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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O halloween não faz parte de nossa cultura.



Embora, seja muito interessante conhecer a cultura de outros países, o halloween não faz parte de nossa cultura.
Percebemos, que ano a ano, as escolas de língua inglesa (e as escolas particulares) tentam "trazer" e "comemorar" nas terras brasileiras, algo que não condiz com nossos costumes.

 Existe um grupo que combate esse aculturamento colonialista,  então, intituiram   o dia do saci pererê. 
Personagem muito mais divertido e interessante que o culto a personagens horrendos e maléficos dos paises que comemoram o hallowen.

Fonte wikipédia
O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxônicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações dos antigos povos.
 A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase "Gostosuras ou travessuras", exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. 
Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. 
Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão (samhain significa literalmente "fim do verão"). 

 Origem Pagã 
A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo.

 Origem Católica 
Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar "Todos os Mártires". Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV ( 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (Panteão) num templo cristão e o dedicou a "Todos os Santos", a todos os que nos precederam na fé. 
No ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente pelos católicos.

terça-feira, 19 de junho de 2012

JOGOS E BRINCADEIRAS PARA A CRECHE







Urso Dorminhoco


Desenha-se um quadrado no chão e marcam-se os cantos. Em cada canto coloca-se um grupo de crianças, com pelo menos quatro elementos. Cada canto constitui-se como o refúgio desse grupo. Cada grupo tem um nome (coelhos, gatos, patos, etc.). No centro do terreno está deitado o urso dorminhoco. A um sinal do professor, o jogo começa com as crianças dos diferentes grupos a saírem dos seus refúgios e a correrem livremente no espaço. A um segundo sinal, o urso dorminhoco levanta-se e persegue as outras crianças, tentando tocar-lhes fora dos seus refúgios. As crianças vão entrando e saindo dos seus refúgios. Ganha o grupo que, ao fim de certo tempo, tenha menos elementos caçados.


Macaquinho Chinês

Jogam oito ou mais crianças, num espaço que tenha parede ou muro, embora estes possam ser substituídos por um risco desenhado no chão. Uma criança, o “macaquinho chinês, posiciona-se junto ao muro, virada para a parede, e de costas para as outras, que estão colocadas lado a lado, a cerca de dez metros ou mais. O macaquinho chinês bate com as mãos na parede dizendo: “Um, dois, três, macaquinho chinês”. Enquanto este diz a frase, os outros avançam na direção da parede. Mal o macaquinho chinês termina a frase volta-se imediatamente para os outros, tentando ver alguém a mexer-se. Quem for visto a mexer-se volta para trás até à linha de partida. Assim, as crianças só podem avançar quando o macaquinho chinês diz a frase, pois ele pode fingir voltar-se para a parede e olhar para trás, a ver se apanha alguém a mexer-se.
A primeira criança que chegar à parede será o próximo macaquinho chinês.
Noutra variante, quando o macaquinho chinês se vira para as outras crianças e estas se encontram estáticas, faz cócegas a duas delas (escolhidas ao acaso), tentando que estas se mexam e obrigando-as assim, a regressarem para a linha de partida.


O Lencinho Vai na Mão


Mais de seis crianças colocam-se em roda, com as mãos atrás das costas. Uma outra criança, escolhida anteriormente, corre à volta e por fora da roda feita pelos colegas com um lenço na mão. O centro da roda é o local de castigo: o choco. Ninguém na roda pode olhar para trás, podendo apenas espreitar por entre as suas pernas quando o jogador com o lenço passa. Quando a criança que tem o lenço entender, deixa-o cair discretamente atrás de um dos companheiros da roda e continua a correr. Se, entretanto, o colega da roda descobrir que o lenço está caído atrás de si apanha-o e tenta agarrar o outro que, continuando a correr, tenta alcançar o lugar que foi deixado vago na roda pelo primeiro. Se não o conseguir agarrar, continua o jogo, correndo à volta da roda e indo deixar o lenço atrás de outro. Se o conseguir agarrar, o que corria de lenço na mão vai de castigo para o choco, sendo a “pata choca”. No choco, tem de estar de cócoras. Pode acontecer que a criança da roda não repare que o lenço caiu atrás de si. Se assim acontecer, a que corre, depois de dar uma volta completa à roda, alcança o lenço no local onde o deixou cair. Neste caso, passa o primeiro para o choco tornando-se a “pata choca”. A criança que corria com o lenço na mão continua, deixando cair o lenço atrás de outro.
Aquele que avisar outro que o lenço está atrás de si vai igualmente para o choco. Um jogador só se livra do choco quando um outro jogador para lá vai (no choco só pode estar uma “pata choca”). Também se livra do choco se conseguir apanhar o lenço caído atrás de alguém. Neste caso, esse alguém vai para o choco. Embora seja mais difícil de acontecer, quem corre com o lenço na mão pode deixá-lo cair dentro da roda, atrás da “pata choca”. Esta deve apanhar o lenço, como qualquer criança da roda e perseguir o outro, saindo pelo buraco por onde foi atirado o lenço. Se apanhar o corredor, passa este para o choco. Se não o apanhar, continua o jogo com o lenço na mão, entrando o outro na roda. Se o corredor der uma volta inteira antes da “pata choca” ter apanhado o lenço, esta passa a dupla “pata choca” e deve levantar um braço. Se passar a tripla, deve levantar os dois braços e se passar a quádrupla, levanta os dois braços e uma perna. Este último caso é muito difícil de acontecer


Gavião

Escolhem-se uma criança, o gavião, que tem a função de caçar as outras. Estas fogem do gavião, num espaço previamente definido. O gavião corre atrás dos outros e aqueles a quem conseguir tocar vão dando a mão entre si, formando uma cadeia. Quem for tocado, fica sempre o último elo desta cadeia. No outro extremo está o gavião. Apenas os elementos das pontas da cadeia podem caçar e só se a cadeia estiver unida. Não poderá caçar ninguém se partir, o que é vulgar acontecer. Por outro lado, quem sair do terreno de jogo passa automaticamente para a cadeia. A última criança a ser tocada é considerada vencedora. Numa outra variante podem existir dois gaviões, competindo entre si para ver quem caça mais crianças.




Jogo do Mata


Desenha-se no solo um retângulo, num espaço plano e divide-se em dois meios campos iguais. Cada equipa, com pelo menos cinco crianças, vai para o seu meio campo. Um elemento de cada equipa, o piolho, é colocado num corredor, junto à linha final oposta ao seu campo. Depois de sorteada a equipa que começa o jogo, o piolho lança uma bola (pequena, tipo ténis) para o seu meio campo. Se alguma criança a apanhar, devolve-a ao seu piolho. O objectivo é fazer três passes seguidos. Enquanto isso, os adversários tentam apanhar a bola. Se conseguir fazer os três passes seguidos sem deixar cair a bola, essa equipa passa a ter o direito de ”matar” os adversários, acertando-lhes com a mesma. Pode acertar-lhes a partir do seu piolho ou do seu meio campo. Se deixar cair a bola no chão, depois de já ter feito três passes seguidos, basta fazer um passe entre o piolho e a sua equipa, para ter de novo o direito de” matar”. Entretanto, os adversários tentam apanhar a bola para também adquirirem o direito de matar, fazendo três passes seguidos entre o piolho e os seus companheiros de equipa. Cada vez que uma criança é atingida, vai para o corredor oposto ao seu meio campo, fazendo companhia ao seu piolho. Perde a equipa que primeiro ficar sem crianças no seu meio campo. Se ao ser atingida, a criança apanhar a bola sem a deixar cair no chão, passa para a sua equipa a contagem adversária. Se esta equipa já tiver feito os três passes, tem o direito de “matar” automaticamente.


Os nomes


Idade: a partir de 4 meses.
Objetivos: reconhecer o próprio nome

Desenvolvimento da atividade
1. Cante músicas na qual possa colocar os nomes das crianças, como: “Se Eu Fosse um Peixinho”, “A Canoa Virou”, “Ciranda, Cirandinha”


2. Procure chegar perto da criança cujo nome está sendo cantado;
3. Bata palmas e faça gestos enquanto canta.


Barbante do barulho

Idade: a partir de 1 ano
Objetivo: desenvolver a coordenação e a audição Material: pote de plástico com tampa, barbante, sementes (arroz, feijão), fita adesiva
Como fazer o brinquedo:
1. coloque sementes no pote de plástico e cole a tampa e passe fita adesiva para reforçar;
2. Amarre um barbante no pote, deixando um cordão de uns 60 cm.

Desenvolvimento da atividade
1. A criança deverá enrolar o barbante no pote plástico, conforme enrola escutará o barulho das sementes.
Observação: para a essa atividade indicamos a música Enrola Bola de Rubinho do Vale


Meu caminho colorido


Idade: a partir de 1 ano
Objetivos: explorar sensações e materiais; registro gráfico
Material: papel pardo e sagu no sabor uva ou morango

Pinte com o sagu os pés das crianças para que elas a imprimam sobre o papel. As crianças iram imprimir os pés enquanto caminham sobre o papel.



Na trilha sonora


Idade: a partir de 5 meses
Material: aparelho de som e cds com musicas variadas
Objetivo: Estimular a audição musical
1. Coloque músicas variadas: infantil, clássica, sertaneja, pop...
2. Em cada música faça um movimento para crianças, batendo palmas, levantando os braços, mexendo a cabeça, cantando.




Caixas sortidas


Idade: a partir de 6 meses
Objetivos: desenvolver os sentidos e noção de tamanho e peso.
Materiais: papelão, caixa de leite, tesoura, fita crepe e papéis coloridos . As caixas poderão ser montadas de papelão, ou com caixas de leite com fita crepes nas laterais e encapadas com papéis coloridos.
Desenvolvimento:
1. A criança deverá colocar uma caixa dentro da outra, e enquanto levanta uma caixa, ou carrega as caixas, terá noção de peso e de tamanho. 2 a 4 anos de idade A criança de 2 a 4 anos de idade mesmo não conseguindo efetuar operações, já usa a inteligência e o pensamento. Ela é capaz de representar as suas vivências e a sua realidade, através de diferentes significantes: o jogo, o desenho, a linguagem, imagem e pensamento.




Eu na história


Idade: a partir de 2 anos
Objetivo: identificação da imagem- do eu e das expressões faciais, despertar para o prazer em ouvir histórias, desenvolver a linguagem oral, a imaginação e a criatividade.
Materiais: EVAs coloridos, tesoura, cola, papel laminado em forma de círculos, caneta retroprojetor.
Preparando a atividade: Faça um livro de EVA com animais e uma criança, será um passeio no zoológico, em cada página terá um animal e uma criança, no rosto da figura da criança será colado o papel laminado, representando um espelho. Desenvolvimento da atividade
1. A professora contará uma história, o passeio no Zoológico. E a criança olhará para a figura da criança que tem no livro, e essa figura tem um espelho de papel laminado, assim verá a própria imagem. Poderá cantar: ......foi passea no zoológico iaiaô, e lá viu ........ iaiaiô. O/A fez..............iaiaiô.
2. Conforme conta a história a professora dirá que a criança da história ficou feliz com o passeio, assustada quando viu o leão, espantada quando viu o pato. Dessa forma, a criança deverá fazer as caretas no espelho.
3. A professora também perguntará o que a criança disse quando viu o animal, ou que barulho o animal fez para ela, assim trabalhará a linguagem e os sons.


Dirigindo


Idade: a partir de 3 anos
Objetivos: desenvolver a criatividade, esquema de comunicação verbal e não verbal, exercitar movimentos finos e comuns para expressar uma idéia, trabalhar meios de transporte.
Material: figuras de meio de transporte, fita adesiva. A professora colocará com fita adesiva figuras uma figura de um meio de transporte em cada criança;
1. As crianças deverão fazer que estão dirigindo o meio de transporte que recebeu, fazendo também o som.
2. A professora tirará as figuras das crianças e fará uma grande roda da conversa;
3. Na grande roda a professora perguntará : “Que meios de transporte foram imitados? “Quem lembra o meio de transporte do............ (indica uma criança)?”
4. Com crianças acima de 4 anos de idade, peça para formarem grupos: - mesmo meio de transporte; - um grupo que tenha todos os meios de transporte.



Controlando o grupo


Idade: a partir de 2 anos.
Objetivos: desenvolver a coordenação e interação com a turma
Material: aparelho de som e CD de música.
Desenvolvimento:
1. Formar duplas, trios;
2. Coloque uma música, como fundo musical.
3. As crianças andaram segurando no ombro do amigo, como num trenzinho
4. A primeira criança deverá conduzir os colegas, andando em círculos, de ré, em ziguezague.
5. As crianças trocaram de lugar e de grupo.



Seguindo a trilha

Idade: a partir de 2 anos
Objetivos: desenvolver a atenção e o controle motor
Material: folhas de jornal Prepare o material Faça na folhas de jornal círculos e triângulos grandes.
Desenvolvimento da atividade:
1. Coloque os círculos e triângulos no chão, como caminhos
2. Faça uma fila indiana única com as crianças;
3. As crianças deverão andar primeiro só pisando nos círculos, depois só pisando nos triângulos.



O corpo humano


Idade: a partir de 3 anos
Objetivos: conhecer o corpo humano
Material: giz
Prepare a atividade - Faça o desenho do corpo de cada criança no chão com giz;

Desenvolvimento:
1. Cada criança ficará dentro do seu desenho;
2. A professora dará as ordens: - Cabeça; - perna; - braço; - barriga; - joelho 3
E a criança ficará em cima da parte pedida.
Observação: Outra forma de trabalhar essa atividade é utilizar a música Cabeça, ombro, joelho e pé da Xuxa.




Jogo de linhas e colunas

Tem como base um tabuleiro com linhas verticais, horizontais e diagonais, onde os jogadores devem colocar desenhar ou mover suas peças. Os movimentos consistem basicamente na aproximação e no recuos estratégicos, com variações que incluem o ato de pular determinadas casas do tabuleiro. Nesse jogo, o avanço é diferente do que ocorre no de percurso, em que ele é determinado pela sorte, com o lançamento de dados. Aqui, é preciso desenvolver estratégias desde a primeira jogada para estabelecer uma dinâmica que leve à vitória.


■ Discuta com a turma, depois da partida, as melhores maneiras de movimentar as peças. É interessante também simular uma partida inacabada e questionar o grupo sobre quantas possibilidades existem para a última jogada que levará um dos oponentes a vencer.
■ Apresente outros jogos da mesma natureza e estimule os pequenos a identificar diferenças entre eles e usar estratégias já aprendidas.


Jogo da memória
As crianças desenvolvem estratégias de memorização neste divertido jogo de cartas. Em jogos de memória, os pequenos estabelecem relações entre imagens e posição no tabuleiro. Apresentamos aqui três tipos de baralhos (pegada de animais, formas geométricas ou contos de fada) e o desafio é organizar as cartas para, depois, conseguir localizar cada uma delas
Jogo cooperativo
Características
A ideia básica desse tipo de jogo é a união de todos os participantes contra um inimigo comum - o próprio tabuleiro -, que pode ser representado por um personagem do jogo. Geralmente, ele possui caráter simbólico - por exemplo, a missão de um grupo de príncipes de evitar que uma princesa seja capturada por uma bruxa malvada.

■ Ponha em debate, logo depois da partida, as decisões tomadas a respeito das jogadas executadas pelo grupo.


Jogo de alvos e obstáculos
Envolve a habilidade dos jogadores em acertar um alvo predeterminado para transpor obstáculos.

■ Estimule a observação e os comentários sobre as jogadas para que as estratégias e técnicas sejam socializadas e aperfeiçoadas por todos.
■ Amplie os desafios e complique os obstáculos à medida que a turma vai ficando craque nas técnicas.
■ Ensinar as estratégias. Não faz sentido encarar as dificuldades dos pequenos como um fracasso. Para que aprendam, exponha as regras e deixe que experimentem jogadas diversas.
■ Estimular uma única tática. Faz parte do jogo, observar os outros participantes para conhecer várias manobras.
■ Apontar uma tática como errada. Algumas manobras podem não ser boas. Porém a postura adequada é os próprios jogadores debaterem a questão.


Jogo de percurso
Também chamado de jogo de trilha, tem como objetivo chegar ao fim de um caminho, dividido em casas, de acordo com o que for tirado no dado.

■ Ajude a garotada a localizar o ponto de início e de término do tabuleiro.
■ Questione as crianças sobre a observação do jogo. Por exemplo: "Meu peão estava na casa 10 e tirei 5 no dado. Em que casa fui parar?"
■ Oferecer a modalidade só aos menores. O fato de o jogo de percurso não depender de estratégias, mas da sorte, não o torna menos enriquecedor.
■ Fazer as crianças atuarem como peões num tabuleiro desenhado no chão. É equivocado o conceito de que os pequenos aprendem só quando passam por uma experiência real.

Porta guardanapo de palito de picolé, passo a passo

Os palitos de sorvetes podem ser utilizados para diversos tipos de artesanato, principalmente em oficinas infantil, ou até mesmo para quem gosta de criar e desenvolver trabalhos manuais. Aprenda a fazer um porta guardanapo de palito de picolé com a ajuda desse artigo.

Para começar o seu porta guardanapo será preciso selecionar alguns materiais, como palitos de sorvetes, cerca de 10 palitos, tesoura ou estilete, cola de madeira ou qualquer outro tipo de cola da s Dois palitos precisará ser cortado ao meio, para fazer o suporte vertical do porta guardanapo. Coloque um palito na horizontal e cole as duas metades , em seguida cole mais um palito na horizontal, para montar as laterais. Para fazer o fundo é preciso apenas 3 ou 4 palitos rente um ao outro e depois colar as laterais no fundo e está pronto o seu porta guardanapo.

Como fazer porta guardanapo de palito de picolé



As dicas sobre como fazer um porta guardanapo assim como a imagem do porta guardanapo foram retirados do blog , por isso se você quer saber mais detalhes, entre agora mesmo no Blog e veja o passo a passo completo .

domingo, 3 de junho de 2012

Projeto Cultural - Um Olhar Negro - (O projeto trata da importância e valorização da cultura negra dentro da escola.



Tratar da importância e valorização da cultura negra dentro da escola, criando espaços para manifestações artísticas que proporcionem reflexão crítica da realidade e afirmação positiva dos valores culturais negros pertencentes a nossa sociedade é o que propõe o projeto Um olhar negro, da escola baiana Fred Gedeon.

Um olhar negro

Na escola, valores sociais e morais são reforçados e também é nela que muitos preconceitos são perpetuados de forma quase imperceptível. Portanto é também na escola que se deve propiciar a reflexão crítica sobre esses valores.

A escola sempre pintou a África pobre, sem histórias próprias, com uma população subalterna, sem-cultura e escravizada. Precisamos urgentemente reverter esse quadro. E esse projeto pedagógico surge para tentar tirar do anonimato a verdadeira história da África e de seu povo, bem como abrir um leque de discussões em torno da diversidade cultural existente em nosso país, a fim de que essa diversidade seja respeitada e valorizada.

Assim, dentro da proposta de trabalhar na escola a valorização da cultura afro-brasileira, professores e alunos do Ensino Médio da Escola Estadual Fred Gedeon, de Floresta Azul, na Bahia, envolveram-se na realização de um projeto que busca promover um espaço cultural para trabalhar expressões da arte e cultura negra, desenvolvendo atividades variadas que são abordadas:
- A Capoeira e sua importância - através de demonstrações coreográficas de grupos locais;
- A musicalidade de contextualização negra - com a participação de cantores amadores da escola e do município, com repertório de raízes;
- As coreografias fundamentadas nas raízes negras - com a participação de grupos locais;
- A teatralidade interpretativa de textos da cultura africana - monólogos, poesias etc.
- A beleza negra - com a realização de um desfile para escolha da Beleza Negra do município.

A elaboração e desenvolvimento desse projeto de arte e cultura negra visam a atender dois pré-requisitos básicos: o exercício da cidadania e vivência dos valores através da apropriação da arte e da cultura, como ferramentas necessárias para estar num mundo formado por sociedades que usam o preconceito como instrumento das esferas de diferenças sociais e, ainda, o resgate da herança africana, cuja história fora esquecida e ignorada ao longo do tempo.

O projeto tem por objetivo favorecer o desenvolvimento da expressão corporal, oral e cultural dos alunos, através de momentos de interpretação (monólogos), coreografias, músicas, Capoeira, poesias e a valorização estética negra, para a ampliação dos conhecimentos e formação de hábitos e atitudes fundamentais nos valores éticos. Propõe-se, ainda, dar a conhecer, através de demonstrações culturais e de atividades teatrais e de interpretação alguns aspectos importantes do contexto da escravidão negra, ressaltando os valores que impulsionaram e orientaram a sua vida e a formação de sua identidade. Com este conhecimento, vivenciar e valorizar a cultura negra através da música e da pintura como forma de identificação e resgate da auto-estima do aluno afro-descendente. Através de atividades artísticas, busca-se desenvolver ações transformadoras, projetando o respeito como prática fundamental e essencial para mudar as pessoas e, conseqüentemente, a sociedade.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

POR QUE OS JOVENS USAM DROGAS ?



POR QUE OS JOVENS USAM DROGAS ?

Muitos podem ser os motivos que levam um jovem para o mundo das drogas. Entre eles, a procura de um prazer que para o jovem representa o êxtase, a euforia. Muitas vezes é a fuga de uma realidade difícil de lidar à nível consciente. 
Como consciências psicológicas, há todo um transtorno comportamental e um prejuízo das atividades como: estudo, trabalho, convivência com as pessoas devido a mudanças de humor. Além do fato que o uso de drogas acarreta, com o tempo, danos às estruturas cerebrais. 
A família fica desesperada. Muitas vezes não sabem como lidar com o jovem e há atritos graves entre membros da família. Há uma forte perturbação emocional, o que necessitaria de um trabalho orientado de um profissional. A família teria que fazer um trabalho no sentido de se fortalecer do ponto de vista emocional para com isso poder ajudar a pessoa envolvida com drogas, e este precisaria de um acompanhamento psicológico com o objetivo de fortalecer a auto-estima e conseqüentemente se livras das drogas. 
Fica difícil dizer o que é certo e o que não é, quem é bandido e quem é mocinho, onde está o bem e o mal. Mas não dá para fugir da realidade. DROGA é uma coisa perigosa e muita gente se arrasa por causa dela. O assunto está ai: na TV, nos jornais, na rua, na escola, na casa do lado e, talvez, na sua. Finge que não é com você é um péssimo jeito de se prevenir. 
Considerando o tráfico, o número de crimes, problemas de saúde e todas as vidas que são arruinadas pela droga, dá uma imensa vontade de ser radicalmente contra elas. Mas nesses campo é muito difícil ser radical. A distância entre beber um copo de cerveja gelada num dia de calor e morrer de cirrose hepática é enorme. Tão grande quanto a que existe entre fumar maconha uma vez na vida e morrer de overdose. Seria inútil exterminar todas as substâncias que podem ser usadas como droga porque são muitas. E não esqueça que droga é sinônimo de remédio e a mesma coisa que mantém a vida de monte de pessoas pode deixar outras viciadas. Proibir não é a solução. Fingir que o problema não existe ou acontece apenas com os outros resolve muito menos. Diante desse impasse, não vá saindo como quem não tem nada com isso. Viciado não é só gente doida, barra pesada, marginal ou pavorosa Muita gente bonita, elegante e sincera como você acaba se viciando às vezes por brincadeira. As fronteiras entre o certo e o errado são invisíveis e, assim, ninguém sabe mostrar o comportamento ideal a ser adotado. O que se sabe é que as drogas são um risco enorme. 
73,9% dos estudantes de escolas públicas de 10 capitais brasileiras já exprementaram algum tipo de drogas.
76% dos portadores do vírus da AIDS entre 11 e 19 anos contraíram a doença por meio das drogas intravenosas. 
Já te ofereceram alguma droga? 33% dos entrevistados de 10 a 12 anos, 49% dos de 13 a 15 anos e 67% entre 16 e 18 anos responderam sim. 
"Comecei fumando uns baseadinhos em festas, tomando umas bebidinhas. Eu sempre achei que era forte para lidar com as drogas. Então eu alternava uma época careta, uma época chapado. Para tentar me enganar, eu tentava trocar a dependência por álcool mas não adiantava. Eu estava sofrendo. Eu estava fugindo de um problema que vinha desde a adolescência: admitir que a droga era mais forte que eu. Uma hora me dei conta que ou todo mundo se afasta de você ou você acaba numa overdose. Três amigos meus morreram, dois de overdose e outro que injetou na veia pó de mármore comprado como cocaína. Eu optei pela vida. Estou brigando com unhas e dentes. Eu queria que alguém tivesse me dito: não tenta nem experimentar. Eu achava que careta era otário. Mas não é nada disso: os malucos é que são otários." C. 34 anos. 
Por quê o adolescente se envolve com as drogas? Por quê um jovem de apenas 14 ou 15 anos começa a trilhar o caminho da toxicomania? 
Além dos motivos citados acima, há, no caso do uso de drogas, um fator muito importante que é a fuga da realidade. O jovem quando vira adolescente se decepciona, pois nada é como ele pensava, então decide entrar no mundo do tóxico. Viver no mundo real não lhe interessa mais. A irrealidade é seu universo, onde tudo é mais colorido e onde se acha respostas para todos os problemas. 
Inquéritos feitos entre jovens mostram que, em sua maioria, foram levados a primeira experiência com tóxicos por curiosidade. Ressaltam também o papel dos amigos que influenciam no consumo das drogas. 
"A informação que a televisão, os pais e os educadores passam é de que a droga mata, é uma coisa horrível, deixa dependente. Mas já o amigo do clube, da escola, do condomínio diz que não é nada disso, que é bom e dá segurança. Então o jovem fica curioso, com dúvidas, e resolve experimentar. No dia seguinte, ele vê que não morreu e nem ficou dependente e passa a acreditar no amigo, lógico. Aí mora o perigo... O jovem passa a procurar nas drogas aquilo que não existe. O uso constante poderá torná-lo doente, dependente de doses cada vez maiores e de drogas mais fortes. Isto pode levá-lo até ao suicídio. 
Parece que, hoje em dia, as pessoas não têm noção de que as drogas fazem mal e que não é bom usá-las. O jovem precisa de uma cervejinha para bater papo, fumar um "baseado" para ver um show... Ele está sem noção da cobrança que vai vir mais tarde, em função deste uso de drogas." - depoimento de Aurélio Santo Sé (CONEN) 
Tomar uma droga é um substituto para a satisfação que uma atividade bem sucedida traz. Uma visita a qualquer rua à noite, mostra rapidamente que a droga é freqüentemente o "prêmio consolação" para muitos jovens insatisfeitos. 




OS MOTIVOS E DIFERENÇAS DE CLASSE ENTRE OS JOVENS 
QUE PROCURAM AS DROGAS

Classe Média e Alta

Os jovens dessa classe entram no mundo das drogas por diversos motivos; seja por influencia de alguém, para ser aceito em um determinado grupo, por curiosidade, vontade de mostrar que é capaz de seguir seus caminhos, de querer experimentar todas as coisas da vida, altas emoções, revolta com os pais, para acabar com inibição, enfim, muitos motivos que os levam à droga. 
Muitos motivos levam a este beco quase sem saída. 

1. Influência de amigos que usam drogas é muito importante, pois, na adolescência, o grupo é muito importante e, querendo ou não, fazem coisas semelhantes para se identificarem.

2. Com as drogas as noites são mais divertidas, fogem a realidade e, assim começa a cumplicidade entre eles. 

Mesmo quando o jovem quer parar é muito difícil. Seu círculo de amizade está ligado à droga e para de usá-la é uma ameaça para essa "amizade". Logo é muito mais fácil continuar com a vida que parece perfeita do que recomeçar do zero e, o pior, sozinho. 
A droga da moda da classe média alta é o ecstasy, que dá sensação de prazer, torna o corpo leve, dá muita sede e disposição. É de mais difícil acesso para a classe média baixa ou pobre pelo seu elevado preço. 
A droga "quebra" as diferenças sociais, fazendo o rico subir o morro e se relacionar com pessoas de outro nível social, achando algo em comum entre eles. É o caso de meninas ricas com traficantes, de tanta gente da classe média alta nos bailes funks, pois com as drogas acham que todos têm algo em comum, só que muitas vezes é tarde demais para descobrir que os iguala é algo muito pior - a droga. 
Classe Pobre 
As crianças que moram em morro convivem com todos os tipos de drogas, pois é lá no morro que se concentra o tráfico. 
Os menores de rua desde cedo têm contato com várias drogas, e uma das mais usadas por eles é a cola de sapateiro, que inibe o apetite. Em qualquer esquina, podemos facilmente ver um ou vários meninos de rua, com uma latinha em sua mão, próxima ao seu nariz. 
Os jovens pobres também usam maconha, pois além de ser "aceita" socialmente, eles a comercializam desde cedo. 
Os pobres geralmente procuram drogas mais baratas. Quando começam a usar drogas mais caras, exemplo de cocaína e heroína, isso os leva para o mundo do crime, seja roubando ou ajudando os traficantes. 

FATORES QUE PROPENSA O ADOLESCENTE AO USO DAS DROGAS

1. sem adequadas informações sobre o efeito das drogas;


2. com saúde deficiente; 


3. insatisfeito com sua qualidade de vida; 


4. com personalidade deficientemente integrada; 


5. com fácil acesso às drogas.

Em contrapartida, o adolescente com menor possibilidade de utilizar drogas são aqueles: 

1. bem informado;

2. com boa saúde; 

3. com qualidade de vida satisfatória; 

4. bem integrado na família e na sociedade; 

5. com difícil acesso às drogas. 

MOTIVOS: O QUE LEVA O JOVEM A ADQUIRIR O VÍCIO. 

Drogas alteradoras de humor produzem modificações no cérebro que alteram seu funcionamento. Uma vez alterada a função do cérebro a pessoa experimenta mudanças físicas, emocionais e comportamentais. Substâncias psicoativas, portanto, têm o poder de alterar o pensamento, danificar a mente e o corpo e afetar o comportamento e os relacionamentos. 
Os novos conceitos sobre dependência química ensinam que não há drogas pesadas do ponto de vista do desenvolvimento da doença. Da nicotina ao álcool, passando por maconha, cocaína, crack e psicotrópicos, todas as drogas apresentam-se como poderosos condutores de dependência. 
Pesquisas recentes nos levam à compreensão dos motivos que levam algumas pessoas a desenvolver dependência. Sabe-se que uma parte da resposta se encontra na genética. Cada pessoa tem um constituição química e genética particular, isto pode afetar a maneira como uma droga age sobre o cérebro da pessoa. Talvez afete também a velocidade com que o cérebro estabelece seu nível químico depois que as drogas são tomadas. Da mesma forma que a constituição genética leva as pessoas a terem olhos azuis ou castanhos podem também levá-las a se tornarem dependentes. 
A personalidade do viciado apresenta características próprias, que a identificam como mal estruturada, imatura, inadapta ao meio em que vive, sempre na busca ávida por sensações, por algo que facilite a fuga da angústia permanente em que vive. 
Vive à espera de que se modifique sua vida atual, em virtude de sua incapacidade de levar sua existência.. Não consegue ver no presente, beleza e alegria, pelo empobrecimento de sua capacidade de sentir e de se comunicar. Luta para fugir da realidade dos fatos, para viver na fantasia de um mundo novo, em que não seja exigido tanto de si. 
As origens da toxicomania devem ser procuradas na fase oral do desenvolvimento. A intolerância à espera na satisfação do desejo, a importância da fixação, da regressão, etc. A avidez nas toxicomanias está relacionada com os estados maníaco-depressivos. 
Por avidez oral entendemos a carência de afetos e a forma insatisfatória de lidar com eles. Problemas no relacionamento social trazem atritos, inseguranças e a conseqüente busca compensatória através da adicção. 
Conseqüências: 
O egocentrismo, o desejo de gratificar o seu "eu" sempre egoísta, faz-lhe viver só e miserável. 
Na impossibilidade de dar, de realizar, de fazer, de proporcionar, destruir, agredir, violentar e aniquilar.
Exaspera-se e se lança contra o mundo, por não poder retirar dele as satisfações, o gozo, as delícias com que sonha, exigências de sua personalidade imatura, rudimentar. 
Não estando a serviço de sua função natural de satisfazer a uma necessidade imperiosa, as forças instintivas transformam-se em angústia, ansiedade e opressão. O próprio prazer sexual se altera e faz mudar a agressividade em sadismo, a carícia, a ternura, em tortura e a maldade para os com quem ele convive. 
No aspecto familiar o adicto luta contra a superioridade, o autoritarismo. Através de seus sintomas, o adicto comunica aos pais e irmãos que está lutando para ser o contrário do que eles são, mas, ao mesmo tempo, as características dessa sua luta evidenciam que diferença está exclusivamente no elemento usado e não no método, ou seja, a droga. 
Quando se comprova que em sua tentativa de se revolta e ser diferente do modelo familiar, acaba fazendo o que aprendeu de seus pais, a oposição destes, torna-se muito comprometida.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Frases para amar - Dia dos namorados -



Não ser amado é uma simples desventura. A verdadeira desgraça é não saber amar.
(Autor desconhecido)

Amar não é mais que morrer em si para renascer no outro.
(Autor desconhecido)

Omnia vincit amor - o amor vence tudo.
(Virgílio)

O amor não tem idade, está sempre a nascer.
(Blaise Pascal)

A medida do amor é não ter medida.
(Santo Agostinho)

Há apenas um remédio para o amor: amar ainda mais.
(David Thoreau)

O inferno é já não amarmos.
(Georges Bernanos)

Amar alguém é ser o único a ver um milagre invisível para outros.
(Mauriac)

O segredo para dar mais relevo às coisas mais humildes, mesmo às mais humilhantes, é amar.
(Josemaría Escrivá)

Quando o amor enche o coração, não deixa nele lugar para mais nada. Nem para o ódio, nem para o rancor, nem para o orgulho.
(José Mallorqui)

É quando nos esquecemos de nós mesmos que fazemos coisas que merecem ser recordadas.
(Autor desconhecido)

Um homem tem a idade da mulher a quem ama.
(Provérbio chinês)

O amor por uma pessoa deve incluir os corvos do seu telhado.
(Provérbio chinês)

Quem tiver dó de mim, não mo diga, mas venha e tenha dó.
(Sebastião da Gama)

O amor não deve ser apenas uma chama: deve ser também uma luz.
(Henry David Thoreau)

O amor não se conjuga no passado: ou se ama para sempre, ou nunca se amou verdadeiramente.
(Autor desconhecido)

A falta de amor é a maior de todas as pobrezas.
(Madre Teresa de Calcutá)

Suba alto; Suba longe. Seu objetivo é o céu; Seu alvo, as estrelas.
(Inscrição no Williams College)

Aquele que tentou e nada conseguiu é superior àquele que não tentou.
(Bud Wilkinson)

Evitar o perigo não é, a longo prazo, tão seguro quanto expor-se ao perigo. A vida é uma aventura ousada ou, então, não é nada.
(Helen Keller)

Arriscar-se é perder o pé por algum tempo. Não se arriscar é perder a vida. . .
(Soren Kiekegaard)

O medo do perigo é mil vezes pior do que o perigo real.
(Daniel Defoe - in Robison Crusoe)


Se não houver frutos, valeu a beleza das flores. . . Se não houver flores, valeu a sombra das folhas . . . Se não houver folhas, valeu a intenção da semente . . .
(Maurício Francisco Ceolin)

O ruído faz pouco bem, o bem faz pouco ruído.
(S. Francisco de Sales)

Os bons pensamentos produzem bons frutos, os maus pensamentos produzem maus frutos. . . e o homem é seu próprio jardineiro.
(James Allen)

Ó beleza! Onde está tua verdade?
(Shakespeare - Tróilo e Cressida)

Todas as maravilhas de que precisas estão dentro de ti.
(Sir Thomas Browne)

Quando procuraste a companhia de uma satisfação sensual... - depois, que solidão!
Por que debruçares-te a beber nos charcos dos gozos mundanos, se podes saciar a tua sede em águas que brotam para a vida eterna?
(S. Josemaría Escrivá)

Procurando o bem para os nossos semelhantes encontramos o nosso.
(Platão)

Sem o seu riso, um aposento cheio de gente tagarelando parece frio e vazio.
N. Naidoo

É fácil conquistar uma mulher a cada dia. O difícil é conquistar a mesma mulher todo dia!
(Autor desconhecido)

Construir o "Nós" - reflexão para o dia dos namorados




Já faz alguns anos! Mas ainda vêm-me à memória os olhos brilhantes de tantas alunas e alunos meus de 7ª e 8ª séries, quando, aproveitando a comemoração do Dia dos Namorados, abríamos parênteses na programação de Língua Portuguesa para conversar, por alguns instantes, sobre namoro. O nível de interesse pela aula tornava-se inigualável! Explica-se: tocávamos em aspectos fundamentais das suas vidas; falávamos do amor. Mais: das exigências do amor.

Aos poucos, através de alguns exemplos e comparações, ia-se delineando a finalidade do namoro: elaborar um projeto de vida que se inicia numa comunidade a dois. Fase de preparação, portanto, em que cada um aprofunda no conhecimento próprio e do outro, exercitando a capacidade de se tornar um ser humano melhor, para o bem do outro. Tarefa, aliás, altamente prazerosa, para a qual nunca falta motivação. Fazia-lhes ver que a reciprocidade dessa atitude, desse empenho em buscar as afinidades, compreender as diferenças e as limitações e colaborar na superação das dificuldades, é que constrói a confiança mútua. Confiança mútua: um simples olhar capaz de dizer pode contar comigo. Talvez seja a descoberta mais importante para o crescimento no amor, e que fundamentará, em boa medida, a decisão que se há de tomar com total liberdade. Coincidíamos, afinal, em que toda escolha pressupõe renúncia e, nesse caso especificamente, é necessário ter muito em conta tal pressuposto: o homem, tendo encontrado a sua mulher, renuncia a todas as outras, e a mulher, tendo encontrado o seu homem... idem! Perde-se então a liberdade? Não! Entrega-se a liberdade em razão de um fim; assume-se um compromisso de lealdade: Pode contar comigo! Jamais vi assomar em seus lábios qualquer sorriso de ironia ou descaso. Eram jovens, afinal, com plena capacidade de sonhar.


De fato, o afã de grandes realizações é marca peculiar da juventude e, a tal ponto a nutre e robustece que, com o passar dos anos, aquele que consegue conservar essas aspirações mantém-se jovem em espírito. O jovem tem sempre um ímpeto de superação que, quando devidamente incentivado, encorajado, torna-se a base da sua alegria, uma alegria que nada nem ninguém consegue arrancar porque está enraizada na disposição de enfrentar, por um ideal, todos os sacrifícios.


Formam-se, assim, os grandes atletas, os profissionais talentosos. Quando da morte de Ayrton Senna, ouvi os especialistas dizerem que ele tivera meio segundo para brecar, tempo insuficiente para levar o pé ao freio (Ah! os cálculos dos especialistas!!!). No entanto, revelou-se depois, através da "caixa-preta", que o brilhante piloto freou meio segundo na intensidade máxima antes de bater. Incríveis capacidades revelam-se quando o homem aplica-se a uma façanha ou é exposto ao inesperado. E mais ainda quando as duas circunstâncias coincidem...


Excluindo-se o estrelismo que acompanha os grandes feitos e "massageia o ego" dos que se exercitam, perguntamos: por que a natureza humana, tão rica de possibilidades em tantas situações, revela-se tantas vezes incompetente no que diz respeito à família? Por que tanta tacanhice, futilidade, leviandade, inconseqüência, irresponsabilidade... e derrotismo desde o ponto de partida, uma vez que já não é incomum que, desde o namoro, o pressuposto seja tentar, quem sabe dá certo!? Ora, no namoro se estabelecem e se aceitam as regras, ditadas não tanto por diferenças de temperamento, como pelo sentido de compromisso e responsabilidade que se tenha. E se as regras não são reciprocamente aceitáveis, é hora de romper. Decisão difícil, sem dúvida... Mas, quem sabe, ajude a amadurecer, a reavaliar... Afinal, é melhor romper o namoro para não romper depois o casamento, episódio muito mais traumático e de conseqüências muito mais sérias. Ou pretenderá alguém consolar-se, dizendo: Tentamos tudo; até casamos! ?


Se poucos chegam ao estrelato das pistas, aos recordes atléticos, enfim, às façanhas contempladas pela imprensa, basta sermos pessoas para nos defrontarmos com as exigências de agir com altruísmo, dignidade, grandeza interior... Na vida a dois, não apenas suportar as alfinetadas das pequenas contrariedades, mas aprender a observar, reconhecer e apreciar, antes de tudo, os aspectos favoráveis do outro, interpretar benevolamente as suas faltas, socorrê-lo nas suas necessidades materiais, emocionais, espirituais... Saber ultrapassar as barreiras interiores do egoísmo, superar sentimentos de independência e de superioridade, crescer na paciência, paciência, paciência... No dizer de São Josemaría Escrivá: converter a prosa do teu dia em decassílabos, em poesia heróica. Chegamos, portanto, ao heroísmo. Os aplausos? Esses ficam por conta da vida, quem sabe passados quarenta anos...


O panorama geral, no entanto, é inquietante. Pode-se dizer que há uma maciça propaganda contra essa educação para o altruísmo, contra os ideais de pôr o outro, no caso do amor conjugal, ou os outros, no caso do amor ao próximo, no centro das nossas atenções. E, invertida a equação, somos arrastados pelo individualismo, pela mentalidade utilitarista, que encara o mundo e inclusive as pessoas como instrumentos, objetos a serem utilizados enquanto correspondem às nossas expectativas. Trata-se de uma sombra medonha a escurecer os horizontes da família, principalmente porque dá-se como inevitável que o relacionamento sexual (no sentido mais estrito do termo) esteja condicionado, simplesmente, à experimentação, justamente a esse "uso" do outro. Irresponsavelmente, incentiva-se o jovem a uma atitude dirigida à corporalidade, facilitando-lhe uma bebedeira sexual que pode levá-lo a encalhar na fase inicial, primitiva, do despertar da sexualidade. Num total desrespeito e miopia, ensina-se a não contrair o vírus HIV e a evitar gravidez - que a isso se resume a educação sexual nos nossos dias -, como se no físico não interviesse o psíquico, o emocional, e vice-versa.


Aqueles jovens que deveriam ser incentivados a grandes realizações, até porque é de ideais nobres que carecem, vão sendo levados pelo primitivismo de seus instintos mais elementares, expondo-se a perder de vista as possibilidades de um amor perene, substituído pela superficialidade e futilidade dos "casos passageiros", do mero contato animal entre duas epidermes, como dizia Voltaire. Ou seja, destituídos de uma meta ideal (difícil e trabalhosa, sem dúvida, mas ainda assim ideal), os casais desprezam as suas grandes possibilidades de se vivenciar na fronteira do total, do exclusivo, do definitivo, para se perder nas desilusões do banal e do medíocre, apesar do tão falado prazer, a cada dia mais exigente nos seus requintes. E, então, o que fazer com o sentimento de "só para ti, com todas as minhas forças e para sempre", tão latente nos desejos de entrega do coração humano, principalmente na afetividade feminina? Correm o risco de jamais descobrir a magia que envolve o prazer em uma relação verdadeiramente amorosa, sustentada pela consciência do bem-querer-se.


Se é verdade que a sexualidade feminina e a masculina buscam completar-se, é preciso ter presente o valor da pessoa na sua integridade. A sexualidade é apenas uma propriedade do ser, embora informe e caracterize substancialmente o modo masculino e feminino de ser. Em outras palavras, homem e mulher imprimem a sua sexualidade a tudo o que fazem, e o amor propriamente dito dirige-se à pessoa integral. Assim como é uma pessoa na sua totalidade quem se entrega ao amor. No dizer de Viktor Frankl: "o amor é aquela relação entre dois seres humanos, que os põe em condições de descobrir o outro em todo o seu caráter de algo único e irrepetível." Ou, no dizer poético de Mário Quintana: "Amar é mudar a alma de casa."

Namora-se para conhecer e dar-se a conhecer, para ter um tempo de reflexão, alimentar as expectativas mútuas... E crescer em ternura... Não resisto a copiar umas palavras: "A ternura é muito necessária no matrimônio, nessa vida comum, em que não só o "corpo" necessita do "corpo", mas sobretudo o ser humano necessita do outro ser humano. A ternura estreitamente unida ao genuíno amor da pessoa, desinteressado, será capaz de conduzir o amor através dos diversos perigos do egoísmo dos sentidos e da atitude de prazer. A ternura é a arte de sentir o homem todo, toda a sua pessoa, todas as vibrações da sua alma, até as mais profundas, pensando sempre no seu verdadeiro bem [...]. Tanto na mulher como no homem, a ternura cria a convicção de que não estão sozinhos e de que a própria vida é compartilhada pelo outro. Tal convicção ajuda enormemente e reforça a consciência da união." (Karol Wojtyla - que viria a ser João Paulo II - Amor e responsabilidade).


Eis que o "eu " capta um "tu". Criam-se vínculos. Constrói-se o "nós". O amor, alicerçado na ternura, supera os obstáculos... O utilitarismo apenas troca por outro o objeto que já não lhe serve. Porque nada sobra do caráter unitivo do ato conjugal nas vivências amorosas efêmeras... 


"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas." Este pensamento de Saint-Exupèry em seu O Pequeno Príncipe fez as doçuras de muitas gerações. Indicava aos apaixonados um ideal elevado e os jovens entusiasmavam-se com a magnitude de um amor tão exigente. Não há de ser menor, hoje, a aspiração daqueles que, jovens ou menos jovens, procuram cativar-se para desfrutar das alegrias de doar-se numa sólida e fecunda união.





A tradição do dia dos namorados






No Brasil comemorarmos o dia dos namorados no dia 12 de junho.

Mas em grande parte do mundo (como EUA, Itália e Canadá), a data escolhida é 14 de fevereiro, dia de São Valentim (São Valentino, para alguns, ou o Valentine's day dos americanos), um santo devotado à idéia do amor.

Na verdade, há dois santos "Valentino". Um deles foi um padre, santo e mártir, que viveu no tempo do império romano, no ano de 269, durante a perseguição aos cristãos.

Segundo a lenda, o imperador Cláudius II estava mais interessado em seu exército e nas guerras do que na vida em família , e ele estava convencido de que os solteiros, sem esposas nem filhos, eram melhores soldados do que os casados e não teriam medo no campo de batalha.

Tanto era verdade, que o imperador foi tão longe a ponto de ditar uma lei proibindo o casamento. São Valentino, contudo, desafiou o imperador e continuou a celebrar matrimônios em segredo, até ser descoberto, preso e executado.

O outro São Valentino também viveu sob o império romano. Ele levava uma vida simples e era especialmente bondoso com as criancinhas. Um dia, Valentino foi jogado na prisão pelos romanos por ter se recusado a adorar os deuses deles. Dizia-se que as crianças escreviam mensagens de amor para ele e as lançavam pela janela da cela. Estes foram os primeiros cartões do "dia dos namorados". Mas não existe nenhum registro histórico disso.

Os cartões que conhecemos hoje foram feitos pela primeira vez por volta de 1800 e alguns eram bem enfeitados e decorados com pássaros e flores. Hoje, alguns dos cartões mais populares são os de humor.

No Brasil, apesar de ser comemorado às vésperas do dia de Santo Antônio, o famoso santo casamenteiro, tudo começou com uma campanha realizada em 1949 pelo publicitário João Dória - na época na Agência Standard Propaganda - sob encomenda da extinta loja Clipper.

Para melhorar as vendas de junho, então o mês mais fraco para o comércio, e com o apoio da confederação de Comércio de São Paulo, instituiu a data com o slogan:

"Não é só de beijos que se prova o amor".

A Standard ganhou o título de agência do ano e a moda pegou, para a alegria dos comerciantes. Desde então, 12 de junho se tornou uma data especial, unindo ainda mais os casais apaixonados, com direito a troca de presentes, cartões, bilhetes, flores, bombons....uma infinidade de opções para se dizer "Eu Te Amo!".

Nem todos os países comemoram o dia dos namorados como nós fazemos. Na Itália, as pessoas fazem um grande banquete no dia 14 de Fevereiro. Na Inglaterra, as crianças cantam canções a recebem doces e balas de frutas de seus pais. E na Dinamarca, as pessoas mandam flores prensadas umas às outras, chamadas "flocos de neve".

No Japão a data foi introduzida em 1936 e o costume neste dia é as mulheres presentearem os seus amados com caixas de chocolates. Embora a data represente uma oportunidade para as mulheres declararem o seu amor, nos últimos anos o giri choco (chocolate de cortesia ou “obrigação”) também se encontra presente na cesta de compra de grande parcela da população feminina. Mas, muita gente ainda reluta em adotar a data, alegando que se trata de uma jogada comercial, no que não deixam de ter razão, uma vez que o Valentine’s Day representa cerca de 20% do volume anual de vendas das fábricas de chocolate do arquipélago. Mas, o que vale mesmo é a intenção e não há como negar que a vida fica um pouquinho mais doce com estas declarações de amor e com estes chocolates.

Nos Estados Unidos nos dias que antecedem 14 de fevereiro, lojas de cartões, livrarias, lojas de departamentos e drogarias oferecem uma grande variedade de cartões comemorativos chamados Valentines.

Os adultos costumam comprar cartões para acompanhar presentes mais elaborados como doces, flores ou perfumes. Nas escolas as crianças apreciam comprar ou fazer cartões para seus amigos e professores.




Mas, cá entre nós, todo dia é dia para se dizer "Eu Te Amo!"