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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

DROGAS: coragem e luta








A cada dia que passa somos bombardeados por notícias sobre o aumento do número de jovens, que buscam no álcool, nas drogas um estilo de vida que não coaduna com aquilo que se espera dos mesmos como cidadãos atuantes e sujeitos transformadores e, em transformação.

Famílias inteiras são arroladas nesse processo tornando-se co-dependentes que enfrentam os problemas tendo a dor como companhia, ao passo que o dependente tem o prazer, mesmo que momentâneo e passageiro como companhia.

Que políticas públicas temos para de forma eficaz ajudar aqueles que se encontram marginalizados e excluídos por uma sociedade que permite, incentiva o uso do álcool, mas discrimina o dependente químico.

Todos eles são colocados em um mesmo saco. Todos são os maconheiros, sem vergonhas, ladrões perigosos.

É importante saber que cada caso é um caso. Temos adictos violentos, perigosos e dóceis que só fazem mal a eles mesmos e não representam um perigo social, mas mesmo assim são responsáveis pelo aumento do tráfico e da violência que assola a nossa sociedade.

Os pais tem de entender a sua responsabilidade no cuidado da vida do filho, prepará-lo sempre de uma maneira saudável, lançar bases sólidas que por mais que ele se violente ela permanecerá sustentando sua essência.

O que nós somos, o seremos para sempre, o que temos passará.

Mas para que isso passe é preciso ajuda tanto para a família como para o dependente químico, na verdade um doente, que tem no seu corpo uma glândula, a P 450, que não processa a toxina ingerida no corpo de forma satisfatória.

A dependência química, a adicção é para sempre, o que é preciso entender é que ela pode ser controlada.

Fácil? Não. Uma luta árdua todos os momentos contra a fissura que engole o bom senso, a razão.

O termo já diz tudo: dependente...

Mas não somos todos nós dependentes do alimento, do consumo desenfreado, do cartão de crédito, de falsas alegrias e de depressões, carências e desejos sejam eles positivos ou negativos?

Só não somos marginalizados, pois somos parte essencial desse mundo capitalista onde o ter supera o ser.

Precisamos unirmos, nós pais, famílias para ajudarmos os nossos filhos, talentos que Deus nos confiou para que cuidassemos com amor e responsabilidade.

Temos de contar com nós mesmos, nao esperar que políticas públicas surjam para resolver um problema que já tomou proporçoes que estão fora de controle.

Se cada um fizer a sua parte, por menor que seja o ato é um gesto que pode a longo prazo minimizar as dores que atinge não só as famílias, mas também o dependente que sofre diante da escolha que um dia fez e que espera que um dia possa dizer: Só por hoje estou limpo e venci mais um dia.




Um comentário:

Humberto de Souza disse...

Professora.
´Nosso amigo bloqueiro Josefonte, postou " a maconha faz bem, mitos e verdades" Perguntas que só um louco poderia dizer que é mito.
Isso não é nada o que vi e presencie. No programa da Eliana no canal 7 (hoje), um cantorzinho fazia homenagem ao Cantor
Bezerra da Silva., cantando uma musica "Vou apertar mais não vou acender agora" E meu neto fazia côro junto com o cantorzinho. Uma apoligia as drogas. Na verdade o que existe é um monte de hipócrita,
fazendo cair por terra tôdo seu conceitos e ensinamentos.. é uma pena! quer mais!!!
um abraço