse mexer a bunda como eu nunca havia mexido antes, então, meu "amigo" me deu o que eu queria, um CD do "Harmonia do Samba".
Minha bunda passou a ser o centro da minha vida, minha razão de existir.
Eu pensava por ela, respirava por ela, vivia por ela! Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde o efeito, e você começa a querer cada vez mais, mais, mais...
Comecei a freqüentar o submundo e correr atrás das paradas. Foi a partir daí que começou a minha decadência.
Fui ao show de encontro dos grupos "Carametade" e "Só pra Contrariar", e até comprei a Caras que tinha o "Rodriguinho" na capa. Quando dei por mim, já estava com o cabelo pintado de loiro, minha mão tinha crescido muito em função do pandeiro, meus polegares já não se mexiam por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo.
Não deu outra: entrei para um grupo de Pagode. Enquanto vários outros viciados cantavam uma "música" que não dizia nada, eu e mais 12 infelizes dançávamos alguns passinhos ensaiados, sorriamos e fazíamos sinais combinados.
Lembro-me de um dia quando entrei nas Lojas Americanas e pedi a coletânea "As Melhores do Molejão". Foi horrível!!! Eu já não pensava mais!!! Meu senso crítico havia sido dissolvido pelas rimas "miseráveis" e letras pouco arrojadas.
Meu cérebro estava travado, não pensava em mais nada. Mas a fase negra ainda estava por vir.
Cheguei ao fundo do poço, no limiar da condição humana, quando comecei a escutar "Popozudas", "Bondes", "Tigrões" e "Tapinhas". Comecei a ter delírios, a dizer coisas sem sentido.
Quando saía à noite para as festas pedia tapas na cara e fazia gestos obscenos.
Fui cercado por outros drogados, usuários das drogas mais estranhas; uns nobres queriam me mostrar o "caminho das pedras", outros extremistas preferiam o "caminho dos templos".
Minha fraqueza era tanta que estive próximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: a droga limpa.
Hoje estou internado em uma clínica. Meus verdadeiros amigos fizeram a única coisa que poderiam ter feito por mim. Meu tratamento está sendo muito duro: doses cavalares de Rock, muita MPB, Progressivo e Blues. Mas o meu médico falou que é possível que tenha que recorrer ao Jazz e até a Mozart e Bach como medida extrema; isso asseguraria minha total recuperação.
Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar as pessoas a não se entregarem a esse tipo de droga. Os traficantes só pensam no dinheiro. Eles não se preocupam com a sua saúde, por isso tapam sua visão para as coisas boas e te oferecem drogas.
Se você não reagir, vai acabar drogado: alienado, inculto, manobrável, consumível, descartável e distante; vai perder as referências e definhar mentalmente.
Em vez de encher a cabeça com porcaria, pratique esportes e, na dúvida, se não puder distinguir o que é droga ou não, faça o seguinte: não ligue a TV no domingo à tarde; não escute nada que venha de Goiânia ou do interior de São Paulo; não entre em carros com adesivos "Fui", "Chique no Urtimo", "É Nóis na Fita"...
Não compre nenhum CD que tenha mais de 6 pessoas na capa.
Não vá a shows em que os suspeitos façam gestos ensaiados; não compre nenhum CD que a capa tenha nuvens ao fundo; não compre qualquer CD que tenha vendido mais de 1 milhão de cópias no Brasil; e não escute nada que o autor não consiga uma concordância verbal mínima. Mas, principalmente, duvide de tudo e de todos. A vida é bela! Eu sei que você consegue!
Diga não às drogas!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

DROGAS: coragem e luta








A cada dia que passa somos bombardeados por notícias sobre o aumento do número de jovens, que buscam no álcool, nas drogas um estilo de vida que não coaduna com aquilo que se espera dos mesmos como cidadãos atuantes e sujeitos transformadores e, em transformação.

Famílias inteiras são arroladas nesse processo tornando-se co-dependentes que enfrentam os problemas tendo a dor como companhia, ao passo que o dependente tem o prazer, mesmo que momentâneo e passageiro como companhia.

Que políticas públicas temos para de forma eficaz ajudar aqueles que se encontram marginalizados e excluídos por uma sociedade que permite, incentiva o uso do álcool, mas discrimina o dependente químico.

Todos eles são colocados em um mesmo saco. Todos são os maconheiros, sem vergonhas, ladrões perigosos.

É importante saber que cada caso é um caso. Temos adictos violentos, perigosos e dóceis que só fazem mal a eles mesmos e não representam um perigo social, mas mesmo assim são responsáveis pelo aumento do tráfico e da violência que assola a nossa sociedade.

Os pais tem de entender a sua responsabilidade no cuidado da vida do filho, prepará-lo sempre de uma maneira saudável, lançar bases sólidas que por mais que ele se violente ela permanecerá sustentando sua essência.

O que nós somos, o seremos para sempre, o que temos passará.

Mas para que isso passe é preciso ajuda tanto para a família como para o dependente químico, na verdade um doente, que tem no seu corpo uma glândula, a P 450, que não processa a toxina ingerida no corpo de forma satisfatória.

A dependência química, a adicção é para sempre, o que é preciso entender é que ela pode ser controlada.

Fácil? Não. Uma luta árdua todos os momentos contra a fissura que engole o bom senso, a razão.

O termo já diz tudo: dependente...

Mas não somos todos nós dependentes do alimento, do consumo desenfreado, do cartão de crédito, de falsas alegrias e de depressões, carências e desejos sejam eles positivos ou negativos?

Só não somos marginalizados, pois somos parte essencial desse mundo capitalista onde o ter supera o ser.

Precisamos unirmos, nós pais, famílias para ajudarmos os nossos filhos, talentos que Deus nos confiou para que cuidassemos com amor e responsabilidade.

Temos de contar com nós mesmos, nao esperar que políticas públicas surjam para resolver um problema que já tomou proporçoes que estão fora de controle.

Se cada um fizer a sua parte, por menor que seja o ato é um gesto que pode a longo prazo minimizar as dores que atinge não só as famílias, mas também o dependente que sofre diante da escolha que um dia fez e que espera que um dia possa dizer: Só por hoje estou limpo e venci mais um dia.




Aos educadores meu pedido: Não improvisem ...

Comentário: A arte da improvisação de Claudio Moura Castro
Análise do texto :A arte da improvisação Claúdio de Moura Castro
Veja 12/01/11



Nós professores estamos em férias e o momento é propício para o comentário acerca das aulas dadas de improviso feitas pelo autor que agrava ainda mais os péssimos resultados dos índices educacionais do nosso país.

Mexe em uma ferida que sangra desde sempre na história da educação brasileira: o despreparo dos professores em sala de aula, bagagem essa que é trazida das escolas de curso superior, ou o descaso existente em uma porcentagem assustadora dos que não entendem que ensinar exige disciplina e compromisso para com a profissão.

Improvisar é uma arte que demanda conhecimento acerca do assunto a ser abordado.

Nas empresas privadas os profissionais são altamente cobrados no quesito responsabilidade para com o trabalho a ser executado.

Por que na educação tem que ser diferente?

Quando o professor vai entender que ele trabalha com seres humanos, com alunos que sabem qual o professor que ensina e o que não sabe nem sequer improvisar?

Dar uma aula, elaborar uma avaliação e saber entender a conseqüência do resultado das mesmas exige mais que improviso. Exige competência e planejamento. O tempo da decoreba foi deixado para trás por um momento histórico que o conhecimento ocorre em uma velocidade avassaladora e exige dos alunos habilidades de interpretação de textos, gráficos, etc.

É necessário um maior comprometimento com a educação do nosso país por parte de todos os envolvidos no processo educacional.

Parabéns Claudio pela sua capacidade em entender e explanar de forma tão clara esse grave problema que envolve a educação do nosso país e dar dicas de como nós podemos usar desse momento de descanso para refletir sobre a arte de ser um bom professor e que o sucesso da educação brasileira é um processo coletivo..

Caro Claudio, agradeço pela competência usada para tratar de um assunto tão sério.

O descaso nas escolas públicas é grande. Sou supervisora pedagógica e tive a oportunidade de fazer muitos cursos de capacitação.

Há momentos que sinto vergonha da minha profissão. Você não tem noção do que é trabalhar em uma escola pública.

Se você procura fazer o seu trabalho com seriedade encontra dificuldade de relacionamento entre os colegas de trabalho que não seguem a mesma linha de trabalho.

Os alunos estão precisando de bons professores. Que tenham paciência ao ensinar, que saibam parar uma aula quando um aluno vem com uma pergunta que foge do seu planejamento ou conteúdo do dia e aí sim, improvisar, redirecionar a aula de forma consciente e produtiva.

A maioria dos professores não tem o hábito da leitura e ler todos os tipos de livros para saber conversar sobre diversos assuntos. A impressão que dá é que isso é responsabilidade só do professor de História. Providenciar aulas motivadoras em um mundo com uma tecnologia assustadora é imperativo.

O Estado também tem grande parcela de culpa no fracasso das nossas escolas. Faltam profissionais na área administrativa e pedagógica com competência para gerir uma escola, para delegar tarefas e trabalhar em equipe.

O que estou fazendo agora é um desabafo motivado pelo seu artigo, pois ainda acredito que a escola pública pode melhorar, mas sei que isso será um processo lento.

Nossos adolescentes estão indo para a escola sem trazer na bagagem uma estrutura familiar que ajude no processo educacional e nós os professores não estamos preparados para enfrentar tantos desafios que permeiam o ambiente escolar como as drogas, a violência, o analfabetismo e o desinteresse.

Sabe o que é ouvir de pais de alunos entre 10, 11, 12 anos com problemas de socialização dentro da escola a famosa frase: “ Não sei mais o que fazer com o meu filho”?

E nós o que faremos?

Eles são o nosso futuro, construtores das mudanças que terão que ocorrer no nosso país.

Acredito que ensinar é um dom. Sinto que nasci professora. O que faço todos os dias é buscar melhorar o meu desempenho.

Gosto quando volto para a casa e sinto que faltou alguma coisa naquele dia de trabalho, pois isso me faz buscar cada vez mais o meu aperfeiçoamento profissional.
Faço questão de desabafar. Falar da minha indignação diante de tudo o que observo no ambiente escolar.

Há braços, Xênia da Matta

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Por que muitas pessoas, embora busquem a felicidade, tornam-se infelizes?




É que elas não conhecem o princípio fundamental da felicidade. A maioria das pessoas visa à conquista de bens materiais, riqueza, propriedades, enfi m, coisas que possuem forma, e as persegue no afã de agarrá-las. Mas, “tudo o que tem forma é ‘sombra’ daquilo que não tem forma”. De nada adianta agarrar apenas a “sombra”, pois ela é vã e se apaga instantaneamente. Para alcançar a verdadeira felicidade, precisamos apreender o ente verdadeiro (a Imagem Verdadeira) que está por trás da sombra projetada.

É pela mesma razão acima citada que a humanidade de flagra guerras apesar de buscar a paz e não consegue concretizar um mundo tranqüilo e feliz apesar de sonhar com isso. É também pela mesma razão que muita gente, apesar de buscar a saúde, não a consegue. Todo aspecto visível é uma “projeção” do “filme invisível” que existe por trás. Portanto, precisamos saber como apreender o mundo invisível e projetá-lo livremente em nossa vida.

Conhecer o princípio fundamental da felicidade significa conhecer a lei de causa e efeito, ou, numa expressão mais simples, a lei da causalidade. Desde antigamente existem ditados como: “Só colhe quem planta”, “Em rama de abóbora não nasce berinjela” etc. No budismo, existe a expressão sangai yuishin, que signifi ca: “Todos os
fenômenos deste mundo são manifestações da mente”.E o cristianismo ensina que “tudo é possível ao que crê”. Em resumo, você precisa saber que o seu estado mental se projeta no mundo das formas.

O modo como a sua mente apreende as coisas se reflete no mundo à sua volta. Se você vê as coisas com a mente hostil, só ocorrerão conflitos ao seu redor, e será impossível surgir fatos felizes.

A UNESCO prega que “as guerras surgem primeiro na mente das pessoas e em seguida ocorrem no mundo real”. A Seicho-No-Ie, prega isso há mais de trinta anos, mas a humanidade insiste em se apegar a coisas e formas e não procura captar o mundo mental que existe por trás das imagens projetadas. Por isso, embora a humanidade busque a paz, manifestase a situação oposta.

Devemos mudar o nosso ponto de vista, a nossa postura mental. No capítulo 1 deste livro, escrevi: “Antes de mais nada, alie-se a Deus”. Quem não acredita em Deus talvez pense que é uma frase tola. Devo esclarecer que o nosso conceito de Deus não é considerá-lo um ente que se encontra num lugar longínquo, no “reino dos céus”, ou “além das nuvens, na remota região oeste”, como pregam algumas seitas budistas. Falamos da Força misteriosa que faz funcionar o nosso coração, os nossos pulmões,
enfi m, todo o nosso organismo. Falamos da misteriosa Sabedoria Universal que projetou e criou de forma igual os órgãos do corpo de todas as pessoas. Eu digo que você deve se aliar a essa Força. Se você for capaz de controlar livremente, com sua própria força, os seus batimentos cardíacos, as suas pulsações e todas as outras funções do seu organismo, talvez não precise reconhecer a existência de uma Força Superior. Mas se você compreender que existe uma Força misteriosa fora do seu controle e que ela age também dentro de você, certamente perceberá que aliar-se a essa Força é agir com sabedoria. Poderá você contar, ou não, com o apoio dessa Força misteriosa, imensa, para que ela atue de modo favorável em todas as circunstâncias de sua vida? Dependerá disso a possibilidade ou não de você ser feliz e saudável e concretizar um mundo harmonioso.






Revista Fonte de Luz - Outubro / 2007

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Relacionamento entre pais e filhos




Toda e qualquer pessoa necessita sentir que alguém a ama e a admira, mesmo com todos os defeitos que ela possa ter... Dentro de uma família, ela sempre se sentirá amada e aceita, por mais rude que a família seja, por mais terrível que seja o seu erro (após passado o primeiro momento de raiva e de aborrecimento que ele provoca).


A família sempre apóia os filhos em tudo o que eles fazem, desde que sejam coisas razoáveis (dentro das regras familiares), e é ela quem promove o sentido de segurança aos filhos.


A família é o lugar ( ou pelo menos deveria ser) onde se desenvolvem as estruturas psíquicas, onde a criança forma a sua identidade e desenvolve o seu emocional. A família determina funções, papéis e a hierarquia entre seus membros; é também o espaço social da confrontação de gerações e onde os dois sexos (masculino e feminino) definem suas diferenças e as relações de poder.
A família tem como função educar os filhos e prepará-los para o convívio social.


Dentro de uma família (pais e filhos) podemos definir dois tipos básicos de relações:

a) Relação entre os pais (marido e mulher):

A relação homem-mulher inicia uma nova família. São duas pessoas diferentes, com suas próprias crenças, valores, educação e cultura, que necessitam ajustar-se em seus princípios para uma boa convivência. E como é que se obtém o equilíbrio conjugal? É de suma importância que o casal tenha respeito mútuo, amor, e que possa trocar idéias através de muita conversa e diálogo para propiciar, dessa forma, um ambiente saudável ao crescimento dos filhos. Os pais necessitam estar sempre de comum acordo (pelo menos na frente dos filhos) para promover uma educação satisfatória.

b) Relação entre pais e filhos:

Cabe aos pais o papel de educar os filhos. A educação é a condição básica para o convívio social. Educar implica o uso de autoridade para estabelecer limites; dar ordens e proibir o indispensável que possibilite à criança controlar sua impulsividade: toda criança nasce egoísta; ela passa a respeitar o outro através da educação, disciplina, mas, principalmente, pelo exemplo dos pais. As crianças sempre identificam-se com um dos pais, e fazem o que esse adulto faz (ex.: a menina veste-se como a mãe).


Quando os filhos são pequenos, os pais sempre decidem "o que", "como" e "quando"; ou seja, eles têm plenos poderes sobre seus filhos e por eles tomam as decisões que julgam corretas. A criança vive cômoda e prazerosamente nesta relação de dependência, com suas necessidades básicas satisfeitas e papéis claramente definidos. Mas, quando os filhos chegam à fase da adolescência, surge, na maioria das famílias, uma série de conflitos entre os pais e os filhos!


Os pais têm dificuldade para aceitar o crescimento de seus filhos... Quantos pais dizem sentir saudades do tempo em que os filhos eram bebês? Admitir que o filho cresceu equivale a reconhecer que eles estão ficando mais velhos! Para o pai, é difícil aceitar que sua eterna namoradinha agora se interessa por um outro homem que não é ele! E a mãe, muitas vezes, não consegue tolerar a existência de outra mulher cheia de juventude!


Muitos pais não se conformam por terem perdido o "posto" de heróis insubstituíveis dos filhos, e não conseguem suportar o olhar crítico dos jovens, pois estes começam a enxergar os pais como são: pessoas com todos os defeitos e qualidades que lhe são próprios. Há pais que passam a controlar exageradamente a vida dos filhos, como se pudessem, com isso, voltar a tê-los como crianças: não respeitam sua privacidade, querem participa r da vida deles de forma integral, e usam, para o controle deles, os perigos que aumentam nesta fase (a violência, a AIDS, etc...).


Muitos pais querem antecipar questões aos filhos para evitar sofrimentos futuros... Mas o único método conhecido para se aprender algo é vivendo! Na realidade, a maioria dos problemas na relação entre pais e filhos baseia-se num conflito de poder! Os pais podem exercer o autoritarismo (quando o poder está em suas mãos) para atender suas próprias necessidades, ou fazer uso da permissividade, quando delegam o poder nas mãos dos filhos para fazerem o que desejarem...


O mais importante neste tipo de relacionamento é uma resolução conjunta; buscar juntos e criar soluções conciliatórias para que todos sejam bem atendidos (onde as minhas necessidades são tão importantes quanto as suas). O maior papel dos pais consiste em apoiar, compreender e dialogar sempre com seus filhos!!!

sábado, 8 de janeiro de 2011

A trave e o argueiro

Buscando sempre nas palavras de Jesus ensinamentos úteis para as nossas vidas, lembramos de um caso singular. 

Ao final do dia o trabalhador dialogava com a esposa, sobre diversos temas, quando enveredou pela crítica aos colegas de trabalho que, segundo ele, praticavam erros abomináveis. 
Lamentava-se dizendo que não aguentava mais aquele pessoal da empresa. 
A esposa que ouvia atenta, perguntou-lhe: 
O que foi desta vez? 
Ao ouvir estas palavras ficou preocupado, pois teve a impressão de reincidência no mau hábito de criticar. 
Todavia continuou: Sabe o que é? Lá na seção existe uma cadeira vazia que serve para o usuário se sentar quando vem falar conosco. 
Pois bem, quando eles se retiram, não colocam a cadeira de volta no lugar de origem, o que já é um desrespeito. 
E mais: os colegas não movem uma palha para colocá-la no lugar correto. Eu é que faço isso sempre, já que a cadeira fora do lugar atrapalha o trânsito. 
A esposa, que até então ouvia sem dizer uma palavra, comentou: É engraçado! 
O quê? Indagou o esposo curioso. 
É engraçado tudo isto que você disse. 
Por quê? 
Você comenta sobre os colegas que não colocam uma cadeira no lugar, desrespeitando o ambiente de trabalho, quando você faz o mesmo dentro de sua própria casa. 
Como assim? Perguntou com o coração em sobressalto, pela surpreendente revelação. 
Você termina de almoçar, ou jantar, levanta-se, a cadeira vai parar distante da mesa, quase no meio da sala. 
Seus filhos e eu observamos seu caminhar satisfeito até o sofá, atirando o corpo saciado nele, voltando em seguida o olhar sonolento para a televisão ou o jornal. 
Enquanto isso, eu recolho os talheres e, ao final, recoloco a cadeira no lugar, antes que você mesmo tropece e reclame por ela estar fora de sua posição original. 
Eu faço isso? Indagou assustado. 
Há oito anos, respondeu a esposa. 
Esse era o tempo que viviam juntos. 
* * * 
Jesus, em Sua sabedoria questiona: 
Por que olhas para o cisco que está no olho de teu irmão e não notas a trave no teu olho? 
Assim procedemos muitos de nós. Reprovamos os defeitos dos outros e esquecemos de dar uma olhada no nosso modo de ser. 
Criticamos nos outros o que costumamos fazer habitualmente, sem nos darmos conta. 
Jesus, após o questionamento, recomenda: 
Tira primeiro a trave do teu olho, e então verás para tirar o cisco do olho do teu irmão. 
* * * 
Antes de levantar a voz para criticar quem quer que seja, voltemos o olhar para nossa própria situação. 
Observemo-nos constantemente para não cairmos no mesmo equívoco do esposo que deixava a cadeira fora do lugar e criticava esse comportamento nos colegas. 
Como podemos perceber, os ensinamentos de Jesus são sempre oportunos e atuais, basta que saibamos entendê-los. 
Pensemos nisso!

Redação do Momento Espírita. Disponível no CD Momento Espírita, v. 3, ed. Fep.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O poder da fé


A falta de fé e compromisso com nosso poder superior pode ser a cuasa dos males da sociedade atual.

"Viver pela fé é uma questão de vida e é para todos!"
 A simples fé implica uma disposição de alma para confiar noutra pessoa. Difere de credulidade, porque aquilo em que a  fé tem confiança é verdadeiro de fato, e, ainda que muitas vezes transcenda a nossa razão, não lhe é contrário. A credulidade, porém,  alimenta-se de coisas imaginárias, e é cultivada pela simples imaginação. A fé difere da crença porque é uma confiança do coração e não apenas uma aquiescência intelectual. A fé religiosa é uma confiança tão forte em determinada pessoa ou princípio estabelecido, que produz influência na atividade mental e espiritual dos homens, devendo, normalmente, dirigir a sua vida. A fé é uma atitude, e deve ser um impulso.
 A fé cristã é uma completa confiança em Cristo, pela qual se realiza a união com o Seu Espírito, havendo a vontade de viver a vida que Ele aprovaria. Não é uma aceitação cega e desarrazoada, mas um sentimento baseado nos fatos da Sua vida, da Sua obra, do Seu Poder e da Sua Palavra. A revelação é necessariamente uma antecipação da fé. A fé é descrita como "uma simples mas profunda confiança Naquele que de tal modo falou e viveu na luz, que instintivamente os Seus verdadeiros adoradores obedecem à Sua vontade, estando mesmo às escuras". A mais simples definição de fé é uma confiança que nasce do coração.
A seguir, veja uma exposição de inúmeros textos bíblicos que abordam esta “condição de vida”, devemos meditar neles e praticá-los.


A Bíblia diz sobre a fé:
Lc 17.5; Rm 10.17; 14.23; Gl 5.6; Hb 11.1; Tg 2.17; 1Jo 5.4; Mc 11.22; 1Jo 3.23
 A nossa fé deve ser direcionada a:
-       Deus Jo 14.1
-       Jesus Cristo Jo 6.29; At 20.21
-       Palavras de Moisés Jo 5.46; At 24.14
-       Palavras dos Profetas 2Cr 20.20; At 26.27
-       O Evangelho Mc 1.15
-       Promessas de Deus Rm 4.21 e Hb 11.13
 A fé  que cultivamos no Senhor Jesus Cristo e:
-       Dom de Deus Rm 12.3; Ef 2.8; 6.23; Fp 1.29
-       Obra de Deus At 11.21; 1Co 2.5
-       Preciosa 2Pe 1.1
-       Santíssima Jd 20
-       Frutífera 1Ts 1.3
-       Acompanhada de Arrependimento Mc 1.15; Lc 24,47
-       Seguida pela conversão At 11.21
-       Cristo, autor e consumador Hb 12.2
-       É um dom do Espírito Santo 1Co 12.9
 A fé é o meio para a:
-       Remissão de Pecados At 10.43; Rm 3.25
-       Justificação At 13.39; Rm 3.21,28,30; 5.1; Gl 2.16
-       Salvação Mc 16.166; At 16.31
-       Santificação At 15.9; 26.18
-       Luz espiritual Jo 12.36,46
-       Vida espiritual Jo 20.31; Gl 2.20
-       Vida eterna Jo 3.15,16; 6.40,47
-       Descanso no céu Hb 4.3
-       Edificação espiritual 1Tm 1.4; Jd 20
-       Preservação 1Pe 1.5
-       Adoção Jo 1.12; Gl 3.26
-       Acesso a Deus Rm 5.2; Ef 3.12
-       Herança das promessas divinas Gl 3.22; Hb 6.12
-       Dom do Espírito Santo At 11.15-17; Gl 3.14; Ef 1.13
-       Possibilidade de agradar a Deus Hb 11.6
-       Justificação Rm 4.16
-       Aceitação do evangelho Hb 4.2
-       Forças para lutar contra as trevas 1Tm 1.18,19; 6.12
-       A eficácia do evangelho na vida do homem 1Ts 2.13
-       Necessidade da justificação Rm 10.3,4
-       Humildade Rm 3.27
-       Amor Gl 5.6; 1Tm 1.5; Fl 5
 A fé na vida do homem produz:
-       Esperança Rm 5.2
-       Alegria At 16.34; 1Pe 1.8
-       Paz Rm 15.13
-       Audácia na pregação Sl 116.10 e 2Co 4.13
-       Amor a Cristo 1Pe 2.7
-       Lugar para Cristo na vida Ef  3.17
-       Oração verdadeira Mt 21.22; Tg 1.6
-       Sinal claro de novo nascimento 1Jo 5.1
-       O homem sem Cristo não a possui Jo 10.26,27
 A fé agindo na vida dos Filhos de Deus deve levá-los a:
-       Ser sinceros  1Tm 1.5; 2Tm 1.5
-       Abundar, fartos  2Co  8.7
-       Continuar firmes  At 14.22; Cl 1.23; 1Co 16.13-       Ser fortes  Rm 4.20-24
-       Sustentá-la conscientemente 1Tm 1.19
-       Orar pelo seu crescimento Lc 17.5
-       Ter plena certeza 2Tm 1.12; Hb 10.22
-       Mostrá-la através dos frutos Tg 2.17,20-26
-       Examinar-se e vê se estão na fé 2Co 13.5
-       Vencer as lutas e dificuldades Mt 17.20; 21.21; Mc 9.23
-       Ser conscientes, o que não é de fé, é pecado Rm 14.23
-       Freqüentemente terá a fé testada 1Pe 1.6,7; Tg 1.3
 A Fé é uma imposição de Deus na existência dos servos e:
-       Garante vitórias 2Cr 20.20; Mc 11.22; Lc 8.50
-       Fundamental na vida Jo 6.28,29; 20.27
-       Protege-nos Ef 6.16;  1Ts 5.8; 1Tm 1.19; 6.12; Hb 1022
-       Indispensável na vida cristã Hb 11.6
-       Indispensável na oração Tg 1.5,6
-       Unificada ao amor 1Jo 3.23
A Fé justifica o homem Hc 2.4; Rm 4.3; 5.1; Gl 3.6; Fp 3.9
A Fé produz bênçãos Mt 8.13; 9.29,30; 17.20; Mc 9.23
A Fé em Cristo, dá-nos a salvação Jo 3.15; 3.36; 5.24; 11.25; 12.46; 20.31; Rm 10.9
Exemplos de homens que venceram na fé:
-      Abraão Gn 22.8
-      Calebe Js 14.12
-      Jônatas 1Sm 14.6
-      Davi 1Sm 17.37
-      Josafá 2Cr 20.12
-      Jó Jó 19.25
-      Paulo At 27.25
-      Elias, Jessé, Helenaldo, Pedro e muitos outros!
Que a nossa vida, seja segundo a vontade de Deus e cheia do dom da FÉ para continuarmos na caminhada com Deus.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Caridade para com nossos inimigos...


Inimigo. A palavra traz uma carga negativa impressionante! O inimigo é alguém que desperta em nós os sentimentos mais primitivos: medo, ódio, desejo de vingança. 

Diante de um inimigo, as mãos ficam geladas, o coração bate forte, o sangue pulsa nas têmporas. E a pergunta surge: Como agir? O que fazer? 

A resposta a essa pergunta foi dada pelo Cristo: Ama o inimigo, ora pelos que te perseguem. 

Mas, nós, que somos pessoas comuns, costumamos reagir a esse conselho de Jesus. 

E nos perguntamos: Amar o inimigo? Fazer o bem a quem nos feriu e maltratou? 

E, em geral, concluímos: Impossível. Para nós, a expressão Amar o inimigo parece uma utopia. 

Em alguns casos, até somos irônicos: Esse ensinamento de Jesus não é para nós. Ainda somos muito imperfeitos. 

O que acontece é que não entendemos corretamente o significado da palavra amar, quando se aplica ao inimigo. 

Jesus era um sábio. Ele conhecia profundamente a alma humana. Você acha que Ele iria sugerir algo que não seríamos capazes de fazer? 

Claro que não! Todas as sugestões de Jesus são perfeitamente possíveis. Por isso vamos examinar melhor essa questão do amor ao inimigo? 

A primeira coisa é entender o que significa a expressão Amar o inimigo. 

Com essas palavras, Jesus apenas nos convida a perdoar quem nos fez mal. Ou, no mínimo, apela para que não busquemos a vingança. 

Parece difícil? Nem tanto. Vamos falar de forma prática. 

Se alguém tem um inimigo, em geral, qual é a atitude que adota? 

A maioria das pessoas mantém o inimigo permanentemente em seus pensamentos. Não consegue pensar em nada, além da pessoa odiada. 

E assim a vida segue. Quem odeia mantém-se escravo do inimigo. 

Faz as refeições, dorme, acorda, trabalha e vive constantemente em meio a esse sentimento de rancor, alimentando desejos de vingança. 

Parece ruim? Pois é exatamente o que fazemos: deixamos o inimigo comandar a nossa vida. Tornamo-nos escravos daqueles que odiamos. 

Por isso a sabedoria da proposta de Jesus, que é a libertação dos laços que nos prendem aos inimigos. 

Perdoar é mais fácil. Deixa a alma mais leve, o corpo mais saudável, as emoções sob controle. 

Quando o Cristo pronunciou a expressão Amar o inimigo, na verdade, ofereceu um caminho de equilíbrio e de serenidade. 

É claro que o Cristo não espera que tenhamos pelos inimigos o mesmo amor que dedicamos à família e aos amigos. 

Jesus quer apenas que afastemos de nosso coração a mágoa, a infelicidade, o ódio e o desejo de vingança. 

Por isso ele aconselhava: Orem pelos que vos ofendem. 

E nessas preces, pedi a Deus que vos dê forças para superar a ofensa vivida. 

Pedi também a Deus que vos ofereça oportunidade de ser útil àquele que vos feriu. 

Se essa oportunidade surgir, não deixemos passar a chance de sermos úteis e bons. Gestos desse tipo fazem nascer na alma o sentimento de superação, de etapa vencida. 

É um momento único, encantador. 

Pensemos nisso!






Redação momento Espírita!