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quarta-feira, 2 de março de 2011

Fábulas na sala de aula

Fez muito bem! – berrou Emília. – isso de coleira o diabo queira...
Narizinho bateu palmas.
- E não é que ela fez um versinho, vovó? “ Isso de coleira o diabo queira...” Bonito hein? ...
- Bonito e certo – continuou Emília. – Eu sou como esse lobo. Ninguém me segura. Ninguém me bota coleira. Ninguém me governa. Ninguém me...
- chega de “mes”, Emília. Vovó está com cara de querer falar sobre a liberdade.
- Talvez não seja preciso, minha filha. Vocês sabem tão bem o que é liberdade que nunca me lembro de falar disso.
- nada mais certo, vovó! – gritou Pedrinho. – Esse seu sítio é o suco da liberdade; e se eu fosse refazer a natureza. Igualava o mundo a isto aqui. Vida boa, vida certa, só no Pica-pau Amarelo.
- Pois o segredo, meu filho é um só. Aqui não há coleiras. A grande desgraça do mundo é a coleira. E com  há coleiras pelo mundo.

Observe as palavras a seguir extraídas do texto:
Bateu – continuou –
Por que estas palavras estão escritas com u no final?
Se você precisasse procurar o significado destas palavras no dicionário, quais seriam os verbetes destas palavras?

No texto, Dona Benta finaliza a conversa sobre a fábula do Cão e o lobo, dizendo que “a grande desgraça do mundo é a coleira”.

A palavra coleira é um substantivo. Este substantivo é concreto ou abstrato? Por quê?


Imagine que você tenha que enviar para um blog ou jornal  a sua opinião sobre a Liberdade. Utilize  as duas versões das fábulas O cão e o lobo  e as opiniões dos personagens do Sítio e  escreva sobre o assunto. Exponha o que você pensa..

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